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Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por
Nicéphore Niépce, em 1826. A imagem foi produzida com
 uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas
de exposição à luz solar.
Quase tudo no mundo tem um dia comemorativo específico, o Natal, A dia  das Mães, Os Santos Juninos, O Dia Dos Pais etc, com a Fotografia não seria diferente. Amantes da Nobre Arte comemorem, Hoje é 19 de Agosto, Dia Mundial Da Fotografia.

O Dia Mundial da Fotografia comemora-se anualmente a 19 de Agosto. A celebração da data tem origem na invenção do daguerreótipo, um processo fotográfico desenvolvido por Louis Daguerre em 1837.
Mais tarde, em Janeiro de 1839, a Academia Francesa de Ciências anunciou a invenção do daguerreótipo e a 19 de Agosto do mesmo ano o Governo francês considerou a invenção de Daguerre como um presente "grátis para o mundo".

Outro processo fotográfico - o calótipo, inventado também em 1839 por William Fox Talbot, fez com que o ano de 1839 fosse considerado o ano da invenção da fotografia.

DAGUEEREÓTIPO

DAGERREÓTIPO
Daguerreótipo é um processo fotográfico feito sem uma imagem negativa.
Foi criada pelo francês Louis Daguerre em 1837 e anunciada em 1839. Foi declarado pelo Governo Francês como domínio público.

O processo da criação de imagens da relidade sem a necessidade de uma imagem negativa recede esse nome em homenágem ao seu criador Daguerre.

METODO DAGARREÓTIPO

Uma lâmina de prata é sensibilizada com vapor de iodo, formando iodeto de prata sobre a lâmina.
Expondo essa lâmina por cerca de 20 a 30 minutos na câmara escura, os cristais de iodeto de prata atingidos pela luz se transformam em prata metálica, de forma a gerar uma imagem latente (onde as regiões da lâmina mais atingidas pela luz formam mais prata metálica e as regiões pouco iluminadas quase não a formam), que pode ser revelada pelo vapor de mercúrio.
A mais conhecida imagem de Edgar Allan Poe foi tirada por um daguerreótipo
 em 1848, pouco tempo antes de sua morte.

O mercúrio reage com o iodeto de prata afetado pela luz, formando uma liga brilhante nas áreas mais claras da imagem. De forma semelhante à reação da exposição do iodeto de prata, o mercúrio reagirá de forma mais intensa nas regiões da lâmina que tiverem sido mais atingidas pela luz, pois é onde se concentra a prata metálica.
A primeira fotografia tirada de Abraham Lincoln também foi por um daguerreótipo.
Foto de 1846 por Matthew B. Brady.

Para fixação da imagem na lâmina, utiliza-se solução de hipossulfito de sódio, que solubiliza o iodeto que não reagiu e, após sua aplicação, a lâmina é lavada em água corrente.
O resultado é um positivo ricamente detalhado, em baixo relevo com infinitas tonalidades de cinza, e sua superfície é tão delicada que tem de ser protegida com um cristal e hermeticamente fechada, evitando o contato com o ar.

O QUE É FOTOGRAFIA

LENTE GRANDE ANGULAR
Fotografia (do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa "desenhar com luz e contraste").

Por definição, é essencialmente a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos.

Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.

A ERA DA FOTOGRAFIA DIGITAL

Canon EOS 1DC
Atualmente, a introdução da tecnologia digital tem modificado drasticamente os paradigmas que norteiam o mundo da fotografia. Os equipamentos, ao mesmo tempo que são oferecidos a preços cada vez menores, disponibilizam ao usuário médio recursos cada vez mais sofisticados, assim como maior qualidade de imagem e facilidade de uso. A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada à facilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têm ampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móvel têm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo.

Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem. 

info: Portal Alarde

HOJE É 19 DE AGOSTO, DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

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Na próxima quarta feira 18/07 o projeto social fotográfico Conversando Fotografia em sua  décima oitava edição receberá o fotógrafo sergipano Lucio Telles




O debate será realizado na quarta-feira, no SESC Centro, às 19h. Para esta edição, Telles foi convidado para falar sobre trajetória que vem desenvolvendo na área de fotografia há 15 anos.


O Fotografo



Lúcio Flávio Teles de Jesus (Lúcio Telles). Nasceu em Aracaju-SE em 16 de maio de 1978. Começou a fotografar em 1997, influenciado pelo seu avô José Eugênio de Jesus, fundador da Associação Sergipana de Imprensa - ASI.

Em 2003, realizou sua primeira exposição individual, intitulada Tabuleiros de imagens, no Espaço Cultural Yázigi. Expôs coletivamente na Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos - ARFOC-SE; na Galeria de Arte Álvaro Santos, na exposição coletiva Aracaju: paisagens e personagens, comemorativa aos 150 anos de Aracaju, realizada pela Sociedade Semear e patrocinada pela Petrobras.

Em 2007 realizou a exposição Tempo Quando, na Mostra Aracaju. Sua produção estrutura-se na fotografia de figuras humanas e paisagens urbanas/rurais, nas quais procura documentar texturas e grafismos próprios da cidade.

Atualmente seu trabalho está focado no nu artístico. O artista já foi fotógrafo free lance de vários jornais de Aracaju, trabalhou para a revista Aracaju Magazine e colaborou em algumas edições da revista Caras. Atualmente trabalha na Secretaria de Planejamento –SEPLAN.

Imagens de Lucio Telles
Da série ‘Vultos’. Foto: Lúcio Teles
‘Fotograffit’. Foto: Lúcio Teles

Do trabalho ‘Contaminações’. Foto: Lúcio Teles
‘Nacos’. Foto: Lúcio Teles

Obra que representa sua produção atual: Invasor final, 2008; fotografia; dimensões variáveis; Aracaju.



Serviço:


Conversando Fotografia – Edição 18 – Lucio Telles


Data: 18 de julho de 2012


Horário: 19h


Local: SESC Centro


Endereço: Rua Dom José Thomáz, 235 – São José – Aracaju – Sergipe.

Projeto ´´ Conversando Fotografia`` receberá Lúcio Teles

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A Revista Fotomania esta promovendo mais um concurso de fotografia, dessa vez ligada à religião. Religião: Um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade e espiritualidade e seus próprios valores morais. Em um dos países mais populosos e diversificados etnicamente, esse tema oferece aos participantes de nosso concurso um vasto campo a ser pesquisado com uma grande infinidade de locais, praticantes e símbolos, para serem fotografados. Participem!

Regulamento - Concurso do Mês O concurso tem o intuito de criar um relacionamento entre os usuários do site e todos os amantes da fotografia, amadores e profissionais. Os interessados deverão ler e se inscrever se acordo com o regulamento abaixo. Boa sorte e bons cliques! Consulte o regulamento

 REGULAMENTO 

Regulamento do concurso

1 – O 1º Concurso da Revista Fotomania é aberto à participação de qualquer pessoa de qualquer região brasileira ou internacional. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente no site da revista www.revistafotomania.com.br, para isso basta se cadastrar e encaminhar suas fotos seguindo os passos descritos no site. Ao enviar suas fotos para a área do concurso automaticamente o usuário já estará participando.

2 – O tema do concurso será explícito na home do site com área determinada para o assunto.

