Mostrando postagens com marcador FOTOGRAFIAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FOTOGRAFIAS. Mostrar todas as postagens
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Desde a ultima quarta-feira (11/07), estão abertas as inscrições para o 2º Salão de Fotografias da Galeria de Artes Álvaro Santos (GAAS), em Aracaju.

Até o próximo dia 26, os interessados devem, pessoalmente, levar no máximo dois trabalhos [60 x 40 preto e branco ou colorido] autorais à sede da GAAS. Para participar do Salão, o fotógrafo não precisa pagar nenhum tipo de taxa e não pode ter realizado nenhuma exposição individual na GAAS.

No dia 27 deste mês um júri formado por dois fotógrafos e um artista plástico irá selecionar os trabalhos que, durante o mês de agosto, ficarão expostos na instituição. No dia 7 de agosto será realizada a abertura do Salão, quando também serão premiados os três melhores trabalhos. O valor de R$ 2,5 mil será pago para o vencedor, R$ 2 mil para quem ficar no segundo lugar e R$ 1,5 para o terceiro colocado.
Todas as obras selecionadas, além das três primeiras colocadas, ficarão expostas até o dia 26 de agosto. Este ano, “Aracaju, minha terra, minha gente” será o tema da mostra.

De acordo com Luiz Adelmo, diretor da galeria, a temática englobará tudo o que for relativo à capital sergipana, “sua história, geografia, cultura, e até mesmo críticas construtivas à cidade”, esclarece.
A expectativa para esta edição é de crescimento, ainda segundo o diretor. “Ano passado tivemos 111 inscritos com 211 trabalhos. Este ano nós esperamos que esse número seja bem maior”, anuncia Luiz Adelmo. “Não vamos diferenciar o evento entre fotógrafos profissionais e amadores. Serão avaliados somente o talento e a sensibilidade transmitidos através da foto”, observa.
GAAS

“A Álvaro Santos é uma instituição do poder executivo que tem como objetivo incentivar e apoiar o artista sergipano, além de agregar a classe artística. A galeria, hoje, é uma grande vitrine dos artistas locais, sobretudo aqueles que ainda não tiveram seus trabalhos agraciados e divulgados pela mídia. É uma grande oportunidade de divulgação para os novos talentos do Estado”, resume Luiz Adelmo.

A Galeria de Artes Álvaro Santos fica localizada na praça Olímpio Campos, no Centro. Seu funcionamento é de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (79) 3179-1308.

Vai Começar o Concurso Fotográfico 2º Salão de Fotografia de Aracaju

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Você já ouviu falar do formato de fotografias RAW? Se você nunca trabalhou com uma câmera profissional, ou mesmo uma semi, é bem provável que você não esteja familiarizado com este tipo de arquivo, que é considerado um “negativo digital”.
Mesmo sendo tratado como um formato de arquivo, o RAW não é necessariamente isso. Cada fabricante de câmeras possui uma extensão própria para as suas fotografias em RAW, porém a ideia e a forma de tratá-las é sempre a mesma.

"Negativo digital"


(Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Pense um pouco na fotografia analógica. Quando você batia uma foto, era preciso mandar revelar o filme para ter a imagem em mãos. O mesmo acontece com os arquivos RAW, eles não saem prontos da sua câmera, é preciso tratá-los usando um software (como o Photoshop ou o Adobe Lightroom), para que possam então ser utilizados.
Quando você bate uma foto em JPG, a “revelação” acontece antes que imagem seja capturada, através das configurações (manuais ou automáticas) como abertura do diafragma, ISO, temperatura de cor etc. Quando você passa o arquivo da câmera para o computador, apesar de ser possível fazer modificações posteriores, isso não é obrigatório.

O RAW é diferente. Quando você bate a foto, ele captura a cena como ela está sendo vista, sem compressão (por isso os arquivos são enormes, chegando a aproximadamente 30 MB em algumas câmeras) e sem ajustes anteriores. Você tem então a possibilidade de fazer uma edição posterior para ajustar o brilho, as cores, contraste e muito mais. Como um negativo, você só trata a foto depois de batida.

Comparação do antes (embaixo) e do depois (em cima) do tratamento de uma foto RAW (Fonte da imagem: Severin Sadjina)

O que vale a pena usar, JPG ou RAW?

