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A nova câmera da Olympus vai fazer você se sentir nas investigações da equipe dos seriados CSI. O modelo SP-820 UZ, anunciado recentemente, conta com um zoom óptico de 40x, perfeito para quem deseja registrar detalhes que passariam despercebidos para outros fotógrafos.

A ampliação exagerada, entretanto, é compensada com a falta de comandos totalmente manuais, o que pode afastar profissionais da área e quem gosta de personalizar todos os aspectos de um retrato.

Confira as especificações do modelo:

14 MEGAPIXEL CMOSUm incrível 14 milhões de pixels no sensor CMOS de alta resolução criar uma qualidade de imagem superior. Criar cópias tamanho pôster sem perder um único detalhe.

40X, 22,4 MILÍMETROS ULTRA GRANDE ANGULAR COM ZOOM ÓPTICO
Entrar com essa faixa de zoom 40x óptico impressionante - a mais longa zoom Olympus óptica até à data. Ele impulsiona você em ação quando você não pode chegar mais perto, como em um show ou uma arena de esportes, e é perfeito para encaixar fauna arisco.

80X ZOOM SUPER RESOLUÇÃO
Obter duas vezes mais perto. Duplicar o seu poder de zoom eficaz e ficar ainda mais perto de seus assuntos.

3.0 "LCD DE ALTA RESOLUÇÃO
O enorme LCD de 3,0 polegadas possui um ângulo de visão extra-larga para compor mais fácil e tiro, e perfeito para assistir a filmes de alta definição capturados.

1080P FULL HD
Um botão de um toque simples permite-lhe gravar vídeos com clareza surpreendente em alta definição diretamente de sua câmera. E com Linear PCM de gravação, a mesma tecnologia utilizada em gravadores profissionais da Olympus voz, seus vídeos HD será acompanhada por maior que CD-áudio com qualidade. Saída HDMI e controle faz com que a reprodução de vídeos em seu HDTV uma brisa. Quer gravação de alta velocidade para a reprodução em câmera lenta? O SP-820 é equipado com HSQVGA gravar até 240 imagens por segundo.

IHS TECNOLOGIA
Um poderoso, DSLR-qualidade TruePic V ™ Processador de Imagem e um sensor CMOS de vir juntos para melhorar drasticamente a qualidade de imagem com o desempenho de pouca luz espetacular, brilhando autofoco rápido, automático inteligente avançado para cena espetacular e reconhecimento assunto e Resolução-Super Zoom. É inteligente. É de alta velocidade. É Alta Sensibilidade. É IHS.

TRUEPIC V
O Processador de Imagem TruePic V, inicialmente desenvolvido para profissionais SLRs digitais, sabe exatamente como entregar true-to-vida de cor, as maiores detalhes e menos ruído.

ALTA VELOCIDADE DE DISPARO SEQUENCIALFotografar como um profissional. Com 3 fps de alta velocidade de disparo explosão em resolução total, prego a foto perfeita, tendo uma seqüência rápida com o toque de um botão. Ainda com medo que você vai perder o momento? No 3MP, a taxa de quadros aumenta a surpreendentes 30 tiros por segundo. Você vai ter tantas ótimas fotos, você não será capaz de compartilhar apenas um.

BACKLIGHT HDR
Fotografar em contraluz normalmente resulta em imagens lavadas, excessivamente brilhantes. Ajuste de iluminação HDR leva uma colagem de imagens em níveis de exposição diferentes e mistura-los em um só, imagem perfeitamente exposta.

HAND HELD STARLIGHT
Captar cenas nocturnas vivas sem o uso de um tripé. Em situações de pouca luz, onde o desfoque de imagem é mais provável de ocorrer, de mão modo Starlight captura várias imagens e junta-as em uma única foto nítida e de tirar o fôlego.

MULTI-MOVIMENTO FILME É
Capturar claras, suaves graças vídeos para a estabilização de imagem recém-desenvolvido que minimiza o efeito tremido causado por movimentos grandes e pequenos, tais como andar, respirar ou panning em toda a sua matéria.

PANORAMA INTELIGENTECapturar deslumbrantes vistas panorâmicas de 360 ​​° e vistas apenas como você se lembra deles, todos em um quadro e com o toque de um botão, simplesmente panning a câmera na cena. Não precisa de computador!

FOTO COM VIDEO CLIP
Capture toda a ação antes e após o tiro! Quando a foto com o modo de clipe de vídeo é ativado no mostrador, a câmera captura automaticamente um pequeno vídeo antes e após o botão do obturador for liberado.

DUPLA ESTABILIZAÇÃO DE IMAGEM
Dupla Estabilização de Imagem combina Sensor-Shift Image Stabilization com alta sensibilidade ISO e velocidade rápida do obturador para capturar imagens nítidas e claras em qualquer situação.

APRIMORADA IAUTO
Identifica automaticamente a cena que está filmando, até 30 de cena diferente, incluindo Retrato, Paisagem, Noite + Retrato, Macro ou Esportes e ajusta as configurações para resultados ideais.

MODO DE BELEZA COM MAQUIAGEM MODO 
Parece uma estrela! Deixe a câmera suavizar as sombras e rugas lisas e manchas no rosto do seu assunto com o Modo Beleza.Ou, digitalmente aplicar melhorias para seus retratos como sombra, branqueamento dos dentes e ossos da face com o levantamento Beleza Make-Up modo.

FILTROS MÁGICOS ARTE - STILL & VIDEO
Expresse sua criatividade com 12 efeitos especiais para suas fotos e vídeos em HD. Filtros Mágicos Olympus Arte infundir cenas familiares com humor novas e inesperadas que vão desde a emocionante para o sereno e do lunático para o misterioso. Escolha de Pop Art, Pin Hole, Desenho, Olho de Peixe, Soft Focus, Punk, Aquarela, Miniatura, Reflexão, Sparkle, fragmentada, e Dramática. (Os efeitos podem reduzir o tamanho da imagem não. Todos os efeitos são compatíveis com gravação de vídeo.)