3 – Não serão aceitas fotografias que já tenham sido publicadas, exibidas em público ou recebido algum prêmio.

4 – A responsabilidade de utilização de todo ou qualquer bem de titularidade de terceiros, protegido pela legislação de direitos autorais, cabe inteira e exclusivamente aos fotógrafos participantes. Porém o site não permite que sejam realizados downlouds das fotos inscritas.

5 – Cada fotógrafo poderá inscrever até 10 fotos em cada categoria. Caso sejam premiadas participarão de uma exposição realizada no final de 2012 onde serão expostos todos os trabalhos ganhadores. As premiadas serão solicitadas a entregar ampliações, no formato 10x15cm e deverão ser entregues junto com arquivo digital gravado em cd à Rua Rodolfo Belz, 185 – Morumbi – SP - CEP 05639-010.

6 – As fotos concorrerão no concurso decorrente sendo inscritas até o último dia do mês anterior a veiculação da revista em bancas. E a vencedora será publicada na edição posterior ao concurso. 

7 – Os dados de cada foto assim como o título deverá ser colocado no momento da inscrição em espaço respectivo para cada informação do site.

9 – Para a exposição do final de ano os arquivos digitais das fotos selecionadas pela comissão julgadora serão solicitados pelos realizadores do concurso, para verificar sua condição técnica e para a decisão final das melhores fotos que serão ampliadas para exibição.

10 – As fotos inscritas e as ampliações selecionadas para exibição não serão devolvidas. Também não serão disponibilizadas para download. A utlização da foto só será permitida dentro do nosso site ou em nossa revista impressa com os devidos créditos para o autor.

11 – Não poderão participar como concorrentes os funcionários da Case Editorial e os proprietários e empregados das empresas ligadas ao grupo. Assim como seus parentes de primeiro grau.

12 – Além das premiações mensais dadas ao ganhador de cada concurso Serão conferidos cinco prêmios pré estipulados pela revista para as 5 melhores fotos. Os prêmios serão pessoais e intransferíveis.

14 – O não cumprimento de quaisquer das regras deste regulamento poderá causar, a critério dos organizadores, a desclassificação da fotografia e do participante. O ato da inscrição neste concurso implica na aceitação de todos os itens deste regulamento.

15 – O julgamento das melhores fotos de cada concurso e da exposição final será realizado primeiramente por internautas que elegerão as 30 fotos mais votadas e visitadas, e em seguida um juri competente escolherá dentro de critérios técnicos a melhor foto.

 16- Cabe a Case Editorial selecionar previamente as fotografias antes de serem liberadas no site para que se evite fotos de conteúdo inconveniente ou fora do contexto do concurso.

17 – Qualquer dúvida a ser esclarecida ou modificações neste concurso poderão ser feitas pela Case Editorial por meio de aviso no site. Mas informações podem ser obtidas no site Fotomania (www.revistafotomania.com.br), pelo telefone: 11 3772-4303 ou ainda pelo e-mail: atendimento@fotomania.com.br

Religião é Tema de Concurso de Fotografia da Revista Fotomania

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Você já ouviu falar do formato de fotografias RAW? Se você nunca trabalhou com uma câmera profissional, ou mesmo uma semi, é bem provável que você não esteja familiarizado com este tipo de arquivo, que é considerado um “negativo digital”.
Mesmo sendo tratado como um formato de arquivo, o RAW não é necessariamente isso. Cada fabricante de câmeras possui uma extensão própria para as suas fotografias em RAW, porém a ideia e a forma de tratá-las é sempre a mesma.

"Negativo digital"


(Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Pense um pouco na fotografia analógica. Quando você batia uma foto, era preciso mandar revelar o filme para ter a imagem em mãos. O mesmo acontece com os arquivos RAW, eles não saem prontos da sua câmera, é preciso tratá-los usando um software (como o Photoshop ou o Adobe Lightroom), para que possam então ser utilizados.
Quando você bate uma foto em JPG, a “revelação” acontece antes que imagem seja capturada, através das configurações (manuais ou automáticas) como abertura do diafragma, ISO, temperatura de cor etc. Quando você passa o arquivo da câmera para o computador, apesar de ser possível fazer modificações posteriores, isso não é obrigatório.

O RAW é diferente. Quando você bate a foto, ele captura a cena como ela está sendo vista, sem compressão (por isso os arquivos são enormes, chegando a aproximadamente 30 MB em algumas câmeras) e sem ajustes anteriores. Você tem então a possibilidade de fazer uma edição posterior para ajustar o brilho, as cores, contraste e muito mais. Como um negativo, você só trata a foto depois de batida.

Comparação do antes (embaixo) e do depois (em cima) do tratamento de uma foto RAW (Fonte da imagem: Severin Sadjina)

O que vale a pena usar, JPG ou RAW?

              

Essa pergunta leva a outra, que precisa ser respondida antes: o que exatamente você quer fazer com aquela imagem? Apesar de a ideia de poder ter controle total sobre a imagem ser ótima, isso pode não ser nem útil e nem prático no dia a dia.
Algumas situações que pedem que você use o RAW: quando você está fotografando algo profissionalmente, como um evento ou mesmo um editorial; quando você não tem as condições perfeitas para fotografar (como iluminação e temperatura de iluminação); para retratos; e para criar uma fotografia HDR com um único disparo.

Para capturar todos os detalhes de um retrato, fotografe em RAW. (Fonte da imagem: Meredith Farmer)

Por outro lado, em alguns momentos é melhor optar pelo JPG e sua praticidade: quando você não tem tempo de tratar imagem por imagem posteriormente; quando a foto for destinada apenas para uso na internet; quando você tiver cartões de memória com pouca capacidade de armazenamento e precisar tirar várias fotografias; e quando você tiver que bater várias fotos rapidamente, já que o processamento de uma foto assim demora bastante.

Uma alternativa para os indecisos

Normalmente, no dia a dia, não vale a pena fotografar em RAW, a menos que você seja um fotógrafo profissional. Porém, isso é uma decisão bastante pessoal. Se você gosta de gastar tempo com a edição e quer ter mais possibilidades de mexer nas fotos depois, pode se esquecer do JPG então.
Para quem não consegue se decidir, no entanto, a melhor alternativa é usar o modo RAW+JPG, que captura um arquivo bruto e um compactado. É claro que isso exige cartões de memória com bastante espaço, porém consegue resolver o resto dos problemas.


INFO: TECMUNDO

quando devo usar o formato RAW?

[caption id="attachment_772" align="alignleft" width="300"] Este enquadramento não está no guia, mas é muito utilizado por fotógrafos. (Fonte da imagem: Marius Brede)[/caption]

Uma das principais e mais importantes habilidades de um fotógrafo não é saber o que mostrar na foto, mas sim saber o que esconder. A maior parte das pessoas sabe enxergar cenas que comporiam uma bela imagem, porém o que separa um fotógrafo casual de alguém com um olhar mais apurado é justamente o enquadramento.

Existem dezenas de maneiras de se retratar uma mesma cena, mas, se você souber onde cortar a imagem, ela pode deixar de ser apenas um registro casual para se tornar uma fotografia de revista. Em alguns casos, no entanto, isso é ainda mais importante.