              

Essa pergunta leva a outra, que precisa ser respondida antes: o que exatamente você quer fazer com aquela imagem? Apesar de a ideia de poder ter controle total sobre a imagem ser ótima, isso pode não ser nem útil e nem prático no dia a dia.
Algumas situações que pedem que você use o RAW: quando você está fotografando algo profissionalmente, como um evento ou mesmo um editorial; quando você não tem as condições perfeitas para fotografar (como iluminação e temperatura de iluminação); para retratos; e para criar uma fotografia HDR com um único disparo.

Para capturar todos os detalhes de um retrato, fotografe em RAW. (Fonte da imagem: Meredith Farmer)

Por outro lado, em alguns momentos é melhor optar pelo JPG e sua praticidade: quando você não tem tempo de tratar imagem por imagem posteriormente; quando a foto for destinada apenas para uso na internet; quando você tiver cartões de memória com pouca capacidade de armazenamento e precisar tirar várias fotografias; e quando você tiver que bater várias fotos rapidamente, já que o processamento de uma foto assim demora bastante.

Uma alternativa para os indecisos

Normalmente, no dia a dia, não vale a pena fotografar em RAW, a menos que você seja um fotógrafo profissional. Porém, isso é uma decisão bastante pessoal. Se você gosta de gastar tempo com a edição e quer ter mais possibilidades de mexer nas fotos depois, pode se esquecer do JPG então.
Para quem não consegue se decidir, no entanto, a melhor alternativa é usar o modo RAW+JPG, que captura um arquivo bruto e um compactado. É claro que isso exige cartões de memória com bastante espaço, porém consegue resolver o resto dos problemas.


INFO: TECMUNDO

quando devo usar o formato RAW?



Fotografar crianças é ao mesmo tempo a tarefa mais divertida e mais ingrata da fotografia. Divertida, pois permite ao fotógrafo brincar - com a luz e com a imagem - junto com a molecada, e ingrata porque este fotógrafo já não tem mais o mesmo pique. Para facilitar esse processo todo sem acabar com seu fôlego, confira a seguir algumas dicas de como se preparar - em termos de equipamento, local e principalmente estado de espírito - para obter fotografias marcantes dos mais novos.

Perceba que a maneira de fotografar que este artigo apresenta é apenas uma de muitas possíveis, e deve servir de ponto de partida para que você experimente outras possibilidades em busca das melhores fotos sempre.

A parte adulta

Enfeite de natal - por D Sharon Pruitt

Sim, existe uma parte importante da fotografia de crianças que depende muito do bom senso e preparação do fotógrafo. Como aqui se fala principalmente das festas de fim de ano, a maioria das fotos é tirada em ambiente interno, com luz artificial. Claro que existem algumas famílias que preferem um churrasco em alguma chácara ou um piquenique perto de um rio ou lago, e mais pra frente isso também será comentado. Agora, entretanto, começa a preparação do equipamento para essa aventura – e acredite, é bem esse o termo mais apropriado.

COMO FOTOGRAFAR CRIANÇAS


Existem vários tipos de arquivos para armazenar imagens e fotografias digitalizadas. Vamos ver quais são as diferenças entre as principais extensões e para o que cada uma delas é mais indicada.



 


Ao buscar imagens na internet é possível encontrar tipos variados de arquivos. Cada um deles tem uma função específica e saber suas características pode ser importante na hora de utilizar a extensão certa para armazenar suas imagens.

Pixel por pixel


O formato BMP (ou Bitmap) é o precursor. Ele armazena fotos e gráficos em pequenos quadrados que chamamos de pixels. Quanto maior o número de pixels em uma só fotografia, maior a qualidade da imagem.

Pixels.

Isso resulta em arquivos de tamanhos grandes demais para compartilhar na internet e, por esta razão, surgem os formatos de compressão, capazes de diminuir o tamanho dos arquivos e facilitar o envio e o recebimento de dados.

JPG e fotografia


A extensão JPG é, sem dúvida, a mais popular. Ela é gerada por nossas câmeras digitais e pode ser aberta em quase todos os programas para edição de imagens. Além disso, é o formato padrão para enviar fotografias para redes sociais.

A grande característica do JPG é a possibilidade de compressão. Enquanto o BMP salva a imagem pixel por pixel, o JPG é capaz de gerar blocos de pixels e, portanto, menos informação para armazenar.

O JPG é facilmente enviado por email e mensageiros instantâneos. Além disso, é ideal, também, para armazenamento de arquivos sem ocupar muito espaço na memória do computador.