  • Sensor CMOS de 14 MP;
  • Tela LCD de 3 polegadas;
  • Zoom óptico (40x) e zoom digital (4x);
  • ISO de 80 a 6400 ou automático;
  • Distância focal de 22.4 mm a 896 mm em fotografias 35 mm;
  • Suporta cartões SD, SDHC, SDXC e Eye-Fi;
  • Reconhecimento de rosto, 12 filtros e suporte a fotos panorâmicas;
  • Grava vídeos em Full HD (1920x1080).
O aparelho será lançado em outubro pelo preço sugerido de US$ 33

Olympus, SP-820 UZ tem superzoom de 40 Vezes

(Fonte da imagem: Reprodução/Sony Alpha Rumors)

Lembra-se dos rumores de que a Sony poderia lançar as câmeras NEX-5R e NEX-6 com suporte a redes wireless embutido? Ainda que a empresa não tenha dito nada oficialmente, algumas imagens dos dois modelos caíram na rede para confirmar todos os boatos anteriores.

As fotos foram divulgadas pelo site chinês VR-Zone, que trouxe mais alguns detalhes sobre as máquinas fotográficas. Como já se imaginava, elas realmente possuem conexão Wi-Fi e ainda permitem ao usuário navegar pela internet ou baixar aplicativos específicos. Será que teremos uma espécie de Instagram nativo?

A página ainda afirma que a 5R nada mais é do que uma atualização da NEX-5N, ou seja, a mesma estrutura com apenas algumas melhorias — embora significativas. Entre as adições listadas, temos um sistema de controles físicos aprimorado, sensor de 16 megapixels e detector de autofoco.

Galeria de Imagens

Já a NEX-6 parece ser um modelo intermediário entre a 5R e a vindoura NEX-7. A câmera ainda traz várias características semelhantes às desta última, como o próprio corpo e a disposição dos botões. Em compensação, o visor OLED parece ter uma resolução um pouco menor.

Além disso, o site Sony Alpha Rumors trouxe mais algumas fotos retiradas do material de divulgação das câmeras. Pelo visto, os apaixonados por fotografia não têm do que reclamar desta vez.



Câmeras da Sony Serão Lançadas Com Wi-Fi

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Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por
Nicéphore Niépce, em 1826. A imagem foi produzida com
 uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas
de exposição à luz solar.
Quase tudo no mundo tem um dia comemorativo específico, o Natal, A dia  das Mães, Os Santos Juninos, O Dia Dos Pais etc, com a Fotografia não seria diferente. Amantes da Nobre Arte comemorem, Hoje é 19 de Agosto, Dia Mundial Da Fotografia.

O Dia Mundial da Fotografia comemora-se anualmente a 19 de Agosto. A celebração da data tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837.
Mais tarde, em Janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de Agosto do mesmo ano o Governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Outro processo fotográfico - o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot, fez com que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

DAGUEEREÓTIPO

DAGERREÓTIPO
Daguerreótipo é um processo fotográfico feito sem uma imagem negativa.
Foi criada pelo francês Louis Daguerre em 1837 e anunciada em 1839. Foi declarado pelo Governo Francês como domínio público.

O processo da criação de imagens da relidade sem a necessidade de uma imagem negativa recede esse nome em homenágem ao seu criador Daguerre.

METODO DAGARREÓTIPO

Uma lâmina de prata é sensibilizada com vapor de iodo, formando iodeto de prata sobre a lâmina.
Expondo essa lâmina por cerca de 20 a 30 minutos na câmara escura, os cristais de iodeto de prata atingidos pela luz se transformam em prata metálica, de forma a gerar uma imagem latente (onde as regiões da lâmina mais atingidas pela luz formam mais prata metálica e as regiões pouco iluminadas quase não a formam), que pode ser revelada pelo vapor de mercúrio.
A mais conhecida imagem de Edgar Allan Poe foi tirada por um daguerreótipo
 em 1848, pouco tempo antes de sua morte.

O mercúrio reage com o iodeto de prata afetado pela luz, formando uma liga brilhante nas áreas mais claras da imagem. De forma semelhante à reação da exposição do iodeto de prata, o mercúrio reagirá de forma mais intensa nas regiões da lâmina que tiverem sido mais atingidas pela luz, pois é onde se concentra a prata metálica.
A primeira fotografia tirada de Abraham Lincoln também foi por um daguerreótipo.
Foto de 1846 por Matthew B. Brady.

Para fixação da imagem na lâmina, utiliza-se solução de hipossulfito de sódio, que solubiliza o iodeto que não reagiu e, após sua aplicação, a lâmina é lavada em água corrente.
O resultado é um positivo ricamente detalhado, em baixo relevo com infinitas tonalidades de cinza, e sua superfície é tão delicada que tem de ser protegida com um cristal e hermeticamente fechada, evitando o contato com o ar.

O QUE É FOTOGRAFIA

LENTE GRANDE ANGULAR
Fotografia (do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa "desenhar com luz e contraste").

Por definição, é essencialmente a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos.

Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.

A ERA DA FOTOGRAFIA DIGITAL

Canon EOS 1DC
Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo.

Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem. 

info: Portal Alarde

HOJE É 19 DE AGOSTO, DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

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A primeira vista, o modelo acima não parece ter nada de impressionante, mas a Canon EOS-1D C (ou Cinema 1D) é uma revolução em termos de resolução de imagem: trata-se da primeira máquina fotográfica DSLR do mundo capaz de gravar em 4K (4096x2160).

E a fotografia não é deixada de lado, já que o modelo conta com um sensor de 18,1 MP e uma ISO máxima de 25.600. Já seu design "achatado" e compacto é perfeito para o transporte da máquina, o que a torna ideal para filmagens externas com o máximo de detalhamento possível.


O aparelho é destinado principalmente por cineastas e produtores de televisão, o que bastante compreensível pelo preço: salgados US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil) para desfrutar da tecnologia de gravação em 4K. Ela chega às lojas no início de outubro. 



A Primeira Câmera do Mundo que Grava Vídeos Em 4K é a Canon EOS-1D C.

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As câmeras digitais de hoje são capazes de tirar retratos em alta resolução com uma precisão absurda de foco, captura de luz e perspectiva. Para tanta qualidade, não é de se estranhar que seja necessário um longo processo de fabricação até que um aparelho desses fique pronto. Mas, afinal, como uma máquina dessas é feita?