Enquadrando retratos corretamente


Quando você vai enquadrar uma ou mais pessoas em uma fotografia, os conceitos de corte são fundamentais. Além, é claro, de saber como posicionar a pessoa dentro da imagem (veja este artigo sobre a regra dos terços), é importantíssimo saber onde você pode cortar alguma parte do seu corpo.

Por exemplo, em uma fotografia na qual você deseja cortar as pernas das pessoas, você sabe em qual ponto fazer isso sem deixar a foto com um aspecto estranho, parecendo que algo está faltando? Veja o diagrama a seguir para entender como você pode fazer o enquadramento da melhor forma possível:

[caption id="" align="alignright" width="156"] http://www.tecmundo.com.br/[/caption]

Guia de cortes para enquadramento de retratos. (Fonte da imagem: J. Southard)

Como é possível perceber, existem posições do corpo que, quando enquadradas na área de corte, não tiram a naturalidade da fotografia. Porém, as áreas em vermelho mostram áreas que, quando cortadas, criam uma aparência estranha na sua imagem.

Os cortes em laranja mostram enquadramentos que só devem ser feitos se for muito necessário. Apesar de não ser mostrado nessa ilustração, um corte no meio do peito também é válido. Neste caso, os braços podem ficar bem levantados ou completamente para baixo.

Apesar de não existirem regras fixas na fotografia, observar o enquadramento é muito importante e pode sim ser um diferencial na qualidade da sua imagem. Se você tiver dúvidas na hora de fazer o corte, opte pelo padrão: corte na cintura ou no meio da coxa, deixando os braços cortados acima do cotovelo ou inteiros.
FONTE: Tecmundo

Ao Fotografar Uma Pessoa Onde Eu Devo ´´Cortar`` O Enquadramento?

[caption id="attachment_757" align="alignleft" width="350"] a lua estará 14% maior neste sábado, aproveite e fotografe.[/caption]

Você gosta de fotografar a natureza, se sua resposta for sim esta semana os amantes da fotografia terão o prazer d fotografar o grande satelite do no belo plate azul.

A Lua de sábado à noite estará especialmente perto da Terra e vai estar cheia. Por isso, durante o seu nascimento, o astro vai estar maior e mais brilhante.

vamos as dicas

 “Às 5h da madrugada de domingo a Lua vai estar no seu perigeu, no ponto da órbita mais próximo da Terra”, diz ao PÚBLICO Susana Ferreira, astrónoma do Observatório Astronómico de Lisboa. O fato de a aproximação coincidir com uma Lua cheia, torna o fenómeno mais espectacular.

No perigeu, a Lua fica a 363 mil quilômetros de distância, em média, da Terra. No apogeu, quando o astro está mais longe, fica a 405 mil quilômetros. Esta diferença faz com que amanhã a Lua esteja 14% maior e 30% mais brilhante.

Mas a altura melhor para observar esta diferença será umas horas antes, ainda no sábado, durante o nascer da Lua, às 20h09, quando esta parece sempre maior.

O Observatório Astronômico de Lisboa não vai fazer nenhuma actividade de observação devido à nebulosidade anunciada para sábado.

Mas haverá mais oportunidades. Segundo Susana Ferreira, o fenômeno é cíclico. A última vez que aconteceu foi a 19 de Março de 2011 e as próximas oportunidades para se observar uma Lua tão grande serão a 19 de Março de 2013 e em 10 de Agosto de 2014.

Fotos Boas

Ter o prazer de fotografar a lua é um prazer único em se falando de fotografia, mais devemos lembrar de uma coisa: essas dicas são para fotos legais da Lua, mas que não se comparam às fotos feitas com equipamentos para foto de astronomia, ok? São dicas para tentar fazer uma foto bacana mesmo sem ter os equipamentos específicos (e caros) da fotografia de astronomia. Afinal embora as fotos de Lua fiquem muito parecidas (todo mundo está fotografando a mesma Lua, rs) é muito legal fazer a nossa própria :) Vamos às dicas:

A Lua é brilhante, mesmo

A primeira coisa que a gente pensa ao fotografar a Lua é que está de noite, então está escuro. Pois bem: a Lua é muito brilhante, muito mesmo. Então fotografá-la vai ser como fotografar algo de dia! ISO baixo, Velocidade alta, abertura pequena. Veja o Exif da minha foto acima para comprovar.

É por isso que fotografar com qualquer câmera de ajustes automáticos não vai dar certo: a câmera vai “ver” toda aquela escuridão e só um pontinho claro, e vai fotometrar tentando achar o meio tom. O resultado: o céu continuará escuro e a Lua vai virar uma machinha branca no meio daquela escuridão toda. Se você quer crateras, detalhes e definição o segredo é usar o modo manual de ajustes da sua câmera para manter o céu escuro e conseguir os detalhes na Lua.

Se você puder usar o modo de medição (metering modeSpot, melhor: assim o fotômetro interno da câmera vai saber que é justamente aquela bolinha no meio da escuridão que interessa. Se não sabe como mexer nisso dá uma olhada no seu manual :)

Use a Distância Focal mais longa que você tiver disponível

Eu tirei essa foto acima com uma lente 75-300mm, uma lente conhecida por ser de qualidade mediana. Porém os meus amiguinhos que tinham a fodástica 70-200mm não conseguiram uma foto assim :P Embora eu tenha precisado cortar a foto para que a Lua ocupasse mais do quadro, acredito que 300mm é o mínimo para conseguir uma foto bacana (mesmo que seja necessário cortar depois.)

E como estamos falando de tentar usar um equipamento possível para a maioria dos fotógrafos, provavelmente esse valor vai ficar entre 300 e 400mm. Somente fotógrafos de savana africana e astronomia vão ter lentes mais longas que isso no seu kit do dia a dia:)

Então pega lá a lente mais longa (no quesito distância focal, não tamanho rs) e faça sua foto. Depois, vá pro Lightrooom ou pro Photoshop e corta a foto sem medo de ser feliz. A foto acima eu fiz com uma 20d, que tem somente 8.2 mp de resolução e sensor “cropado – qualquer um com uma câmera mais moderna consegue um resultado melhor ainda.

Use um Tripé e Foco Manual

Eu vou ser super sincera: em todo lugar que li sobre isso se dizia para usar o foco manual. Na minha foto eu usei o foco automático e funcionou. Será que foi sorte? Não sei. Mas funcionou. A minha 20d não tem Live View, então fazer o foco manual nela sempre foi bem complicadinho. Já na 7d estou usando o Live View bem mais para fotos estáticas assim: você faz a composição, aproxima bem no Live View, e faz o foco manual. Assim fica perfeito. O tripé é fundamental pra esse foco não ser perdido.

Ps.: você vai precisar mudar a posição do tripé constantemente, a Lua se mexe rapidinho! A cada foto que eu ia tirar a lua ia fugindo do quadro, acho que ela é tímida ;)

Como é possível conseguir aquele efeito de lua enorme?

Algumas fotos que vemos nas revistas mostram uma Lua gigantesca. Mas não é preciso esperar 18 anos para isso: o segredo dessas fotos está na distância focal, e não na distância da Lua.