No lado negativo, o JPG representa uma perda significativa de qualidade, sempre que se comprime o arquivo. Cada vez que você salva uma versão de sua foto em JPG, novos blocos de pixels são gerados e há perda de qualidade, o que  é inevitável.

Observe a comparação das imagens abaixo. A primeira versão, com total qualidade. Em seguida, duas novas versões da mesma imagem em JPG, mas com qualidade inferior – o que significa um arquivo menor.

JPG de alta qualidade.

JPG de alta qualidade.

JPG de média qualidade.

JPG de média qualidade.

JPG de baixa qualidade.

JPG de baixa qualidade.

Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP?



O mercado de câmeras digitais tem dois lados bastante distintos. Enquanto profissionais e amadores avançados procuram as dSLR (digital Single Lens Reflex – Reflex digitais de lente única), com milhares de lentes diferentes, sensores enormes e controles complicados, as pessoas que só querem um meio de registrar seus momentos especiais procuram as compactas: simples de usar, muitas funções, leves e portáteis.

Em um paralelo com o mundo dos computadores, de um lado você tem os super equipamentos – desktops poderosos, com componentes de altíssima performance – ocupando o espaço que, na fotografia, pertence às dSLR. No outro canto estão os netbooks – tecnologia avançada voltada principalmente à portabilidade, mesmo que isso diminua a capacidade total – equivalentes às câmeras compactas.

As câmeras EVIL (Electronic Viewfinder, Interchangeable Lens – visor eletrônico e lentes intercambiáveis) pretendem ocupar – nessa comparação – o espaço de notebooks. Mais poderosos que netbooks e bastante portáteis, porém sem a mesma capacidade dos desktops.

Como chama?

Além do acrônimo EVIL, alguns as chamam de MIL (Mirrorless Interchangeable Lens – lentes intercambiáveis sem espelho), mencionando uma das principais diferenças em relação às dSLR, que usam um espelho em frente ao sensor para direcionar a imagem até o visor.

As câmeras EVIL da Sony, anunciadas na PMA 2010

Quem vai definir o nome da categoria é o mercado – como aconteceu com os netbooks, que já foram chamados de subnotebooks, por exemplo – quando essas câmeras se consolidarem nas lojas e nas mãos do consumidor. Neste artigo, a nomenclatura EVIL será usada para facilitar, e também graças ao apelo inevitável de um acrônimo com esse resultado.

Compacta, mas quase profissional

A fotografia digital entrou no gosto do consumidor muito antes de chegar ao ambiente profissional. A qualidade das imagens – nos seus primórdios – era péssima, e levou vários anos até conseguir se equiparar ao resultado obtido em filme. Desde que isso aconteceu, entretanto, as diferenças entre uma câmera profissional e uma amadora eram claras: sensor grande e troca de lentes.

Como você já viu aqui no Baixaki, mesmo câmeras com 6 ou 8 Megapixels e um sensor grande produzem imagens de mais qualidade que compactas de 10 ou 12 MP.

Sigma DP1

Com isso em mente, em 2007 a Sigma lançou a DP1, primeira câmera compacta utilizando exatamente a mesma tecnologia de uma dSLR (no caso, a Sigma SD14). Processadores, sensor e software eram os mesmos nas duas câmeras, mas a DP1 ainda não podia ser considerada uma câmera EVIL, pois não permitia a troca de lentes.

Um pouco antes, em 2006, diversas empresas se reuniram em consórcio para a criação de um novo sistema de lentes e câmeras – o sistema Four-Thirds ou 4/3 – que ainda utilizava o espelho característico das câmeras Reflex.

EVIL: nem DSLRs e nem COMPACTAS, essa é a nova onda



Muitos querem aparelhos celulares “tudo em um”, que gravam vídeos, tocam listas infinitas de MP3, acessam internet banda larga e que ainda por cima lavam a louça. Quer dizer, nem tanto, mas o desejo pela praticidade chega perto! Dentre estas necessidades do comprador que parte em busca de um novo aparelho, uma das que mais tem destaque é a câmera, principalmente no que diz respeito à qualidade.

Pessoas esperam fotografias como as das câmeras tradicionais (Cybershots e companhia), mas a realidade é que as câmeras dos celulares sofrem com inúmeras limitações, começando pela resolução de captura, que para os modelos mais populares atualmente varia entre 1.3 e 3 Megapixels.

