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Na próxima quarta feira 18/07 o projeto social fotográfico Conversando Fotografia em sua  décima oitava edição receberá o fotógrafo sergipano Lucio Telles




O debate será realizado na quarta-feira, no SESC Centro, às 19h. Para esta edição, Telles foi convidado para falar sobre trajetória que vem desenvolvendo na área de fotografia há 15 anos.


O Fotografo



Lúcio Flávio Teles de Jesus (Lúcio Telles). Nasceu em Aracaju-SE em 16 de maio de 1978. Começou a fotografar em 1997, influenciado pelo seu avô José Eugênio de Jesus, fundador da Associação Sergipana de Imprensa - ASI.

Em 2003, realizou sua primeira exposição individual, intitulada Tabuleiros de imagens, no Espaço Cultural Yázigi. Expôs coletivamente na Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos - ARFOC-SE; na Galeria de Arte Álvaro Santos, na exposição coletiva Aracaju: paisagens e personagens, comemorativa aos 150 anos de Aracaju, realizada pela Sociedade Semear e patrocinada pela Petrobras.

Em 2007 realizou a exposição Tempo Quando, na Mostra Aracaju. Sua produção estrutura-se na fotografia de figuras humanas e paisagens urbanas/rurais, nas quais procura documentar texturas e grafismos próprios da cidade.

Atualmente seu trabalho está focado no nu artístico. O artista já foi fotógrafo free lance de vários jornais de Aracaju, trabalhou para a revista Aracaju Magazine e colaborou em algumas edições da revista Caras. Atualmente trabalha na Secretaria de Planejamento –SEPLAN.

Imagens de Lucio Telles
Da série ‘Vultos’. Foto: Lúcio Teles
‘Fotograffit’. Foto: Lúcio Teles

Do trabalho ‘Contaminações’. Foto: Lúcio Teles
‘Nacos’. Foto: Lúcio Teles

Obra que representa sua produção atual: Invasor final, 2008; fotografia; dimensões variáveis; Aracaju.



Serviço:


Conversando Fotografia – Edição 18 – Lucio Telles


Data: 18 de julho de 2012


Horário: 19h


Local: SESC Centro


Endereço: Rua Dom José Thomáz, 235 – São José – Aracaju – Sergipe.

Projeto ´´ Conversando Fotografia`` receberá Lúcio Teles

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Fme7uwd1X6w]




Até Onde Você Iria Para Tirar A Fotografia Perfeita?

 

 

[caption id="attachment_642" align="aligncenter" width="640" caption="Você sabe como essa imagem foi criada? (Fonte da imagem: Ashley Adkins)"]Você sabe como essa imagem foi criada? (Fonte da imagem: Ashley Adkins)[/caption]

Que tal usar os seus conhecimentos fotográficos para se divertir com os seus amigos? Você sabe como a fotografia acima foi batida para que parecesse que os rapazes estão presos dentro de um tênis gigante no meio do deserto de sal boliviano? A resposta é mais simples do que você pode estar pensando.

COMO CRIAR ILUSÕES DE ÓTICA USANDO A PESPECTIVA



Se você não tem uma boa grana para despender com filmadoras 3D e gostaria de realizar algumas gravações usando a tecnologia, pode comemorar.  O Tecmundo vai ensinar como é possível se aventurar nas filmagens em 3D usando apenas alguns componentes básicos e gastando uma parcela mínima do custo de equipamentos vendidos no mercado.

Por trás de toda a cortina complexa levantada pelo cinema em relação ao método de filmagem, existe uma lógica muito simples: o 3D se aproveita do fato de termos dois olhos e da maneira como o cérebro captura as informações visuais (cada olho separado).

Assim sendo, se conseguirmos recriar a percepção da visão humana através de duas câmeras filmando a mesma coisa em paralelo, conseguimos produzir a ilusão de três dimensões, emulando a sensação de profundidade. Fantástico, não é mesmo?

http://www.youtube-nocookie.com/v/25uXokt4Mxs?version=3&hl=pt_BR&rel=0

Portanto, se você deseja filmar dessa forma em sua casa, basta juntar alguns materiais, ter um pouco de disposição e seguir o guia abaixo. Veja o que você irá precisar:

- Um pedaço de madeira, papelão ou outro tipo de suporte;
- Dois dispositivos que filmem;
- Fita dupla-face, elástico, arame ou outra coisa que prenda os aparelhos escolhidos;
- Óculos coloridos (com lentes azul e vermelha);
- Tesoura e estilete são bem-vindos;
- Criatividade.

Ampliar



AmpliarKit para montar sua câmera 3D caseira. 