Lembra que quanto maior a distância focal mais próximos os objetos parecem estar entre si? Então, o mesmo acontece com a Lua: se você está longe de uma paisagem e também está longe da Lua, ao usar uma distância focal super longa a Lua vai parecer maior, pois parecerá mais próxima da paisagem. Mais ou menos como no meu rascunho tosquíssimo abaixo:

[caption id="" align="aligncenter" width="640"] grande lua/Por C. Regina[/caption]

 

Ah: alguns dizem que a Lua fica maior quando está mais próxima do Horizonte, mas isso é pura ilusão de ótica. Como nossas lentes não se iludem oticamente como nossos olhos, isso não faz diferença para a fotografia :)

Encontrei algumas fotos que exemplificam bem a técnica no Flickr, mas são com direitos reservados, então só vou linkar:

1. Esta foto foi feita com uma 10mm, vê como a Lua aparece pequenina?

2. Esta foto, embora com uma qualidade baixa, mostra exatamente o que acontece se ao invés de 10mm você usar uma 400mm: a Lua parece enorme (ela foi cortada, mas dá para ter ideia.)

3. E, para comparação, esta é uma foto totalmente impossível e Photoshopada.

Agora você saberá distinguir uma foto de Lua + Paisagem photoshopada ou real :) Essa aqui, por exemplo, não tem Exif (maltidos fotógrafos que desabilitam o Exif no Flickr), mas tenho (quase) certeza que é verdadeira.

Mesmo ficando sempre bem parecidas é muito divertido fazer a própria foto da Lua. Vamos aproveitar que ainda estamos na Lua cheia e bora fotografar!

Para quem mora em Aracaju  poderá se dirigir até o planetário para observar através de telescópios esse lindo fenômeno, no endereço abaixo.

Instituição: SEMED - Secretaria de Educação do Município
Endereço: Av. Oviêdo Teixeira, 51
Estado: SE Cidade: Aracaju Bairro: Jardins CEP: 49.026-100
Telefone: 79 3217-3370
Web Sitehttp://www.cctecaplanetario.blogspot.com/.

Quer Fotografar a Lua ... Amanhã é o Dia Certo Para Isso.








Adobe lançou oficialmente a nova versão do maior editor de imagens de todos os tempos. O Photoshop CS6 (Creative Suite 6) já está disponível para pré-venda no mercado internacional. Com o lançamento, muitos recursos excelentes foram disponibilizados – ou melhorados – para os designers profissionais.

Uma das principais novidades é a Adobe Creative Cloud, um serviço (pago) em nuvens que permite a sincronização de arquivos em tempo real. Isso significa que os assinantes vão poder desfrutar de ferramentas de edição nos mais diversos equipamentos – computadores e tablets com iOS ou Android –, tendo os arquivos atualizados automaticamente. Confira as principais novidades do aplicativo:

Aceleração por GPU


Como já noticiamos anteriormente, a versão CS6 do Adobe Photoshop é programada especialmente para ter alguns recursos processados diretamente na GPU – graças ao Mercury Graphics Engine. Com isso, o editor de imagens deve ser muito mais rápido no processamento de filtros e aplicação de máscaras, por exemplo.

Criação de vídeo


Com a nova versão do Adobe Photoshop, os usuários vão poder realizar pequenas e rápidas edições de vídeos com o software. Logicamente, há muito menos recursos para isso do que os existentes no Adobe Premiere, mas o sistema pode ser ideal para quem precisa realizar apenas rápidas edições e criações de clipes simplificados.






Quanto custa a nova versão?


Para quem quiser comprar o novo Photoshop CS6, o aplicativo começa a ser vendido já no próximo mês. O preço será de 699 dólares (1.320 reais) para os novos consumidores, havendo desconto de valor ainda não anunciado para quem possui versão CS5. Também é possível realizar o “aluguel” mensal do software, que custa US$ 19,99 para o contrato anual e US$ 29,99 para meses individuais.

O Adobe Creative Cloud também pode ser adquirido em pacotes anuais, que custam US$ 49,99 por mês. Quem optar por meses individuais vai precisar gastar US$ 74,99 pelo serviço de nuvens da Adobe, que oferece sincronização para os aparelhos e 20 GB de capacidade de armazenamento.


INFO: TECMUNDO

Adobe Photoshop CS6 Ganha Data De Lançamento E Preço

[caption id="attachment_727" align="aligncenter" width="800" caption="Robert Doisneau(A esquerda) e André Kertész em 1975"][/caption]

A Arte de fotografar ou desenhar com a luz existe a pouco mais de 180 anos desde o surgimento da primeira fotografia reconhecida no ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce, e no dia de hoje – sábado 14 de abril de 2012 – comemoramos os 100 anos de nascimento de mais um francês que revolucionou a fotografia, não por criar novos equipamentos ou novas técnicas, mais por criar um novo conceito visual na fotografia ao recriar cenários naturais simplesmente misturando as classes sociais da França na hora de conceber a imagem, Robert Doisneau  é o seu nome.



Robert Doisneau (14 de abril de 1912 - 1º de abril de 1994) foi um famoso fotógrafo nascido na cidade de Gentilly, Val-de-Marne, na França. Era um apaixonado por fotografias de rua, registrando a vida social das pessoas que viviam em Paris e em seus arredores, mas também trabalhou em fotografias para publicações em revistas, assim como a famosa fotografia "O Beijo do Hotel de Ville" (Paris, 1950).


Carreira

Doisneau foi um dos fotógrafos mais populares da França. Era conhecido por sua modéstia e imagens irônicas, misturando as classes sociais das ruas e cafés de Paris. Influenciado pela obra Atget, de Andre Kertész e Cartier Bresson, Doisneau apresentou em mais de vinte livros uma visão encantadora da fragilidade humana e da vida como uma série de momentos calmos e incongruentes.

"As maravilhas da vida cotidiana são tão emocionantes. Nenhum diretor de filmes pode organizar o inesperado que você encontra na rua". Robert Doisneau.



Prêmios e Comemorações

Robert Doisneau foi nomeado Cavaleiro da Ordem da Légion d'honneur em 1984. Ele ganhou vários prêmios ao longo de sua vida, incluindo:

Prêmio de Balzac , em 1986 ( Honoré de Balzac )

Grand Prix National de la Photographie , em 1983

Prêmio Niépce em 1956 ( Nicéphore Niépce )

Prêmio Kodak em 1947

O curta-metragem, "Le Paris de Robert Doisneau", foi feita em 1973.

Em 1992, a atriz e produtora francesa Sabine Azéma fez o filme Bonjour Monsieur Doisneau.

A Maison de la Photographie Robert Doisneau em Gentilly, Val-de-Marne , é uma galeria fotográfica batizada em sua homenagem.

Em honra da sua fotografia de "cultura de rua das crianças, há várias" Ecole Primaire ( Escolas Primárias ) em sua homenagem. . Um exemplo é a Véretz (Indre-et-Loire).

Muitos dos seus retratos e fotos de Paris a partir do final da II Guerra Mundial até os anos 1950 foram transformadas em calendários e postais e tornaram-se ícones da vida francesa.

Hoje A Fotografia Comemora O Centenário De Robert Doisneau.

 

...

Por Felipe Arruda








Na hora de tirar uma foto, é importante prestar atenção não apenas no enquadramento, mas também na iluminação da cena e na quantidade de luz que deve ser capturada pela câmera. Ambientes mal iluminados, por exemplo, podem resultar em imagens escuras e sem vida. Por outro lado, caso a cena esteja iluminada demais, você corre o risco de acabar com uma fotografia tão branca que encobre detalhes importantes da imagem.