Mesmo assim, você pode conseguir ótimas capturas de imagens (nada perto de níveis profissionais, tenha isso em mente), tais como estes exemplos colocados abaixo. É preciso apenas um pouco de treino, percepção e uma combinação das dicas que nós colocamos aqui, para você. Confira!


*Estas fotografias foram obtidas com a câmera de um SonyEricsson W810i. Resolução de 2.0 megapixels.

Qualidade acima de tudo

Antes de começarmos com o restante das dicas, é essencial que você configure adequadamente (isto é, para a melhor qualidade permitida) o seu aparelho. Acredite: salvar espaço em seu cartão de memória com ajustes inferiores não compensa a perda de qualidade final, ainda mais para quem já conta com quantias acima de 256 MB.

Siga para a tela de configuração da câmera (geralmente encontrada no próprio aplicativo de captura) e ajuste tudo para o máximo possível.

Opções que são geralmente encontradas são:

•    Qualidade da imagem.
•    Resolução.


Além destas, você provavelmente se deparará com níveis de exposiçãoequilíbrio de brancode brilho. Deixe-os, quando possível, no automático (para a realização da compensação automática) ou em valores neutros, zerados.

Sol na medida certa!

É comum encontrarmos paisagens belíssimas e, depois de capturadas, vermos imagens apagadas, sem brilho e acinzentadas nas telas dos aparelhos. Isso ocorre, geralmente, pela ausência de iluminação adequada, já que a câmera do celular necessita de um tempo de exposição maior e não conta com bons sensores.

Por mais que alguns dos modelos venham equipados com os LEDs de flash, eles nunca conseguirão suprir a necessidade ideal de luz, principalmente em ambientes mais escuros e internos.

Se o dia estiver com o sol brilhando e um céu azul, prepare-se para conseguir ótimas imagens, principalmente no que diz respeito à fidelidade de cores. Entretanto, se o dia estiver nublado — ou se a noite começar a cair — espere pontilhados e perda de brilho na imagem final. Também não se empolgue com a idéia de luz. Se virada diretamente contra a fonte de iluminação, a lente dos aparelhos não reage bem e começa a misturar os pixels.

Para ilustrarmos melhor ambos os fatos, preparamos duas comparações rápidas. Para a comparação interna, optamos por em uma sala fechada com as persianas abertas, iluminando bem o ambiente. A segunda foto com as frestas mais fechadas, dependendo da iluminação interna. A diferença é significativa, principalmente no que diz respeito à definição dos objetos.


Janela aberta e fechada, no escritório.

Agora em condições de iluminação externa, com a lente voltada para dois pontos diferentes, mas muito próximos. Observe como cada uma das situações cria um efeito diferente, dada a exposição variada à luz.

Apenas um pequeno movimento foi necessário para obter a iluminação adequada.

Bem atrasado

Se você quer usar com maestria a câmera do seu celular, é vital também dominar o tempo que a fotografia demora para ser capturada. Sim, depois de pressionar o botão da câmera é necessário manter fixa sua posição, caso contrário você fotografará ou o que estiver pelo caminho ou um grande borrão.

Tremer é algo que você nunca poderá fazer (causará o mesmo efeito descrito acima)! Portanto apóie-se bem, se necessário com os braços sobre alguma superfície) ou procure deixar o aparelho estacionário sobre alguma superfície.

Será necessário mais tempo

Novamente: condições de iluminação mais baixas tendem a exigir mais tempo para a captura de imagem. Tal fato o obriga a manter o punho firme para que o resultado não fique tremido. Neste cenário, também evite fotografar objetos e outras coisas que estejam em movimento. O resultado final não será o esperado e nem próximo do obtido com câmeras de verdade.

As melhores tomadas

A maioria das câmeras vem “seca”, sem recursos extras. Você confere a imagem na tela, aperta o botão, espera e obtém a fotografia. Para estes casos, o melhor é definir um plano para a captura, afinal a profundidade não é processada adequadamente (com ou sem foco, com leve embaçado ou focado). Tudo terá o mesmo “peso” na imagem.

Pixels visíveis na fotografia

Exemplo sem o foco de ajuste automático. Repare na perda de qualidade e nos pixels visíveis.

Entretanto, alguns modelos possuem o que é chamado de AutoFocus (ou foco automático). Ele reconhece automaticamente o que deve ser focado, tornando combinações e fotografias com mais movimento uma possibilidade. Para ativá-lo, quando seu celular o possuir, pressione o botão de captura levemente, até que a imagem se ajuste. Em seguida, pressione o botão com força para realizar a captura.