CONSTRUINDO UMA CÂMERA 3D EM CASA



Quer aprender a criar imagens 3D de uma maneira simples? As imagens estereoscópicas anaglíficas são fáceis de serem montadas no Photoshop e tudo que você precisa é de uma câmera, um tripé e um editor de imagens. Para visualizá-las, é necessário que você possua óculos com as lentes coloridas, como os da imagem abaixo:



A parte mais complexa dessa operação é a captura das imagens, que pode exigir um pouco mais de trabalho e atenção. O ideal é que seja usada uma câmera 3D, que possui duas lentes e dois sensores. Ela captura as duas fotos necessárias ao mesmo tempo e com a distância correta. Porém, é possível fazer isso sem esse tipo de câmera. O resultado talvez não fique tão perfeito, mas o efeito pode ser alcançado.

É bem provável que você já tenha visto uma imagem como essa antes, na qual existe uma sobreposição aparente dos objetos na foto, com duas cores diferentes. A verdade é que esse tipo de fotografia 3D não é novidade, já vem sendo feito há décadas, por ser fácil de criar e não necessitar equipamentos muito sofisticados. Veja um passo a passo simples sobre como criar imagens 3D estereoscópicas anaglíficas em casa!

Passo 1 - Fotografar


Aqui é preciso tomar bastante cuidado e atenção, pois esse é o principal passo para o sucesso de todo o trabalho. Como iremos tirar as duas fotografias com uma câmera apenas, o ideal é que todo o tema esteja imóvel, já que não pode haver diferença entre as duas fotos. Se você for capturar a imagem na rua, por exemplo, é muito provável que o efeito não fique tão bom quanto em uma foto totalmente estática.

TRANSFORME SUA FOTO 2D EM 3D COM O PHOTOSHOP



Quem nunca se decepcionou ao ver uma fotografia mediana de um lugar que parecia tão lindo ao vivo? Isso acontece bastante, principalmente por que a beleza de uma paisagem é muito difícil de ser passada para uma imagem estática, já que ela envolve muito mais do que apenas o visual bonito. Porém, algumas técnicas simples podem ajudar na hora de escolher como fazer a fotografia.



O que faz uma fotografia de paisagem se destacar? (Fonte da imagem: Cuba Gallery)

Dentre vários fatores que determinam se uma foto é boa ou não, para a fotografia de paisagens existem três deles que são essenciais: um bom enquadramento, o fator surpresa e um tratamento final que valorize mais a imagem.

Recortando a paisagem


Um dos principais motivos por que as imagens de paisagem não ficam tão bonitas como quando são vistas pessoalmente é que, quando recortamos a vista dentro de uma fotografia, limitamos o olhar das pessoas para uma parte apenas do que estávamos vendo. É por isso que saber escolher bem os pontos de recorte é essencial.

COMO TIRAR FOTOS DE PAISAGEM



Antigamente, quando ainda não existia fotografia colorida, algumas pessoas pagavam para que artistas, usando giz e tinta, colorissem as suas fotos manualmente. Esse processo era trabalhoso e caro, pouco acessível para a maior parte das pessoas. Hoje em dia, porém, com um pouco de paciência e conhecimento no Photoshop, qualquer pessoa pode adicionar cor à uma foto em preto e branco.

Transforme uma imagem preto e branca em colorida (Fonte da imagem: Baixaki)

Fazer isso continua sendo um processo trabalhoso e principalmente demorado, porém não é nada complicado ou impossível de fazer. A demora se dá, pois é preciso pintar cada detalhe da imagem em uma seleção única, e para que o trabalho fique bom, muitas vezes é preciso repetir alguns passos mais de uma vez para fazer os ajustes finos.

Para começar, escolha uma imagem simples, já que é a primeira vez que você fará algo assim. É possível colorir praticamente qualquer fotografia no Photoshop, porém comece devagar. Um retrato simples, sem muitos detalhes e com um contraste balanceado é o ideal.

Primeiro passo - Ajustes primários


O primeiro passo é arrumar os níveis (“Levels”), se isso for necessário. Abra essa configuração pressionando “Ctrl+L” no teclado. Procure deixar a foto com um contraste bem balanceado, sem estourar demais os brancos, pois isso dificulta a coloração.

Com os níveis arrumados, o próximo passo é extremamente importante e não deve ser deixado para trás, ou todo o resto não irá dar certo! Vá em “Images > Modes” e troque o modo de cores para CMYK. Nada é alterado na hora, porém isso permitirá as mudanças necessárias.