Para contornar esse tipo de situação, há uma configuração da câmera conhecida como F-Stop. No geral, esse tipo de ajuste acaba causando alguma confusão em fotógrafos iniciantes ou amadores. Felizmente, um vídeo enviado recentemente para o YouTube ajuda a decifrar os segredos por trás dessa “magia” tão assustadora. E como a narração está em inglês, vale a pena detalhar os conceitos explicados por Dylan Bennett, o autor da vídeo-aula.

O que são os números F?


[caption id="attachment_702" align="aligncenter" width="454" caption="Iris e abertura definiem a quantidade de luz capturada pela câmera"]Iris e abertura definiem a quantidade de luz capturada pela câmera[/caption]

Grosso modo, o F-Stop é uma configuração que permite controlar a quantidade de luz que entra na câmera através das lentes. Para isso, existem dois mecanismos que imitam, de certa maneira, o comportamento do olho humano: a íris, que define a quantidade de luz permitida, e a abertura, por onde a luz efetivamente entra.

Quando a abertura está grande demais, ela recebe muita luz. Quando está pequena, pouca. Para definir com mais precisão o quanto ela deve estar aberta, existe uma escala conhecida como Números F.

[caption id="" align="alignleft" width="410" caption="A escala F dobra ou diminui pela metade a quantidade de luz recebida pela câmera"]A escala F dobra ou diminui pela metade a quantidade de luz recebida pela câmera[/caption]

Com essa escala, você pode dobrar ou reduzir a quantidade de luz que será usada para a fotografia. Quando a abertura possui um diâmetro de 20 mm, por exemplo, significa que a área total de captura de luz é de 314 mm². Assim, o próximo valor da escala teria área de 628 mm² e diâmetro de 28 mm (diâmetro anterior multiplicado pela raiz quadrada de 2).

A princípio, essa escala parece ser suficiente para o fotógrafo. Caso ele queira muita luz, usa o diâmetro de 40 mm; se não, de 20 mm ou mais baixo. Mas há um porém: a escala não funciona da mesma forma para todas as lentes. Ou seja, fotografias tiradas com abertura de 20 mm, por exemplo, acabam capturando quantidades diferentes de luz, de acordo com o a lente usada pelo fotógrafo.

Como as lentes alteram os números F


[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="A lente utilizada altera a quantidade de luz recebida pela abertura"]A lente utilizada altera a quantidade de luz recebida pela abertura[/caption]

Basicamente, a abertura aumentará de acordo com a distância focal, comprimento necessário entre o sensor e a lente para que o foco da imagem esteja correto. Se ao usar uma lente com distância focal de 40 mm o fotógrafo precisa de uma abertura de 20 mm, por exemplo, ele terá que aumentar esse valor para 40 mm caso passe a usar uma lente maior, com distância focal de 80 mm. Portanto, o tamanho da abertura não é o único fator a determinar quanta luz será capturada.

No exemplo acima, podemos ver que diferentes configurações de distância focal e abertura podem resultar na mesma quantidade de luz a ser capturada. Essa quantidade, descrita na imagem com um número em azul, é o valor da escala F.

Assim, temos três valores diferentes nessa escala: o diâmetro da abertura (D), a distância focal (F) e o F-Stop (x), ou seja, a quantidade de luz capturada pela relação entre esses dois valores. Se pudéssemos estabelecer uma fórmula para isso, ela seria: F/D = x. Com base nela, é possível também calcular o diâmetro: se temos a distância focal de uma lente e sabemos quanto de luz queremos capturar, podemos aplicar esses valores à fórmula F/x = D.


Memorizando a escala F


[caption id="" align="alignright" width="379" caption="Aprenda um truque para memorizar a escala F com mais facilidade"]Aprenda um truque para memorizar a escala F com mais facilidade[/caption]

Essa última fórmula se assemelha bastante à maneira como a escala F-Stop é apresentada para o fotógrafo (f/2, f/1.4 etc). E o mais importante por trás da matemática apresentada no vídeo é entender que, quanto menor o valor do F-Stop, maior é o diâmetro da abertura, ou seja, quanto menor o F-Stop, maior é a quantidade de luz capturada.

A escala é um pouco confusa e pode ser difícil de ser memorizada. Para facilitar, Dylan Bennett apresenta um truque. Primeiro, escreva apenas os valores inteiros da escala: 1, 2, 4, 8, 16 e 32. Depois, para definir os valores intermediários, repita o primeiro número e dobre o segundo. Por exemplo, entre o 1 e 2, fica o 1.4; entre o 2 e o 4, fica o 2.8 e assim por diante. Os valores maiores, como o 11 e o 44, são arredondados e, por isso, perdem a casa decimal.

Informações finais


[caption id="" align="alignleft" width="379" caption="Lentes rápidas capturam mais luz do que lentes lentas (Fonte da imagem: )"]Lentes rápidas capturam mais luz do que lentes lentas (Fonte da imagem: )[/caption]

Com base no descrito acima, aprendemos que, ao descer na escala F-Stop, estamos aumentando a abertura e, ao subir, diminuindo-a. Assim, quando você ouvir que um fotógrafo está usando uma lente “rápida”, quer dizer que essa lente permite uma abertura grande, enquanto que uma lente “lenta” permite aberturas pequenas, restringindo mais a entrada de luz.

Sendo assim, a velocidade do obturador pode ser rápida ao usar lentes rápidas, já que mais luz está sendo captada e, portanto, talvez não seja interessante deixar o obturador aberto por muito tempo. Com lentes lentas, a velocidade do obturador deve ser maior: pouca luz sendo capturada por mais tempo.

Especificações de lentes


Com essas informações em mente, já é você é possível entender as especificações de uma lente na hora de comprar equipamentos para a sua câmera. Normalmente, as lentes indicam o diâmetro da abertura máxima permitida por ela e o número F. Sendo assim, caso você esteja em dúvida entre uma lente de 80 mm e F/4 ou uma de 55-200 mm e F/4-5.6, já conseguirá perceber que a segunda é mais lenta do que a primeira e, com base nisso, fará a melhor escolha para as suas necessidades.


via: http://www.tecmundo.com.br

Aprenda o que é e como usar o F-Stop

Para entendermos o que são sensores FullFrame e APS-C, precisamos antes conhecer um pouco do passado. O formato APS foi criado pelas principais marcas do mercado (Canon, Fujifilm, Kodak, Minolta e Nikon) com três “modelos” diferentes, são eles:

* APS-H = HDTV (Tamanho 30,2 x 16,7 mm e formato com proporção 16:9)

* APS-C = Classic (Tamanho 25,1x16,7mm e formato com proporção 3:2)
* APS-P = Panorama (Tamanho 30,2x9,5mm e formato com proporção 3:1)

Cada um tipo de filme era voltado para uma finalidade, sendo que todos possuíam duas trilhas magnéticas para áudio integradas. Os sensores APS-C possuem o mesmo tamanho (e por consequência o mesmo formato) dos filmes APS-C.

Image

 

Já os sensores FullFrame possuem essa denominação por terem o mesmo tamanho de um filme 135 ou comumente chamado de filme 35mm (Tamanho 36x24mm e formato com proporção 3:2).