Repare no desfoque intencional ao fundo

Veja como está a distribuição da rosa e do fundo, com o ajuste de foco.

Zoom? só com câmeras normais...

Tenha consciência de que a sua câmera do celular também (até agora) não foi feita para capturar objetos e detalhes distantes. Para fotografar com qualidade, aproxime-se de verdade e esqueça que o zoom ótico está presente como uma função.

Muitos não entendem o motivo para isso, mas aqui vai a resposta: o que o zoom digital faz, na realidade, é apenas ampliar os pixels que já estão na tela, e não a imagem que será fotografada, como nas lentes óticas.

À esquerda, exemplo do que o zoom digital faz.

Para entender melhor o processo, imagine que você tem uma imagem de 300x300 pixels em sua tela, mas deseja utilizá-la como papel de parede. Ao colocá-la como tal, você a esticará em sua tela, criando o que é chamado de “pixelização”. Tudo ficará terrivelmente estourado, distorcido. É exatamente isso que o Zoom digital faz, amplia o que já foi capturado e não a fonte.

Saiba o momento de usar

Como você pôde observar, a câmera do celular é capaz de capturar belíssimas imagens, desde que provida das condições ideais. Mesmo assim, você depende de uma enormidade de fatores para desfrutar do máximo potencial, o que torna seu uso inviável principalmente em situações com pouca luz.



O que nós podemos lhe dizer é que, pelo menos por enquanto, não há como substituir as boas câmeras digitais. Invista na do aparelho celular para ter em momentos mais repentinos e descontraídos, mas não deixe de levar sua câmera “real” para aquela viagem com a galera.

Por Igor Pankiewicz

FONTE: BAIXAKI.COM

Fotos com o celular

[caption id="" align="alignnone" width="625" caption="COOLPIX P500"]

[/caption]

COOLPIX P500



  • 12.1 MP;

  • Monitor TFT LCD de 3’’ com antirreflexo;

  • Memória interna de 100 MB;

  • Slot para cartão SD/SDHC/SDXC;

  • Sensor CMOS para captura com pouca ou muita luz;

  • Lente NIKKOR com zoom ótico de 36x (zoom digital de até 4x), abertura de 3.4 a 5.7;

  • ISO 160, 200, 400, 800, 1600, 3200;

  • Tecnologia anti-blur que reduz a ocorrência de borrões em sete maneiras diferentes;

  • Seletor BSS escolhe automaticamente a imagem mais brilhante entre 10 fotos sequenciais;

  • Gravação Full HD 1080p com som estéreo;

  • Grava em slow ou fast motion em até 240 fps em VGA;

  • Conector HDMI;

  • Bateria com duração de até 220 disparos;

  • Dimensões: 11,5 x 10,2 x 8,3 centímetros;

  • Disponível nas cores preta e vermelha.


A COOLPIX P300 chega ao mercado internacional a partir do dia 17 de março de 2011 com preço em torno dos US$ 480. Já a P500 passa a ser vendida internacionalmente a partir do dia 3 de março de 2011 com o preço na casa dos US$ 640.

[caption id="" align="alignnone" width="625" caption="COOLPIX P300"][/caption]

A Nikon está aumentando a família COOLPIX com dois novos modelos: P300 e P500. A primeira é uma novidade na série P, “destinada àqueles apaixonados por fotografia e que desejam tirar proveito da capacidade total de um modelo compacto”, de acordo com a fabricante. Já a P500 substitui o modelo P100, com maior capacidade de zoom, entre outras novidades.

Os dois modelos contam com um novo sensor CMOS para capturar imagens fielmente, mesmo em situações de pouca ou muita luz.

Confira as especificações de cada modelo:

COOLPIX P300



  • 12.2 MP;

  • Monitor LCD de 3’’ com tecnologia Clear Color Display;

  • Memória interna de 90 MB;

  • Slot para cartão SD/SDHC/SDXC;

  • Sensor CMOS para captura com pouca ou muita luz;

  • Lente NIKKOR com zoom ótico de 4.2x (zoom digital de até 2x), abertura de 1.8 a 4.9;

  • ISO 160, 200, 400, 800, 1600, 3200;

  • Quatro modos de exposição: automático, manual, prioridade de obturador, prioridade de abertura;

  • Disparo contínuo de alta velocidade, capaz de tirar sete fotografias a oito quadros por segundo;

  • Gravação Full HD 1080p com som estéreo;

  • Grava em slow ou fast motion em até 120 fps em VGA;

  • Bateria com duração de até 240 disparos;

  • Dimensões: 10,3 x 5,8 x 3,2 centímetros;

  • Disponível na cor preta.