COLORINDO IMAGEM PRETO E BRANCO



No final de semana do dia dos namorados, nada melhor do que mostrar e eternizar o amor em uma fotografia. Fotografar casais não é uma tarefa difícil, já que eles geralmente têm uma boa afinidade entre si e estão naturalmente felizes e sorridentes, então, as chances de conseguir uma ótima imagem são muito maiores.

[caption id="" align="alignnone" width="620" caption="Aproveite o dia dos namorados para fotografar casais felizes! (Fonte da imagem: Ana Nemes)"][/caption]

Aproveite o clima de romance dessa data para conseguir imagens inspiradoras dos casais que você conhece ou, quem sabe, de você e do seu amor. Apesar de não ser difícil fazer esse tipo de foto, existem algumas dicas que podem ajudar o fotógrafo a capturar fotografias dignas de uma página de revista.

Converse bastante com o casal


Não importa se vocês são amigos há muito tempo, quando você for fotografar um casal, antes de qualquer coisa, sente-se e converse com eles. Não fale apenas sobre o ensaio, mas sobre os dois. Muitas histórias que podem parecer sem importância são reveladas nesses bate-papos e podem ajudar a compor a cena.

[caption id="" align="alignnone" width="640" caption="É preciso conhecer bem o casal para saber o que é importante para eles (Fonte da imagem: Carlos Esteban Mendoza)"][/caption]

COMO FOTOGRAFAR CASAIS



Você sabe como que a câmera mede a luz de um ambiente para fazer os ajustes automáticos e semiautomáticos de exposição e abertura? Nós já falamos rapidamente sobre isso aqui. O componente responsável pela medição de luz de uma cena se chama fotômetro, e está presente em todas as câmeras que possuem modos de disparo automáticos.

O fotômetro “lê” a cena e aponta para o fotógrafo qual o melhor ajuste manual, ou faz a configuração na câmera nos modos automáticos. Porém, o seu funcionamento não é tão simples assim, e ele pode falhar muitas vezes. Para entender melhor isso, é preciso primeiro saber como acontecem alguns dos diferentes tipos de medição do fotômetro.

Medição geral


Símbolo da medição matricial (Fonte da imagem: Divulgação/Nikon)

Essa é, na maior parte dos casos, a configuração padrão das máquinas digitais. Em algumas marcas de câmera, isso se chama medição matricial, porém pode ter outros nomes, como medição evaluativa. Apesar dos nomes diferentes, o princípio é o mesmo: o fotômetro lê a cena dividida em seguimentos, com todas as variações de luz e claridade, e configura os ajustes automáticos tendo como base uma média desses valores.

Apesar de isso funcionar em muitos casos, não é um sistema perfeito. Isso por que ele não consegue distinguir qual é o assunto principal da foto, e pode indicar uma exposição que desvalorize o que você quer mostrar.

[caption id="" align="alignnone" width="640" caption="Utilize a medição geral em cenas com a iluminação balanceada (Fonte da imagem: Ana Nemes)"][/caption]

Por exemplo, se o seu modelo estiver em um local onde o fundo está mais iluminado, é bem provável que a pessoa fique com o rosto subexposto, já que o fotômetro vai ter como base uma medida muito desigual.

Esse tipo de medição é mais apropriado para ambientes balanceados, sem condições extremas de iluminação, pois, dessa forma, ele tem mais chances de acertar no cálculo e nos valores indicados para o ajuste automático ou manual.

COMO USAR ACOMPENÇASSÃO DE EXPOSIÇÃO PARA MELHORAR SUAS FOTOS



Na semana passada explicamos o que é e para que serve o histograma, aquele gráfico que representa a distribuição da luminosidade de uma imagem. E, no final da coluna, comentamos que um histograma cortado em ambas as extremidades costuma ser resultado de uma foto com contraste demais para a latitude de exposição da câmera. Pois hoje vamos tratar de entender o que é isso.

Latitude de exposição, também chamada de alcance dinâmico, na tradução literal da expressão em inglês dynamic range, é a relação entre o maior e o menor valor possível de algo que se esteja contabilizando. Normalmente é usada para medir a variação de som (em decibéis) ou, o que mais nos interessa aqui, de luz (em bits ou f-stops). Quando falarmos a latitude de exposição daqui para frente, portanto, estaremos nos referindo à sua aplicação na fotografia digital.



Dizem que a visão humana é capaz de diferenciar luminosidades em uma faixa de até 24 f-stops. Só que isto é levando em conta a fantástica capacidade de adaptação dos nos olhos, cujas pupilas se dilatam para captar mais luz ou se contraem em ambientes muito iluminados (lembram da coluna sobre olhos vermelhos?). Em outras palavras, somos capazes de ver luzes muito fracas em um quarto escuro, mas não se tivermos acabado de chegar da praia em um dia ensolarado.