O que é fator de corte (ou fator de crop)?

O que é o tal fator de corte/crop que todo mundo fala? Todos em algum momento de sua vida já se perguntaram o que é o fator de corte de uma câmera (na verdade do sensor), o fator de corte é uma coisa muito simples que muitos mitificam.

FullFrame x APS (Foto: Luciana Vieira)

Imagine uma imagem feita em um filme 35mm, o fotograma possui tamanho de 36x24mm, agora pegue este fotograma e corte-o para ficar no tamanho de um filme APS-C 25,1x16,7mm, você terá um fotograma menor e como resultado, um ângulo de visão da cena fotografada menor que a anterior.

Isto é o fator de corte que todos falam e que varia de acordo com os fabricantes, nas câmeras DSLR da Nikon este fator é 1,5 e nas Canon é de 1,6 pois varia o tamanho do sensor de acordo com o fabricante.

Para que isso serve?

Na prática, não serve para muita coisa, pois não fará diferença importante em suas fotos, porém não pense que esta informação é 100% inútil, servirá para você saber que o ângulo de visão de sua objetiva quando usada em um sensor menor será menor, seja ele APS-C ou outro qualquer menor que um FullFrame.

Sensor FullFrame (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)Com sensor FullFrame a imagem tem um ângulo maior e pode alcançar mais objetos em volta. (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek).

Por exemplo, uma lente 50mm tem um ângulo de visão xº em uma câmera FullFrame, se utilizada em uma câmera com sensor menor com fator de corte/crop de 1,5, este ângulo de visão será menor e equivalente a uma objetiva de 75mm num sensor FullFrame.

Sensor APS-C (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)Com o sensor APS-C, a imagem "perde" ângulo e "ganha" zoom causados pelo corte devido ao tamanho do sensor. (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)

Isso não significa que você terá uma objetiva de 75mm, você possuirá uma lente de distancia focal de 50mm, o que muda é única e exclusivamente o ângulo de visão. É como se você pegasse o negativo de um filme 35mm e cortasse, só que este corte foi feito na hora da captura pelo fato do sensor (ou filme) ser menor que um sensor FullFrame (ou filme 35mm).

Quais as diferenças entre sensores FullFrame e APS-C

Algumas pessoas "babam" em fotos de contraluz achando que é um bicho de sete cabeças, mas não é. O efeito é até mais simples do que a maioria imagina. Contraluz  é exatamente o que isso quer dizer: a fonte de luz está atrás do objeto fotografado, ou seja, na sua frente, contra você.

Imagens de silhuetas demonstram o quão interessante pode ser quebrar as “regras” da fotografia ocasionalmente. É relativamente fácil fotografar silhuetas em contraluz – muitos fotógrafos novatos fazem isso o tempo todo. Eles apenas não fazem sempre de propósito.

Aproveite a iluminação natural do outono, quando os raios solares costumam incidir de forma mais inclinada e consequentemente proporcionam um melhor ambiente para fotos em contraluz.

Você vai precisar saber controlar a luz e nada mais ficando de olho na *fotometria que, basicamente, é a medição da quantidade de luz que está iluminando o fundo, porém a luz vinda de trás do fotógrafo precisa ser nula ou bem próximo disso, caso contrário, iluminará o objeto/sujeito fotografado. Faça isso mudando (e ajustando) a velocidade do obturador e a abertura em sua câmera.

[caption id="attachment_666" align="aligncenter" width="620" caption="Contraluz ao ar livre (Foto: Reprodução/QHPhotography)."]Contraluz ao ar livre (Foto: Reprodução/QHPhotography).[/caption]

Escolha o objeto ideal

O que você deve registrar como silhueta? Se as condições de luz estiverem boas, você pode transformar praticamente qualquer objeto em silhueta, mas nem todo objeto terá uma boa aparência como uma sombra. Lembre-se que uma silhueta não tem muitos detalhes – são apenas traços preenchidos pela sombra.

Consequentemente, você deve procurar por objetos que possuam formas marcantes e de fácil reconhecimento. Um objeto complexo pode não funcionar, especialmente se você precisar ver detalhes para entender o que significa.

[caption id="" align="alignleft" width="350" caption="Escolha objetos que mesmo escuros são fáceis de identificar"]photographsilhouette_bird.jpg[/caption]

Configure sua câmera


Você pode obter bons resultados com qualquer câmera e qualquer tipo de controle de exposição. Primeiramente, desligue o flash da câmera, pois você não quer nenhum tipo de luz atrapalhando sua composição. Em seguida, ajuste o modo de exposição. Não há necessidade de ficar configurando muitas coisas também; você pode deixar sua câmera no modo automático.

Porém, o ideal seria tirar o melhor proveito da função exposição de sua câmera. Como alguns sabem, virtualmente todas as câmeras digitais ajustam a exposição quando o botão do obturador é pressionado pela metade. Isto permite que você aponte a câmera onde quer que a mesma meça a exposição e então fique “livre” para arrumar a composição da foto.

Mas e se sua câmera não possuir uma função de exposição? Então você pode tentar usar o compensador de exposição. Tire uma foto normalmente, mas ajuste a compensação da exposição da câmera (geralmente abreviada como EV) para -2 ou -3. Isto deixará a foto subexposta, deixando o objeto mais escuro. Será necessário você fazer alguns testes variando o EV até conseguir o resultado esperado.

Mantenha o foco no objeto

Claro, você também quer manter o foco e, para melhores resultados, o ideal é deixar o objeto o mais nítido possível. Se o seu objeto estiver longe o suficiente, não haverá problema, pois quando a exposição for ajustada com o fundo de luz, ela deixará o foco como infinito e você terá boas imagens. Mas se o objeto estiver muito próximo, ele estará em um alcance focal diferente do background, e sua silhueta ficará borrada.

A solução? Verifique no manual da sua câmera se existe alguma forma de selecionar a exposição e o foco separadamente. Se tiver, use esse modo para evitar que o foco busque apenas o background quando você ajustar a exposição.

[caption id="" align="alignleft" width="350" caption="Configure a câmera para obter um bom equilíbrio entre foco e exposição"]photographsilhouette_garoto.jpg[/caption]

Se isso não for possível, mude a configuração de sua câmera para foco manual e defina a focagem do objeto você mesmo. Pode não ser tão conveniente quanto uma focagem automática, mas fará uma grande diferença em sua foto.


Em ação

Agora é hora de colocar tudo isso em prática. A melhor forma de começar a fotografar uma silhueta em contraluz é posicionar-se corretamente, para que o objeto fique entre você e o fundo iluminado, como o céu ou luzes artificiais.

Aponte a câmera diretamente para a parte mais iluminada da cena e pressione pela metade o botão do obturador, para que a mesma ajuste a exposição.

Então, enquanto segura o botão do obturador pela metade, recomponha sua imagem e fotografe. Se tudo correr bem, você terá a sombra de um objeto, já que a exposição foi calculada com base no background mais claro.

Mas se o seu objeto não ficou muito bem demarcado, você pode tentar novamente dessa vez subexpondo ainda mais a imagem, utilizando o controle de exposição compensada de sua câmera.(info: PCWorld)

Podemos usar fontes de luz diferentes para fazer o mesmo efeito, mas sempre lembrando que não podemos iluminar o objeto/sujeito fotografado a partir da posição da câmera.