Por Danilo Amoroso
fonte: baixaki.com

 

 

Nikon aumenta linha COOLPIX



[caption id="attachment_44" align="aligncenter" width="468" caption="TECH PHOTUS"][/caption]


A Sony lançou, durante a MWC 2011, um celular focado no público que procura uma câmera de alta qualidade ao alcance do bolso. O Sony Ericsson Neo permite que você capture imagens de alta qualidade com sua câmera de 8 megapixels, sem contar com o flash de LED, que também traz toda a qualidade para os melhores momentos de sua vida. Confira todas as especificações técnicas do Neo:




Sistema operacional Android 2.3 Gingerbread Tela de 3,7 polegadas Resolução de 854x480 pixels Processador Snapdragon de 1 GHz Câmera frontal de 8 megapixels e flash LED Câmera para videoconferência de 2 megapixels Conectividade HDMI A grande vantagem do Neo em relação a outros celulares que prezam pela imagem é sua conectividade HDMI. Você pode conectá-lo diretamente em televisores LCD para visualizar ainda melhor as fotografias que se encontram dentro do aparelho. Além disso, o smartphone possui uma tecnologia “emprestada” das televisões da linha Bravia, que permite a integração com sistemas de controle remoto da Sony, ou seja, você pode navegar pelo menu e galeria do celular pela própria tela, enquanto ele estiver conectado via HDMI. Galeria de Imagens A empresa ainda não repassou maiores informações sobre datas de lançamento ou valores para a venda no varejo ou nas operadora


FONTE: BAIXAKI.COM

SONY NÉO PARA QUE GOSTA DE FOTOGRAFAR

[caption id="attachment_44" align="aligncenter" width="468" caption="TECH PHOTUS"][/caption]

Entenda melhor a classificação das câmeras fotográficas digitais e descubra qual é a categoria mais indicada para você.


 


Amadora, semiprofissional ou profissional: qual é a melhor para você?


Você já ouviu falar em câmeras amadoras, semiprofissionais e profissionais, assim como também já deve ter encontrado os termos “compacta”, “superzoom” e ”dSLR”, não é mesmo? Na maioria das vezes, os pares “compacta – amadora”, “superzoom – semiprofissional” e “dSLR – profissional” informam bem o nível de cada uma dessas câmeras, mas os avanços tecnológicos presentes nos equipamentos atuais pode confundir um pouco essa divisão.

O Baixaki explica agora com um pouco mais de detalhes o que faz com que uma câmera seja considerada profissional ou amadora, além de alguns equipamentos que dificultam a associação de tamanho e utilização das câmeras.

Apenas para curtir


As câmeras amadoras são aquelas que oferecem a menor quantidade de opções e controles para o fotógrafo. Celulares com câmera, compactas do tipo “point & shoot” (apontar e disparar) são os principais exemplos de câmeras destinadas à fotografia sem grandes compromissos.

Sony-Ericsson Satio, celular com câmera fotográfica

Fonte da imagem: Sony-Ericsson / Divulgação

Por não oferecer os ajustes manuais que câmeras mais avançadas possuem, as câmeras amadoras são aquelas com a maior quantidade de recursos: modos de fotografia automáticos (paisagem, retrato, fogos de artifício, etc.), HDR (“high dynamic range”, ou grande alcance dinâmico), panorâmicas e foco seletivo por reconhecimento facial são apenas alguns dos exemplos mais comuns.

Essas funções são muito bacanas mas, na maioria dos casos, não são tão utilizadas quanto os fabricantes acreditam que deveriam ser. O HDR, por exemplo, é uma curiosidade que ocasionalmente vira moda e é utilizado à exaustão, mas depois que passa a sensação de novidade, tende a ser esquecido nas configurações da câmera.