 

Para solucionar essa dúvida, a Canon conta com um vídeo de pouco mais de 12 minutos (e que vale cada segundo) mostrando em detalhes o passo a passo do nascimento de um de seus produtos. É possível acompanhar desde a fabricação isolada de cada um dos componentes (lente, sensor, flash) até a montagem e distribuição de um modelo, o EOS 7D. O destaque vai para as lentes, que são combinadas com uma precisão milimétrica após uma série de cálculos que definem qual a melhor posição para cada componente – e são necessários até anos de tentativas e erros para encontrar o conjunto que você encontra em sua máquina digital. Fonte: YouTube

Você Sabe Como é Feita Uma Câmera Digital?

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EOS Rebel T4i DSLR Camera

A Canon anunciou hoje um novo modelo de câmera fotográfica semi-profissional, a EOS Rebel T4i (conhecida na Europa como 650D). Fisicamente, essa máquina é praticamente idêntica à sua antecessora, a T3i. Contudo, as suas especificações receberam consideráveis melhorias.

A novidade da Canon possui sensor CMOS (APS-C) de 18 megapixels, processador de imagem Digic 5 e faixa ISO estendida de 100 a 12.800 (expansível virtualmente para até 25.600 no modo H). Tais características permitem que o modelo seja capaz de executar capturas sequenciais com altíssima velocidade a cinco frames por segundo.

A EOS Rebel T4i possui também tela LCD touchscreen de 3 polegadas com suporte mecanismo de deslocamento e pode gravar vídeos em alta definição. Outra melhoria significativa aconteceu no sistema de autofoco, ampliando a capacidade de captura de imagem para até f/2.8. O modelo estará disponível a partir do final de junho por US$ 850 (R$ 1.730) – sem lentes especiais.

Fonte: Canon


Lançada a Câmera DSLR Canon EOS Rebel T4i

O Dispositivo de Carga Acoplada, sensor conhecido pela sigla em inglês CCD, é o coração de toda câmera digital. Esse componente é o responsável por captar a luz das cenas e transformá-la em imagens coloridas para o fotógrafo. Mas como eles funcionam?

No vídeo acima, o engenheiro Bill Hammack disseca, de maneira simples e acessível, o funcionamento do CCD. E como a produção está legendada apenas em inglês e francês, vale a pena explicarmos as etapas em bom português.

 





Capturando a luz de uma cena

O sensor CCD é responsável por capturar a imagem e transferi-la para o sistema de memória da câmera, que, por sua vez, deve gravá-la em um formato eletrônico. Quando exposto à uma cena, seções diferentes do CCD geram cargas elétricas de maneira proporcional à intensidade da luz percebida por elas. A partir disso, é possível medir essas cargas e saber com precisão o quão brilhante uma parte da imagem será.

Se ampliarmos uma imagem o suficiente na tela do computador, podemos ver que ela é composta por pequenos quadradinhos conhecidos como pixels. Medindo 8,84 mícrons x 11,79 mícrons, cada um desses pixels corresponde a uma única seção do sensor CCD. Esse é, basicamente, o funcionamento dele: milhões de quadradinhos feitos com silício fotossensitivo e organizados em forma de matriz com o objetivo de capturar uma imagem.

Repassando a imagem para a memória

Mas o que tornou esse tipo de tecnologia barata e acessível foi a forma como essas informações de luminosidade puderam ser repassadas para o sistema de memória da câmera. A maneira mais simples e primitiva seria interligar cada um desses pixels dos sensores com fios que pudessem transmitir as informações adiante.

Porém, esse modelo apresenta um problema. Ao transferir a informação do pixel para o fio, ela acaba sendo alterada, perdendo um pouco da sua carga original. Assim, o resultado era uma imagem repleta de interferências e distorções. Esse efeito é conhecido como acoplamento capacitivo (capacitive coupling) e piora à medida que o número de pixels aumenta. Isso seria péssimo para a indústria.

Para resolver esse problema, o sensor CCD usa a solução mais simples possível: nada de fios elétricos entre os pixels. Um sensor CCD é feito com uma placa de silício e, para criar cada um dos pixels da matriz, os engenheiros adicionaram canais de isolamento que dividem a placa em linhas. Depois, a superfície dela é coberta com uma fina camada isolante de dióxido de silício e são posicionadas tiras muito finas de alumínio de maneira perpendicular aos canais isolantes, criando assim os pequenos pixels.

O transporte das cargas elétricas

A imagem é transmitida linha a linha (Fonte da imagem: Reprodução)
Mas como dissemos anteriormente, a grande sacada da indústria foi descobrir uma maneira de transportar a imagem do chip de silício para a memória da câmera, sem usar fios elétricos e sem distorcê-la.

Sendo assim, o CCD passou a transportar as cargas de uma linha de uma vez só, até o final da placa de silício, região em que um segundo componente é responsável por ler essas cargas e, então, repassá-la para a memória da máquina. Dessa forma, a câmera pode identificar as cargas e construir a imagem com base nesses dados.

E como surgem as cores?

Porém, como você pode ter notado, esse sensor é responsável apenas pela medição da intensidade de luz da imagem, que pode ser útil para produzir fotos em preto e branco, mas não coloridas. Sendo assim, como as cores aparecem?

Para gerar uma figura colorida, é preciso separar a luz em verde, azul e vermelho. A opção mais simples seria usar três sensores CCD diferentes dedicados com exclusividade para essa função e, depois, combinar as informações levantadas por eles para criar uma imagem colorida.

As imagens são capturadas como um mosaico de três cores (Fonte da imagem: Reprodução)
Entretanto, os engenheiros surgiram com uma opção mais barata: em vez de três sensores CCD, usaram um pouco de matemática e conseguiram obter o mesmo resultado com apenas um sensor.

Normalmente, esse sensor está coberto por um filtro com seções do tamanho de pixels azuis, vermelhos e verdes. Assim, a câmera recebe uma imagem que é formada pelo mosaico dessas três cores. Posteriormente, a máquina aplica um algoritmo capaz de estimar a cor ideal para cada pixel, sempre com base no nível de cor dos quadrados adjacentes.

Por exemplo, se um determinado pixel aparece em verde, o software da câmera é capaz de calcular a intensidade de vermelho e azul ao redor desse pixel para encontrar a cor certa para ele. Parece estranho, mas isso acaba funcionando, já que os detalhes significantes de uma imagem costumam ser muito maiores do que os pixels do sensor.

Felizmente, todo esse processo acontece de maneira muito rápida, sem que interfira na diversão do fotógrafo.