Passo 1. Em um ambiente externo, como uma praia, coloque o modelo em uma posição em que o sol fique por trás do fotografado;



Passo 2. Faça com que a fotometria encontre maior quantidade de luz, por exemplo, na areia ou no horizonte atrás do modelo;

Passo 3. Enquadre a foto e pronto, é só clicar!

* O que é: Fotometria é o controle da quantidade de luz que passará para o sensor da câmera ao mudar valores de abertura e velocidade.


O Que É Contraluz?







Muita gente gente já viu na internet principalmente aquelas imagens onde tudo parece ser de brinquedo não é, mas vocês já se perguntaram como são feitas essas imagens ... não?

Trata se de uma técnica conhecida como conhecida como tilt-shift, e para demostrar melhor essa técnica, estamos trazendo até vocês esse vídeo que foi feito usando ela. o filme acaba “brincando” com o tamanho aparente de carros alegóricos, belezas naturais e até dos moradores da Cidade Maravilhosa, mostrando tudo isso em uma versão miniaturizada.
De acordo com o perfil da produtora AD Studio no Twitter, os fotógrafos Jarbas Agnelli e Keith Loutit, da Austrália, capturaram 167.978 fotos em cinco dias de carnaval. Depois disso, as imagens foram tratadas e animadas, além de terem sido complementadas pela trilha sonora composta por Jarbas para o filme. O resultado impressionante pode ser conferido no vídeo acima.

Você já conhece a fotografia em Tilt-Shift, agora vai conhecer osvídeos.

[caption id="attachment_650" align="alignleft" width="300" caption="SESC apresenta a primeira edição do Ciclo de Fotografia"]SESC apresenta a primeira edição do Ciclo de Fotografia: Teoria, Técnica e Poética.[/caption]

O SESC abriu inscrições para o Ciclo de Fotografia: Teoria, Técnica e Poética, que tem como base teórica o trabalho do fotógrafo Henri Cartier-Bresson, no qual diz que fotografar é alinhar a mente, o olho e o coração.

Dividido em cinco módulos independentes, o curso acontece nas instalações do SESC entre os meses de março a junho deste ano e objetiva ampliar o raio de visão e ação dos fotógrafos amadores ou profissionais, sob o auxílio e orientação da fotógrafa Renata Voss e da pesquisadora de poéticas fotográficas Ana Carolina.

Renata Voss é fotógrafa e mestranda em Artes Visuais em Processos Criativos pela Universidade Federal da Bahia, já Ana Carolina pesquisa poéticas fotográficas e é doutoranda em Comunicação Social, na linha de Pragmáticas da Imagem pela Universidade Federal de Minas Gerais.

O Ciclo começa com um Café Cultural realizado no dia 28/03, às 18h, na Galeria de Arte do SESC localizada na rua Dom José Thomaz, 235. O investimento por módulo para comerciário é R$ 25,00, para conveniado R$30,00 e para os usuários R$40,00. Informações e inscrições 3216-2727 ou através do site www.sesc-se.com.br | ciclodefotografia.wordpress.com

Saiba mais sobre cada módulo.

PRÁTICA FOTOGRÁFICA: De 28 a 30 de março e 02 e 03 de abril de 2012, das 18 às 22h. Facilitadora: Renata Voss Chagas. Proposta: Permitir que os alunos desenvolvam seu próprio olhar fotográfico, através de técnicas de manuseio da câmera (obturador, diafragma, fotometria, tipos de objetivas), dos princípios e especificidades da fotografia digital, da composição fotográfica, etc. Observação: É necessário que cada aluno tenha câmera fotográfica.

PANORAMA HISTÓRICO DA FOTOGRAFIA: De 30 de abril e de 01 a 04 de maio, das 18 às 22h. Facilitadora: Ana Carolina Lima Santos Proposta: Apresentar os principais movimentos da história da fotografia a fim de torná-los fontes de referência e inspiração para a atividade fotográfica.

PROJETO FOTOGRÁFICO AUTORAL: De 21 a 25 de maio, das 18 às 22h. Facilitadora: Renata Voss Chagas. Proposta: Orientar os alunos no desenvolvimento de um projeto fotográfico autoral através das seguintes etapas: discutir a fotografia em uma perspectiva artística; apresentação e discussão de projetos pessoais dos alunos, tendo como base o planejamento, a execução, a edição e a escolha do modo de apresentação. Observação: É necessário que cada aluno tenha câmera fotográfica.

TEORIA E CRÍTICA DA IMAGEM FOTOGRÁFICA: De 04 a 08 de junho, das 18 às 22h: Facilitadora: Ana Carolina Lima Santos. Proposta: Possibilitar que os alunos pensem a fotografia sob dimensão mais profunda enquanto signo e linguagem. Para tanto, serão abordadas de formas sucintas, as teorias clássicas e contemporâneas da fotografia.

FOTOGRAFIAS EM SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS: De 23 a 27 de julho, das 19 às 22h. Ministrantes: Ana Carolina Lima Santos e Renata Voss Chagas. Proposta: Nesse módulo, os alunos serão apresentados à multiplicidade do universo fotográfico a partir da imersão nas obras de grandes fotógrafos, em torno das quais se discutirão as diferentes abordagens da fotografia como forma expressiva dentro das mais diversas áreas, como a fotografia publicitária, jornalística, documental e artística (com foco em projetos autorais). Serão enfatizadas, nesse sentido, as dimensões teóricas, técnicas, comunicacionais e criativas do trabalho do fotógrafo na contemporaneidade.

O SESC abre inscrições para o projeto ´´Ciclo de Fotografia``

Nível: Básico
Equipamento necessário: uma câmera digital com controles manuais
Número de passos: 5

Há pelo menos cinco dicas importantes para você conseguir um registro único com a sua câmera digital (seja ela DSLR ou compacta) do belo cenário que se forma no final do dia. A mais importante delas é descobrir — seja lá em qual lugar você estiver, por volta das 18h — que sempre haverá um motivo para você levar a sua câmera "para passear'. O TechTudo ensina a você tirar uma boa foto do pôr do sol. Confira os passos abaixo:
Passo 1 - Escolha um ponto de partida para a sua foto. A praia é um dos lugares mais escolhidos para registrar o pôr do sol, mas há outros: Fortes (fortalezas erguidas à margem de baías) e lugares amplos, com visão aberta e livre em direção ao motivo principal da sua foto.
Passo 2 - Mantenha a mão parada ou use o tripé. Mesmo que a sua câmera tiver estabilizador de imagem, responsável por evitar tremulações, vale manter a máquina estática. A dica também vale para qualquer fotografia que exija ponto de parada fixa: tipo fotografia de paisagem, por exemplo.

Passo 3 - Não superexponha a sua imagem. Trocando em miúdos, não deixe a foto cheia de luz. Prefira uma abertura alta, diafragma fechado (entre F8 e F12) para que a câmera não receba tanta luz na hora da captura da foto e não fique superiluminada.

Pôr do sol.Vista do Forte de Santa Cruz, Niterói, RJ. (Foto: Flávio RB)
Passo 4 - Pense antes de clicar. Imagine a foto antes de apertar o disparador. O que leva o nome de composição fotográfica é a ideia da imagem ponta na mente do fotógrafo e com tudo o que o cenário pode oferecer de interessante para deixar a fotografia mais atraente.

saiba mais

Apontar e disparar pode não ser tão simples quanto parece
Papo rápido sobre velocidade e abertura
A composição inclui a regra dos terços, que diz para colocar a imagem no "vértice do jogo da velha" e posicionar melhor o seu elemento.