Samsung ST 45, câmera compacta e amadora

Fonte da imagem: Samsung / Divulgação

Em sua maioria, as câmeras amadoras contam com lentes simples e sensores pequenos. Graças a isso, mesmo que a contagem de megapixels seja enorme – às vezes ultrapassando o valor numérico encontrado em câmeras profissionais – a qualidade da imagem não é assim tão boa. Ou seja, para postar fotos no Orkut ou enviar por email para a família, tudo certo, mas se for impressa, a imagem não será tão bonita quanto na tela do PC.

diferença entre câmera Compacta, Semiprofissional e Profissional

 




[caption id="attachment_44" align="aligncenter" width="515" caption="TECH PHOTUS"][/caption]

Você já parou para pensar que uma câmera fotográfica nada mais é do que uma réplica do olho humano? Entender isso é bastante simples quando pensamos no funcionamento destes dois sistemas, que é basicamente o mesmo. Enquanto no olho, a retina é capaz de “traduzir” a luz em imagens, nas câmeras fotográficas quem faz isso é o sensor.

Este sensor é muito sensível e precisa estar sempre protegido de sujeiras e de luz muito intensa. É como um filme, nas antigas máquinas analógicas, que não podia ser exposto à claridade. O que protege este dispositivo dentro da câmera (e já protegia o filme antigamente) é o obturador. Ele funciona como uma “cortina” que cobre o sensor e se abre rapidamente quando uma fotografia é tirada.

O obturador se abre como uma persiana, permitindo que a luz chegue até o sensor

Fonte da imagem: Divulgação

Dependendo de cada modelo de câmera, ele pode se encontrar em diferentes posições, mas a sua função é sempre a mesma: abrir-se para a passagem de luz. Ele pode ter também vários formatos. Os mais comuns são os circulares, que se abrem de maneira semelhante ao diafragma (são encontrados em câmeras antigas), e os obturadores mais modernos, com placas sobrepostas que se abrem verticalmente, como uma persiana.

Velocidade de disparo

A velocidade de disparo é o tempo que o obturador fica aberto, antes de voltar para a posição inicial. Como veremos a seguir, essa velocidade está diretamente ligada com a ideia de “movimento” da foto, e com a quantidade de luz que o sensor será capaz de captar. Ela pode ser controlada na maior parte das câmeras, principalmente nas que possuem funcionamento mais avançado.

O ajuste de velocidade permite dar à imagem uma sensação de movimento


Fonte da imagem: Amanda Slater

A velocidade de disparo, ou “shutter”, é medida em segundos, ou frações de segundos, expressos desta forma: 5” para velocidade acima de um segundo, que neste caso são 5 segundos, pois o numero representa o tempo; e 1/200 para velocidades abaixo de um segundo, neste caso a velocidade é um segundo dividido por 200. Quanto mais rápido, menos luz é captada, porém as chances da imagem ficar tremida são bem menores.

Como medir e escolher uma velocidade de disparo correta

Apesar da ideia de que 1/200, por exemplo, é uma velocidade muito alta e que a quantidade de luz que conseguiria entrar nesse caso seria muito pouca, isso não é verdade. Por exemplo, em um dia de sol, a céu aberto, a velocidade ideal pode variar de 1/1500 até 1/3000 ou mais. Já em um dia nublado, a velocidade usada precisa ser menor, entre 1/400, aproximadamente.

Em um dia de sol, aumente a velocidade do disparo para não deixar a foto clara demais

Fonte da imagem: Ana Nemes

Mas como saber qual a velocidade correta? Esse valor pode variar e está diretamente associado à abertura do obturador e ao ISO (quanto maior a abertura ou o ISO, menor o tempo de exposição), mas existem algumas formas de descobrir os ajustes ideais para cada situação.

Fotômetro

A maior parte das câmeras que têm ajustes manuais de exposição possui uma “escala”, que pode ser vista no visor e funciona através de um equipamento interno da máquina - o fotômetro - que “percebe” as condições de luz do ambiente e indica se os ajustes que você fez deixarão a foto muito clara ou escura, ou se estão corretos.

Essa escala ajuda você a saber se os ajustes estão corretos

Quando o ponteiro estiver mais para o lado negativo, quer dizer que existe pouca luz e a foto pode ficar escura. Já o contrário, o ponteiro marcando um valor positivo muito alto, indica que existe muita luz, e a foto pode "estourar". O ideal é ajustar a velocidade de tal forma que o ponteiro fique no meio, ou na região central.

Cuidado para não tremer!