Fonte: EngineerGuy.com

VÍDEO: Como Funciona o Sensor CCD de Uma Câmera Digital?

[caption id="attachment_772" align="alignleft" width="300"] Este enquadramento não está no guia, mas é muito utilizado por fotógrafos. (Fonte da imagem: Marius Brede)[/caption]

Uma das principais e mais importantes habilidades de um fotógrafo não é saber o que mostrar na foto, mas sim saber o que esconder. A maior parte das pessoas sabe enxergar cenas que comporiam uma bela imagem, porém o que separa um fotógrafo casual de alguém com um olhar mais apurado é justamente o enquadramento.

Existem dezenas de maneiras de se retratar uma mesma cena, mas, se você souber onde cortar a imagem, ela pode deixar de ser apenas um registro casual para se tornar uma fotografia de revista. Em alguns casos, no entanto, isso é ainda mais importante.

Enquadrando retratos corretamente


Quando você vai enquadrar uma ou mais pessoas em uma fotografia, os conceitos de corte são fundamentais. Além, é claro, de saber como posicionar a pessoa dentro da imagem (veja este artigo sobre a regra dos terços), é importantíssimo saber onde você pode cortar alguma parte do seu corpo.

Por exemplo, em uma fotografia na qual você deseja cortar as pernas das pessoas, você sabe em qual ponto fazer isso sem deixar a foto com um aspecto estranho, parecendo que algo está faltando? Veja o diagrama a seguir para entender como você pode fazer o enquadramento da melhor forma possível:

[caption id="" align="alignright" width="156"] http://www.tecmundo.com.br/[/caption]

Guia de cortes para enquadramento de retratos. (Fonte da imagem: J. Southard)

Como é possível perceber, existem posições do corpo que, quando enquadradas na área de corte, não tiram a naturalidade da fotografia. Porém, as áreas em vermelho mostram áreas que, quando cortadas, criam uma aparência estranha na sua imagem.

Os cortes em laranja mostram enquadramentos que só devem ser feitos se for muito necessário. Apesar de não ser mostrado nessa ilustração, um corte no meio do peito também é válido. Neste caso, os braços podem ficar bem levantados ou completamente para baixo.

Apesar de não existirem regras fixas na fotografia, observar o enquadramento é muito importante e pode sim ser um diferencial na qualidade da sua imagem. Se você tiver dúvidas na hora de fazer o corte, opte pelo padrão: corte na cintura ou no meio da coxa, deixando os braços cortados acima do cotovelo ou inteiros.
FONTE: Tecmundo

Ao Fotografar Uma Pessoa Onde Eu Devo ´´Cortar`` O Enquadramento?

[caption id="attachment_757" align="alignleft" width="350"] a lua estará 14% maior neste sábado, aproveite e fotografe.[/caption]

Você gosta de fotografar a natureza, se sua resposta for sim esta semana os amantes da fotografia terão o prazer d fotografar o grande satelite do no belo plate azul.

A Lua de sábado à noite estará especialmente perto da Terra e vai estar cheia. Por isso, durante o seu nascimento, o astro vai estar maior e mais brilhante.

vamos as dicas

 “Às 5h da madrugada de domingo a Lua vai estar no seu perigeu, no ponto da órbita mais próximo da Terra”, diz ao PÚBLICO Susana Ferreira, astrónoma do Observatório Astronómico de Lisboa. O fato de a aproximação coincidir com uma Lua cheia, torna o fenómeno mais espectacular.

No perigeu, a Lua fica a 363 mil quilômetros de distância, em média, da Terra. No apogeu, quando o astro está mais longe, fica a 405 mil quilômetros. Esta diferença faz com que amanhã a Lua esteja 14% maior e 30% mais brilhante.

Mas a altura melhor para observar esta diferença será umas horas antes, ainda no sábado, durante o nascer da Lua, às 20h09, quando esta parece sempre maior.

O Observatório Astronômico de Lisboa não vai fazer nenhuma actividade de observação devido à nebulosidade anunciada para sábado.

Mas haverá mais oportunidades. Segundo Susana Ferreira, o fenômeno é cíclico. A última vez que aconteceu foi a 19 de Março de 2011 e as próximas oportunidades para se observar uma Lua tão grande serão a 19 de Março de 2013 e em 10 de Agosto de 2014.

Fotos Boas

Ter o prazer de fotografar a lua é um prazer único em se falando de fotografia, mais devemos lembrar de uma coisa: essas dicas são para fotos legais da Lua, mas que não se comparam às fotos feitas com equipamentos para foto de astronomia, ok? São dicas para tentar fazer uma foto bacana mesmo sem ter os equipamentos específicos (e caros) da fotografia de astronomia. Afinal embora as fotos de Lua fiquem muito parecidas (todo mundo está fotografando a mesma Lua, rs) é muito legal fazer a nossa própria :) Vamos às dicas:

A Lua é brilhante, mesmo

A primeira coisa que a gente pensa ao fotografar a Lua é que está de noite, então está escuro. Pois bem: a Lua é muito brilhante, muito mesmo. Então fotografá-la vai ser como fotografar algo de dia! ISO baixo, Velocidade alta, abertura pequena. Veja o Exif da minha foto acima para comprovar.

É por isso que fotografar com qualquer câmera de ajustes automáticos não vai dar certo: a câmera vai “ver” toda aquela escuridão e só um pontinho claro, e vai fotometrar tentando achar o meio tom. O resultado: o céu continuará escuro e a Lua vai virar uma machinha branca no meio daquela escuridão toda. Se você quer crateras, detalhes e definição o segredo é usar o modo manual de ajustes da sua câmera para manter o céu escuro e conseguir os detalhes na Lua.

Se você puder usar o modo de medição (metering modeSpot, melhor: assim o fotômetro interno da câmera vai saber que é justamente aquela bolinha no meio da escuridão que interessa. Se não sabe como mexer nisso dá uma olhada no seu manual :)

Use a Distância Focal mais longa que você tiver disponível

Eu tirei essa foto acima com uma lente 75-300mm, uma lente conhecida por ser de qualidade mediana. Porém os meus amiguinhos que tinham a fodástica 70-200mm não conseguiram uma foto assim :P Embora eu tenha precisado cortar a foto para que a Lua ocupasse mais do quadro, acredito que 300mm é o mínimo para conseguir uma foto bacana (mesmo que seja necessário cortar depois.)