A regra destrói o princípio da centralização dos objetos, desconsiderando outros elementos também importantes para a imagem. Leia mais sobre composição aqui.

A regra dos terços também evita fotografias tortas. Por isso, deixe a câmera no horizintal, quando for fotografar o horizonte, (exemplo: fotos de paisagem) e na vertical quando for fotografar objetos altos, como prédios, por exemplo.

Passo 5 - O trio (diafragma, obturador e ISO ) precisa estar em harmonia. A dica aqui é desconfiar do mecanismo automático da sua câmera, que nem sempre aponta a configuração adequada para o contexto da fotografia.

A percepção da quantidade, controle e entrada de luz depende do fotógrafo. Mas ficam as dicas: ISO 100, diafragma F12 ou maior, e velocidade do obturador alta (entre 250 e 800) podem ser a boa configuração para uma foto do pôr do sol.

Para a era das digitais, vale usar a tecnologia a seu favor, dê uma espiada no LCD para conferir o resultado do seu clique.

COMO FOTOGRAFAR O POR DO SOL

 

 

[caption id="attachment_642" align="aligncenter" width="640" caption="Você sabe como essa imagem foi criada? (Fonte da imagem: Ashley Adkins)"]Você sabe como essa imagem foi criada? (Fonte da imagem: Ashley Adkins)[/caption]

Que tal usar os seus conhecimentos fotográficos para se divertir com os seus amigos? Você sabe como a fotografia acima foi batida para que parecesse que os rapazes estão presos dentro de um tênis gigante no meio do deserto de sal boliviano? A resposta é mais simples do que você pode estar pensando.

COMO CRIAR ILUSÕES DE ÓTICA USANDO A PESPECTIVA



Viagens são ótimas oportunidades de se colocar em prática os conhecimentos fotográficos adquiridos. Afinal, o tempo é, na maior parte das vezes, curto e as situações são bastante diversas. Capturar uma imagem que consiga passar toda a emoção da viagem pode ser uma tarefa bastante desafiadora, mas algumas dicas podem ajudar você a conseguir melhores resultados.



Alguns detalhes podem tornar as suas fotos de viagem muito mais atraentes (Fonte da imagem: Cuba Gallery)

O primeiro ponto a se avaliar é o objetivo da viagem. É claro que se você está indo a negócios, terá bem menos tempo para fotografar do que se estivesse indo a passeio, mas nem por isso as suas fotos precisam ser feitas às pressas e sem cuidado. Tudo depende do planejamento e do seu comprometimento com a agenda feita.

Planeje cuidadosamente a viagem


Essa dica é muito mais fácil de ser seguida se você estiver viajando sozinho, já que em grupo existem mais pessoas para opinar nos roteiros e, para agradar a todos, geralmente os passeios são feitos rapidamente. Tente prever cuidadosamente os locais pelos quais você irá passar e leia sobre eles anteriormente. Veja fotografias e tente descobrir mais sobre a região, para saber o que esperar.

COMO TIRAR BOAS FOTOS NAS SUAS VIAGENS



Há algum tempo não escrevo uma daquelas colunas com perguntas e respostas, principalmente porque não tem aparecido muitas dúvidas novas no nosso forum de fotografia. Mas as últimas que surgiram, tanto lá quanto aqui nos comentários do blog, giram todas ao redor de um mesmo tema: o desempenho das câmeras digitais em fotos noturnas. Vejam só:

Estou em duvida sobre câmeras que posso comprar. tenho uma DSC -W125 7.2 mega. Gosto dela, mais não é muito boa para fotografar a noite. Qual seria a câmera que você escolheria?  – Joana

Para fotografar bem com pouca luz, existem dois fatores gerais e outros mais específicos. Em primeiro lugar, precisamos de uma lente de grande abertura máxima, representada por um número pequeno, como f/2,8 ou inferior (confira a coluna sobre exposição para entender por que). Aliás, à medida que a distância focal aumenta, é normal a abertura máxima diminuir, então evite usar o zoom em fotos noturnas. De modo geral, quanto mais grande-angular, mais luz a lente capta.

Além disso, um sensor capaz de captar mais luz, por meio de um ISO elevado, faz toda a diferença – o único problema é que isso freqüentemente se traduz em níveis de ruído inaceitáveis, então é bom consultar testes práticos da câmera em questão para ver se aquele ISO 6400 produz fotos de qualidade aceitável ou se só faz sentido em situações de desespero. Vale lembrar que a escala de ISO é exponencial (100, 200, 400, 800, 1600, 3200 e assim por diante), então o ISO 6400 não é 64 vezes melhor que o ISO 100, como se poderia acreditar.

Já em relação aos fatores específicos, coisas que podem ajudar são a presença de uma sapata para flash externo e controles manuais ou modos de exposição que permitam usar uma velocidade baixa. Obviamente, isso nem sempre resolve, pois existem situações em que o flash não é permitido ou desejado e outras em que o movimento da cena impede o uso de velocidades menores.

Para fotos de uma festa, por exemplo, um bom flash apontado para o teto ou equipado com um difusor faz maravilhas (vide o equipamento dos fotógrafos de casamento). Já para uma paisagem pouco movimentada, a combinação de um tripé (mesmo que improvisado) com a velocidade baixa costuma ser a melhor opção, mas um estabilizador de imagem também pode ajudar. E se a foto for de uma pessoa à frente da tal paisagem, lembre-se do modo slow sync, que dispara o flash mas mantém o obturador aberto para capturar o fundo.
(Fonte da imagem: divulgação/Raytrix)

Por mais que exista tecnologia empregada, a arte de fotografar ainda precisa de qualidade do fotógrafo para que o resultado seja bom. Quem é que nunca esmerou-se para conseguir capturar uma imagem e depois percebeu que borrões deixaram o resultado muito aquém do esperado? Pois as lentes plenóticas estão aí para mudar essa história.

Com esse tipo de lente, as câmeras não captariam apenas uma fotografia, mas sim várias deles, somando-as para os resultados melhores possíveis. A câmera Raytrix R11 é a primeira a ser criada com as lentes, para uso comercial. Ao todo, são 40 mil lentes microscópicas combinando pixels para que o sensor consiga criar a melhor imagem possível.

Com isso, os fotógrafos podem dar adeus a borrões nas fotografias. Outros recursos interessantes da R11 são a possibilidade da captura de imagens tridimensionais e a criação de vídeos com o mesmo padrão 3D. Por enquanto, as imagens serão de apenas 3 megapixels e os vídeos não passam dos 6 frames por segundo. Mesmo assim, a Raytrix R11 é um trunfo da tecnologia.

(Fonte da imagem: divulgação/Raytrix)

O que incomoda um pouco é o preço: 30 mil dólares. Espera-se que em alguns anos a história mude bastante com o desenvolvimento de mais câmeras utilizando lentes plenóticas. Há também rumores de que a Adobe estaria trabalhando em uma versão do Photoshop especializada nesse tipo de câmera

via  tecmundo