Se o ambiente estiver muito escuro, será preciso abaixar a velocidade de disparo, aumentando assim o tempo de exposição. Porém, se você não tiver um apoio para a câmera, é provável que a imagem fique tremida.

Se a intensão não for deixar a imagem tremida, use um tripé para apoio


Fonte da imagem: Rick Hill

Isso acontece, pois involuntariamente nós fazemos pequenos movimentos ao segurar a câmera, e para velocidades abaixo de 1/30, aproximadamente, esses movimentos se tornam perceptíveis nas fotos.

Nesses casos, use um tripé ou ajuste um valor mais alto para o ISO, de modo que seja necessário menos tempo de exposição. Só tome cuidado para não prejudicar demais a qualidade da imagem com o ajuste do ISO.

Modo de prioridade de velocidade e sensação de movimento

Conforme foi explicado no artigo sobre os modos de disparo, existe uma ajuda para quem quer começar a aprender fotografia e não sabe como ajustar a velocidade e a abertura de uma só vez. São os modos de prioridade, nos quais você ajusta um parâmetro e a máquina ajusta o outro.

Use o modo de prioridade de velocidade (“S” ou “Tv”) quando você quiser destacar um objeto que esteja se movendo. Isso pode ser feito ajustando uma velocidade maior, o que faz com que o objeto fique nítido e pareça imóvel, ou ajustando uma velocidade pequena para que a imagem fique borrada em algumas partes, dando uma ideia de movimento.

Ajustando a velocidade é possível deixar a imagem nítida ou com uma sensação de movimento

Fonte das imagens: Sam J. Jordan (acima) e Steph Weiss (abaixo)

Isso acontece, pois, ao colocar uma velocidade de disparo menor do que a velocidade que a o objeto está se movendo, a câmera registra todos os momentos do objeto até o obturador se fechar. Isso dá a impressão de um “rastro” deixado, fazendo com que seja possível perceber o movimento.

Diafragma

Muitas pessoas confundem o obturador com o diafragma, porém eles são partes diferentes da câmera e têm funções diferentes também. Enquanto o obturador é o responsável por proteger o sensor e se abrir apenas brevemente para deixar a luz passar, o diafragma controla a quantidade de luz que chega ao obturador, deixando a passagem maior ou menor, dependendo de sua abertura.

Esta pequena parte da máquina fotográfica é considerada a íris das câmeras e se encontra dentro da lente. Ele tem, entre outros, um dos papeis mais fundamentais para a fotografia: controlar a profundidade de campo.

Abertura do diafragma

O diafragma pode se abrir e fechar, permitindo uma passagem maior ou menor de luz para o obturador e para o sensor. Quanto maior é a abertura, mais luz é captada e a velocidade de disparo pode ser maior, diminuindo o tempo necessário de exposição.

A abertura do diafragma é medida em números f, que são escritos desta forma: f/2.1, f/5.6, f/22, etc... Sendo que, quanto maior a abertura, menor é o número. É importante entender este conceito, pois, desta forma, quando falamos em uma grande abertura do diafragma, é possível saber que o número f em questão é bem pequeno. É comum referir-se à abertura do diafragma apenas como “abertura”.

Diferentes tamanhos de abertura do diafragma

Fonte da imagem: Mohylek

Por exemplo, o diafragma configurado em f/22 está quase fechado, enquanto f/1.2 representa que ele está quase totalmente aberto. Pode ser fácil confundir essa relação no começo, mas não se preocupe, com o tempo você vai se acostumar a ler esses números e saber exatamente quão aberta está a “íris” da sua câmera.

Nem todas as câmeras conseguem ajustar a abertura para todos os valores, pois isso depende do tipo de lente que está sendo usado. Ao comprar uma câmera ou lente nova, tente encontrar informações sobre os valores de abertura, o máximo e o mínimo. Isso classifica as lentes em “claras” e “escuras”, sendo que, geralmente, quanto mais clara for a lente, maior é o seu valor.

Abertura x Profundidade de campo

A abertura do diafragma interfere diretamente na profundidade de campo, e quanto mais aberta está a lente, menor é essa profundidade e vice-versa. Mas, o que realmente é a profundidade de campo?

Quando você vê uma fotografia, ela pode estar completamente focada, ou com algumas partes focadas e outras não. Esse é um efeito visual da profundidade de campo, quanto maior ela é, mais áreas da imagem ficam nítidas, e quanto menor ela é, menor é o ponto de foco.

diafragma e obturador, os olhos da câmera