E como estamos falando de tentar usar um equipamento possível para a maioria dos fotógrafos, provavelmente esse valor vai ficar entre 300 e 400mm. Somente fotógrafos de savana africana e astronomia vão ter lentes mais longas que isso no seu kit do dia a dia:)

Então pega lá a lente mais longa (no quesito distância focal, não tamanho rs) e faça sua foto. Depois, vá pro Lightrooom ou pro Photoshop e corta a foto sem medo de ser feliz. A foto acima eu fiz com uma 20d, que tem somente 8.2 mp de resolução e sensor “cropado – qualquer um com uma câmera mais moderna consegue um resultado melhor ainda.

Use um Tripé e Foco Manual

Eu vou ser super sincera: em todo lugar que li sobre isso se dizia para usar o foco manual. Na minha foto eu usei o foco automático e funcionou. Será que foi sorte? Não sei. Mas funcionou. A minha 20d não tem Live View, então fazer o foco manual nela sempre foi bem complicadinho. Já na 7d estou usando o Live View bem mais para fotos estáticas assim: você faz a composição, aproxima bem no Live View, e faz o foco manual. Assim fica perfeito. O tripé é fundamental pra esse foco não ser perdido.

Ps.: você vai precisar mudar a posição do tripé constantemente, a Lua se mexe rapidinho! A cada foto que eu ia tirar a lua ia fugindo do quadro, acho que ela é tímida ;)

Como é possível conseguir aquele efeito de lua enorme?

Algumas fotos que vemos nas revistas mostram uma Lua gigantesca. Mas não é preciso esperar 18 anos para isso: o segredo dessas fotos está na distância focal, e não na distância da Lua.

Lembra que quanto maior a distância focal mais próximos os objetos parecem estar entre si? Então, o mesmo acontece com a Lua: se você está longe de uma paisagem e também está longe da Lua, ao usar uma distância focal super longa a Lua vai parecer maior, pois parecerá mais próxima da paisagem. Mais ou menos como no meu rascunho tosquíssimo abaixo:

[caption id="" align="aligncenter" width="640"] grande lua/Por C. Regina[/caption]

 

Ah: alguns dizem que a Lua fica maior quando está mais próxima do Horizonte, mas isso é pura ilusão de ótica. Como nossas lentes não se iludem oticamente como nossos olhos, isso não faz diferença para a fotografia :)

Encontrei algumas fotos que exemplificam bem a técnica no Flickr, mas são com direitos reservados, então só vou linkar:

1. Esta foto foi feita com uma 10mm, vê como a Lua aparece pequenina?

2. Esta foto, embora com uma qualidade baixa, mostra exatamente o que acontece se ao invés de 10mm você usar uma 400mm: a Lua parece enorme (ela foi cortada, mas dá para ter ideia.)

3. E, para comparação, esta é uma foto totalmente impossível e Photoshopada.

Agora você saberá distinguir uma foto de Lua + Paisagem photoshopada ou real :) Essa aqui, por exemplo, não tem Exif (maltidos fotógrafos que desabilitam o Exif no Flickr), mas tenho (quase) certeza que é verdadeira.

Mesmo ficando sempre bem parecidas é muito divertido fazer a própria foto da Lua. Vamos aproveitar que ainda estamos na Lua cheia e bora fotografar!

Para quem mora em Aracaju  poderá se dirigir até o planetário para observar através de telescópios esse lindo fenômeno, no endereço abaixo.

Instituição: SEMED - Secretaria de Educação do Município
Endereço: Av. Oviêdo Teixeira, 51
Estado: SE Cidade: Aracaju Bairro: Jardins CEP: 49.026-100
Telefone: 79 3217-3370
Web Sitehttp://www.cctecaplanetario.blogspot.com/.

Quer Fotografar a Lua ... Amanhã é o Dia Certo Para Isso.

No anúncio de venda de uma câmera digital, o primeiro aspecto que aparece — sempre com muito destaque — é o número de megapixels do aparelho. No entanto, esse não deve ser um fator decisivo para a sua compra.

Apresentaremos neste post com a ajuda do Tecmundo, uma seleção de dicas que podem ajudar você a escolher o melhor tipo de câmera para seu perfil, de acordo com utilização, preço, praticidade e qualidade de imagem. Confira tudo que você precisa saber antes de adquirir uma câmera digital.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=O_6vQwg0L90]

Megapixel x Sensor

Como já explicamos em artigos aqui do Tecmundo, um alto número de megapixels não significa uma imagem com qualidade — veja em: Mais megapixels significa maior qualidade de imagem? e Mitos e verdades sobre megapixels.

Sendo assim, é o tamanho do sensor que realmente vai ajudar você a definir qual câmera comprar. Em aparelhos menores e mais compactos, o sensor não tem alta capacidade de captar a luz e transformar em imagem.

[caption id="attachment_709" align="aligncenter" width="600" caption="Nikon 1 J1 (Fonte da imagem: Divukgação/Nikon)"][/caption]

Dessa forma, ele acaba sendo responsável pela criação de ruídos na foto quando tenta trabalhar com muitos megapixels. Então, nossa primeira dica é: veja amostras de imagem antes de comprar sua câmera.

Pesquise na internet ou vá até a loja, tire fotos e veja o resultado no computador. Isso vale para todo o tipo de câmera, seja do mais simples, em smartphones, até aquele mais sofisticado, com lentes intercambiáveis.

Só assim será possível visualizar a real qualidade de imagem, descartando de vez o mito de que, quanto mais megapixels, melhor é a câmera fotográfica digital. Nesse quesito, câmeras maiores saem em vantagem. Mas também é possível encontrar boas câmeras compactas com excelente qualidade de imagem.

Lentes: zoom, macro e possibilidades

Outro fator muito importante para a maioria das pessoas que buscam por uma câmera fotográfica é o zoom. Nas digitais, existem dois tipos de aproximação: a real e a digital. Isso significa que existe um zoom falso, que nada mais é que a aproximação da própria imagem.

Nós explicamos: o zoom real tem um limite. A partir daí, a câmera utiliza o zoom digital, que é a aproximação da imagem sobre o limite do zoom real. Ou seja, é a mesma coisa que você colocar o arquivo em seu computador, utilizar o zoom e recortar a foto para obter uma imagem mais aproximada.

[caption id="attachment_711" align="aligncenter" width="600" caption="Fujifilm FinePix HS20 (Fonte da imagem: Divulgação/FujiFilm)"][/caption]

Então, não se deixe enganar quando o vendedor disser que a câmera tem um zoom de 100x, pois isso pode ser apenas o zoom digital. O ideal é testar a câmera e verificar qual é a real capacidade de aproximação. Quando é acionado, o zoom (na maioria dos casos) aparece em uma barra dividida no display da câmera. E através dela é possível visualizar a diferença entre o zoom real e o digital.

Já para as câmeras com lentes intercambiáveis (DSLR ou mirrorless, com padrão 4/3), fique atento ao fato de que será necessário comprar mais lentes — e, portanto, investir mais dinheiro — para conseguir a amplitude focal de uma câmera compacta. Normalmente, essas câmeras vêm com uma lente-padrão de 18-55 mm.

Outro detalhe para observar na lente da câmera é a possibilidade de fotografar com modo macro. Essa opção garante que você possa focar objetos menores — usualmente simbolizada por uma flor. Para quem leva a fotografia como um hobby, essa função é essencial.

[caption id="attachment_712" align="aligncenter" width="600" caption="AF-S VR Zoom Nikkor (Fonte da imagem: Divukgação/Nikon)"][/caption]

Além disso, observe as possibilidades que a câmera lhe oferece — seja ela uma câmera das linhas semi e profissional ou um aparelho mais simples. Muitas delas oferecem a possibilidade de adquirir acessórios que transformam a lente, com funções macro, teleobjetiva, olho de peixe ou grande angular.

É preciso verificar também o preço e a disponibilidade desses acessórios. Assim, você evita surpresas desagradáveis com alto custo do produto ou impossibilidade de compra no Brasil. Tudo isso pode deixar sua câmera ainda mais divertida e interessante.

ISO: capacidade de captar imagens com pouca iluminação

O ISO é mais um fator determinante para a qualidade da imagem. No entanto, ele também pode trabalhar a favor de quem prefere fotografar sem flash. Resumidamente: quanto mais alto o ISO, maior a capacidade do sensor de captar a luz e transformar em imagem — mesmo em ambientes escuros. Ou seja, quanto maior a variação do ISO na câmera, melhor.

[caption id="attachment_713" align="aligncenter" width="600" caption="(Fonte da imagem: Thinkstock)"][/caption]

O ISO também é um dos responsáveis pela criação de ruído na imagem. Quando ele está muito alto, o sensor precisa trabalhar mais para produzir a imagem, o que acaba gerando calor — que é o responsável pela diminuição na qualidade da imagem.

Mesmo assim, esse é outro fator que pode ser observado por você antes da compra, verificando qual o ISO máximo de sua câmera e se ela produz imagens com qualidade aceitável e pouca iluminação.

Flash: a importância da luz artificial

O flash é um dos fatores mais importantes na hora de optar por uma câmera digital. A primeira coisa que você precisa descobrir é a potência da iluminação artificial que o aparelho oferece. Não adianta comprar uma câmera excelente, mas com um flash muito ruim, pois isso só vai gerar irritação quando você obtiver uma série de imagens sem qualidade e com olhos vermelhos.

[caption id="attachment_714" align="aligncenter" width="600" caption="Flash SB 900 AF Speedlight (Fonte da imagem: Divukgação/Nikon)"][/caption]

Outro detalhe a ser observado é a possibilidade de acoplar um flash à câmera — opção presente em todas as DSRLs e na maioria das câmeras sem espelho, mas com lentes intercambiáveis (mirrorless). Pesquise o preço do acessório, disponibilidade e qualidade das opções que você pode comprar. Dessa forma, é possível ter uma câmera mais completa que pode ser utilizada em qualquer situação.

Consumo de energia

A câmera que você pretende comprar funciona com baterias ou pilhas recarregáveis? Esta é outra pergunta essencial. É preciso pesar as duas possibilidades. Pilhas são itens mais fáceis de encontrar para compra em qualquer lugar no qual você esteja.

Por outro lado, baterias podem durar muito mais, com carga e vida útil maior. Portanto, se puder, o ideal é comprar uma bateria extra. Mas é sempre bom pesquisar e tentar fugir das câmeras que consomem energia demais

 Tamanho

Qual é a finalidade de sua câmera? Se você deseja comprar um aparelho para viajar e levar para todos os cantos, o ideal é buscar por uma câmera digital compacta que tenha qualidade, no estilo da Panasonic LUMIX - DMC-G1KPP-K.

Um aparelho profissional ou semiprofissional DSLR pode fazer maravilhas, é verdade. Mas é preciso pensar que esse é um tipo de equipamento muito maior, mais pesado e que pode chamar bastante atenção para o turista que está fotografando tudo o que vê.

[caption id="attachment_715" align="alignright" width="300" caption="(Fonte da imagem: Thinkstock)"][/caption]

Além disso, você precisa carregar lentes e flash à parte, e não pode usar uma bolsa sem proteção se não quiser prejudicar sua câmera — o mesmo vale para câmeras da linha NEX, da Sony. Por esse motivo, é importante balancear tamanho e qualidade do equipamento, para não acabar com uma câmera grande demais para usar por aí.

Design: possibilidades e fragilidade

O design da câmera é outra característica que deve ser observada. É claro que buscamos por um produto bonito, mas não é só isso o que importa. Um detalhe interessante, que pode ser encontrado até mesmo em câmeras digitais pequenas, é o visor retrátil.

Mais do que possa parecer, ele é muito útil para captar imagens, e é um item indispensável para aqueles que levam a fotografia como um hobby. Se você puder optar por uma câmera com essa característica, certamente vai fazer uso dela.

[caption id="attachment_716" align="aligncenter" width="600" caption="Canon PowerShot G12 (Fonte da imagem: Divulgação/Canon)"][/caption]

Além disso, também é preciso observar a qualidade do material que envolve a câmera. Aparelhos feitos de um material muito frágil não são indicados, pois câmeras digitais são levadas de um lado para o outro e precisam ser resistentes a batidas e quedas.

Obviamente, temos que ter cuidado com nossa câmera em qualquer lugar, não deixando que ela caia ou que entre em contato com líquidos e poeira. Mas essas situações nem sempre podem ser evitadas e, por esse motivo, é melhor optar por um aparelho com boa carcaça.

E não se esqueça: um bom estojo é fundamental! A melhor opção é comprá-lo junto com a câmera digital, garantindo que ele sirva perfeitamente no aparelho e ainda podendo pedir um desconto na loja na hora do pagamento.

Opções para fotografar

Uma câmera com poucas opções de foto pode limitar muito a sua diversão. Na hora de escolher, verifique se o aparelho digital oferece modos de retrato, esporte, paisagem, panorâmico e todas essas opções que podem tornar seu trabalho mais fácil.

[caption id="attachment_717" align="aligncenter" width="420" caption="(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)"][/caption]

Confiar apenas no modo automático da câmera nem sempre é a melhor opção. E você vai perceber que brincar com tempo de exposição e velocidade do obturador pode ser uma atividade de criação muito interessante. Por isso, o modo manual também é sempre muito importante.

[caption id="attachment_718" align="aligncenter" width="420" caption="(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)"][/caption]

Além disso, a possibilidade de configurar o balanço de branco da imagem também é importante, para que suas fotos fiquem o mais fiel possível às cores do momento em que a imagem foi captada.

Cartão de memória

Existem diferentes opções de cartões de memória nas câmeras do mercado. Antes de comprar a sua, veja qual tipo de cartão ela utiliza e verifique a compatibilidade com leitores de cartão e outras câmeras, a disponibilidade e o preço dele nas lojas. Dessa forma, você garante que poderá encontrar facilmente cartões compatíveis, visando nunca ficar sem espaço para suas fotos.

[caption id="attachment_719" align="aligncenter" width="600" caption="(Fonte da imagem: Thinkstock)"][/caption]

Vídeos

Nossa última dica é: vídeos. Mesmo que você prefira fotografar em vez de filmar, é sempre bom garantir que você vai poder fazer bons filmes para os momentos mais engraçados e interessantes. Sendo assim, confira se a câmera pode filmar e qual é a qualidade do arquivo, optando sempre por aquelas que oferecem o modo Full HD. Além disso, faça um teste para verificar a capacidade de captação de som da câmera, pois de nada adianta ter boas imagens sem um bom áudio.

...

Essas foram as nossas dicas para você comprar uma boa câmera digital. E mais: um equipamento que se encaixa no seu perfil e atende às suas necessidades. Quando encontrar a câmera ideal, não se esqueça de uma boa pesquisa de preços. Então, é só sair fotografando!

Info: Tecmundo

O Que você Leva Em Conta Na Hora De Comprar Uma Câmera?

Para entendermos o que são sensores FullFrame e APS-C, precisamos antes conhecer um pouco do passado. O formato APS foi criado pelas principais marcas do mercado (Canon, Fujifilm, Kodak, Minolta e Nikon) com três “modelos” diferentes, são eles:

* APS-H = HDTV (Tamanho 30,2 x 16,7 mm e formato com proporção 16:9)

* APS-C = Classic (Tamanho 25,1x16,7mm e formato com proporção 3:2)
* APS-P = Panorama (Tamanho 30,2x9,5mm e formato com proporção 3:1)

Cada um tipo de filme era voltado para uma finalidade, sendo que todos possuíam duas trilhas magnéticas para áudio integradas. Os sensores APS-C possuem o mesmo tamanho (e por consequência o mesmo formato) dos filmes APS-C.

Image




Já os sensores FullFrame possuem essa denominação por terem o mesmo tamanho de um filme 135 ou comumente chamado de filme 35mm (Tamanho 36x24mm e formato com proporção 3:2).

O que é fator de corte (ou fator de crop)?

O que é o tal fator de corte/crop que todo mundo fala? Todos em algum momento de sua vida já se perguntaram o que é o fator de corte de uma câmera (na verdade do sensor), o fator de corte é uma coisa muito simples que muitos mitificam.
FullFrame x APS (Foto: Luciana Vieira)

Imagine uma imagem feita em um filme 35mm, o fotograma possui tamanho de 36x24mm, agora pegue este fotograma e corte-o para ficar no tamanho de um filme APS-C 25,1x16,7mm, você terá um fotograma menor e como resultado, um ângulo de visão da cena fotografada menor que a anterior.

Isto é o fator de corte que todos falam e que varia de acordo com os fabricantes, nas câmeras DSLR da Nikon este fator é 1,5 e nas Canon é de 1,6 pois varia o tamanho do sensor de acordo com o fabricante.

Para que isso serve?

Na prática, não serve para muita coisa, pois não fará diferença importante em suas fotos, porém não pense que esta informação é 100% inútil, servirá para você saber que o ângulo de visão de sua objetiva quando usada em um sensor menor será menor, seja ele APS-C ou outro qualquer menor que um FullFrame.
Sensor FullFrame (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)Com sensor FullFrame a imagem tem um ângulo maior e pode alcançar mais objetos em volta. (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek).

Por exemplo, uma lente 50mm tem um ângulo de visão xº em uma câmera FullFrame, se utilizada em uma câmera com sensor menor com fator de corte/crop de 1,5, este ângulo de visão será menor e equivalente a uma objetiva de 75mm num sensor FullFrame.
Sensor APS-C (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)Com o sensor APS-C, a imagem "perde" ângulo e "ganha" zoom causados pelo corte devido ao tamanho do sensor. (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)

Isso não significa que você terá uma objetiva de 75mm, você possuirá uma lente de distancia focal de 50mm, o que muda é única e exclusivamente o ângulo de visão. É como se você pegasse o negativo de um filme 35mm e cortasse, só que este corte foi feito na hora da captura pelo fato do sensor (ou filme) ser menor que um sensor FullFrame (ou filme 35mm).

Quais as diferenças entre sensores FullFrame e APS-C

Algumas pessoas "babam" em fotos de contraluz achando que é um bicho de sete cabeças, mas não é. O efeito é até mais simples do que a maioria imagina. Contraluz  é exatamente o que isso quer dizer: a fonte de luz está atrás do objeto fotografado, ou seja, na sua frente, contra você.

Imagens de silhuetas demonstram o quão interessante pode ser quebrar as “regras” da fotografia ocasionalmente. É relativamente fácil fotografar silhuetas em contraluz – muitos fotógrafos novatos fazem isso o tempo todo. Eles apenas não fazem sempre de propósito.

Aproveite a iluminação natural do outono, quando os raios solares costumam incidir de forma mais inclinada e consequentemente proporcionam um melhor ambiente para fotos em contraluz.

Você vai precisar saber controlar a luz e nada mais ficando de olho na *fotometria que, basicamente, é a medição da quantidade de luz que está iluminando o fundo, porém a luz vinda de trás do fotógrafo precisa ser nula ou bem próximo disso, caso contrário, iluminará o objeto/sujeito fotografado. Faça isso mudando (e ajustando) a velocidade do obturador e a abertura em sua câmera.

[caption id="attachment_666" align="aligncenter" width="620" caption="Contraluz ao ar livre (Foto: Reprodução/QHPhotography)."]Contraluz ao ar livre (Foto: Reprodução/QHPhotography).[/caption]

Escolha o objeto ideal

O que você deve registrar como silhueta? Se as condições de luz estiverem boas, você pode transformar praticamente qualquer objeto em silhueta, mas nem todo objeto terá uma boa aparência como uma sombra. Lembre-se que uma silhueta não tem muitos detalhes – são apenas traços preenchidos pela sombra.

Consequentemente, você deve procurar por objetos que possuam formas marcantes e de fácil reconhecimento. Um objeto complexo pode não funcionar, especialmente se você precisar ver detalhes para entender o que significa.

[caption id="" align="alignleft" width="350" caption="Escolha objetos que mesmo escuros são fáceis de identificar"]photographsilhouette_bird.jpg[/caption]

Configure sua câmera


Você pode obter bons resultados com qualquer câmera e qualquer tipo de controle de exposição. Primeiramente, desligue o flash da câmera, pois você não quer nenhum tipo de luz atrapalhando sua composição. Em seguida, ajuste o modo de exposição. Não há necessidade de ficar configurando muitas coisas também; você pode deixar sua câmera no modo automático.

Porém, o ideal seria tirar o melhor proveito da função exposição de sua câmera. Como alguns sabem, virtualmente todas as câmeras digitais ajustam a exposição quando o botão do obturador é pressionado pela metade. Isto permite que você aponte a câmera onde quer que a mesma meça a exposição e então fique “livre” para arrumar a composição da foto.

Mas e se sua câmera não possuir uma função de exposição? Então você pode tentar usar o compensador de exposição. Tire uma foto normalmente, mas ajuste a compensação da exposição da câmera (geralmente abreviada como EV) para -2 ou -3. Isto deixará a foto subexposta, deixando o objeto mais escuro. Será necessário você fazer alguns testes variando o EV até conseguir o resultado esperado.

Mantenha o foco no objeto

Claro, você também quer manter o foco e, para melhores resultados, o ideal é deixar o objeto o mais nítido possível. Se o seu objeto estiver longe o suficiente, não haverá problema, pois quando a exposição for ajustada com o fundo de luz, ela deixará o foco como infinito e você terá boas imagens. Mas se o objeto estiver muito próximo, ele estará em um alcance focal diferente do background, e sua silhueta ficará borrada.

A solução? Verifique no manual da sua câmera se existe alguma forma de selecionar a exposição e o foco separadamente. Se tiver, use esse modo para evitar que o foco busque apenas o background quando você ajustar a exposição.

[caption id="" align="alignleft" width="350" caption="Configure a câmera para obter um bom equilíbrio entre foco e exposição"]photographsilhouette_garoto.jpg[/caption]

Se isso não for possível, mude a configuração de sua câmera para foco manual e defina a focagem do objeto você mesmo. Pode não ser tão conveniente quanto uma focagem automática, mas fará uma grande diferença em sua foto.


Em ação

Agora é hora de colocar tudo isso em prática. A melhor forma de começar a fotografar uma silhueta em contraluz é posicionar-se corretamente, para que o objeto fique entre você e o fundo iluminado, como o céu ou luzes artificiais.

Aponte a câmera diretamente para a parte mais iluminada da cena e pressione pela metade o botão do obturador, para que a mesma ajuste a exposição.

Então, enquanto segura o botão do obturador pela metade, recomponha sua imagem e fotografe. Se tudo correr bem, você terá a sombra de um objeto, já que a exposição foi calculada com base no background mais claro.

Mas se o seu objeto não ficou muito bem demarcado, você pode tentar novamente dessa vez subexpondo ainda mais a imagem, utilizando o controle de exposição compensada de sua câmera.(info: PCWorld)

Podemos usar fontes de luz diferentes para fazer o mesmo efeito, mas sempre lembrando que não podemos iluminar o objeto/sujeito fotografado a partir da posição da câmera.

Passo 1. Em um ambiente externo, como uma praia, coloque o modelo em uma posição em que o sol fique por trás do fotografado;



Passo 2. Faça com que a fotometria encontre maior quantidade de luz, por exemplo, na areia ou no horizonte atrás do modelo;

Passo 3. Enquadre a foto e pronto, é só clicar!

* O que é: Fotometria é o controle da quantidade de luz que passará para o sensor da câmera ao mudar valores de abertura e velocidade.


O Que É Contraluz?

[caption id="" align="aligncenter" width="550" caption="Modelo mais antigo das câmeras Alpha (Fonte da imagem: Divulgação/Sony)"][/caption]

Sony apresenta mais dois modelos da linha Alpha de câmeras digitais dSLR: a SLT-A65 e a SLT-A77, ambas com 24,3 MP de resolução. Uma boa novidade nestes dois modelos é que são os primeiros dSLRs do mundo a oferecerem três modos de filmagem: 60p, 60i ou 24p, todos com resolução Full HD.


Outra característica na linha SLT é a velocidade de fotos em sequência, mesmo no modo de foco contínuo. Na SLT-A65 são capturadas até 10 fotos por segundo, enquanto na SLT-A77, esse número pode chegar a até 12 fotos por segundo. Preço médio sugerido de R$ 4.499,00


A SLT-A65 é para aquele fotógrafo que já esgotou suas possibilidades com câmeras DSLR mais básicas. Ela tem ajuste de ISO entre 100-16.000 e vem com uma lente SAL 18-55mm, com abertura máxima variável de 3.5/5.6. Utiliza um sensor APS com 15 pontos de focagem automática. preço médio sugerido de R$ 5.499,00.

SONY LANÇA MAIS DOIS MODELOS DA LINHA ALPHA