Descontando o ajuste da pupila, seríamos capazes de identificar, em uma mesma cena, algo entre 10 e 14 f-stops. Ainda assim impressionante se considerarmos que, conforme mencionado na semana passada, uma câmera digital típica captura uma variação de 5 stops – equivalente à dos filmes de slides. Já as reflex full-frame podem chegar a 13 f-stops no ajuste de ISO mais baixo, igualando ou mesmo superando o desempenho dos filmes negativos.

E a minha câmera?

Para saber a latitude de exposição da sua câmera, você tanto pode fazer uma busca na internet para ver se alguém já fez o teste, quanto descobrir por conta própria. O Imatest, especializado em avaliação de desempenho de câmeras digitais, oferece uma versão simplificada de seu sistema, oImatest Studio, com testes dedicados à mensuração de latitude de exposição.

O QUE É LATITUDE DE EXPOSIÇÃO OU DYNAMIC RANGE?



Muitas das pessoas que leem os artigos fotográficos semanais do Tecmundo ainda não possuem uma câmera SLR ou dSLR (SLR é a denominação geral das câmeras Reflex, e dSLR são as câmeras Reflex digitais) para testar na prática o que é dito. Desta forma, para que todos os conceitos sejam aprendidos, esta semana nós vamos testar uma ferramenta diferente, a CameraSim.

Este serviço é um simulador bastante realista de uma câmera SLR, com os controles manuais e o fotômetro, para que você possa treinar os seus conhecimentos. E mesmo que você possua uma SLR, vale a pena reaprender alguns conceitos que já foram passados com essa divertida ferramenta online.

Entenda o que é cada controle


Antes de começar a se divertir com a CameraSim, veja o que quer dizer cada um dos controles e o que você pode fazer com eles para conseguir diferentes resultados. Infelizmente o simulador possui apenas uma cena, mas vale a pena testar mesmo assim.



A parte preta mostra as informações do visor e o fotômetro (Fonte da imagem: Baixaki)

A parte de cima, em preto, é apenas o visor. Isso você vai encontrar também nas câmeras SLR e dSLR, basta olhar no visor analógico. Ele marca os valores de velocidade, abertura e ISO, para que você possa fazer os ajustes sem tirar os olhos do visor.

TEINE SUAS HABILIDADES COM UM SIMULADOR ON LINE DE FOTOGRAFIA



Quando escrevi sobre abertura e velocidade, comentei que, além de capturar mais luz, o uso de velocidades baixas era útil para dar efeitos de movimento. A forma mais simples de obtê-los é deixar a câmera parada, idealmente em um tripé, enquanto o objeto a ser fotografado se move à sua frente. A velocidade vai depender da situação: quanto mais rápido o movimento que se deseja capturar, menos será preciso diminuir a velocidade.

PanningMas existe uma outra forma bem mais divertida, ainda que muito mais difícil, de capturar movimento: o panning. Neste caso, em vez de manter a câmera fixa, você terá que movê-la para acompanhar a passagem do sujeito da foto. O resultado, quando o panning é bem feito, será um sujeito nítido sobre um fundo borrado, geralmente com linhas na direção do movimento. Sabe aquelas fotos de corridas de automóveis, em que só o carro parece estar em foco? Sãoótimos exemplos de panning.

PANNING UM EFEITO LEGAL PARA TIRAR FOTOS EM MOVIMENTO



É impossível falar de fotografia sem pensar em luz. O próprio nome dessa arte (fotografia quer dizer “escrever com a luz”) já adianta qual é o cuidado mais importante que deve ser tomado ao capturar uma cena.

Porém, não é simplesmente a quantidade de luz que importa. Aprenda essa semana quais são os principais tipos de iluminação, como eles interferem no resultado final e como você pode posicionar as suas fontes de luz para conseguir melhores fotografias.

[caption id="" align="alignleft" width="640" caption="a luz da lua tambem é uma iluminação natural"]luz da lua[/caption]












ENTENDA AS DIFERENTES TIPO DE LUZ NA FOTOGRAFIA



Uma das práticas mais comuns realizada pelos usuários é a hospedagem de imagens. Por meio dessa atividade, é possível gerar links para cada fotografia guardada, a fim de facilitar o compartilhamento delas com amigos, nas mais diversas ferramentas.

Twitter, Facebook, Flickr, Orkut... Todas essas redes sociais possuem seções que permitem a hospedagem de imagens. Mas cada uma delas têm suas particularidades. Como fazer para saber qual é a melhor para a sua necessidade? Acompanhe este artigo elaborado pela equipe do Tecmundo e saiba mais sobre o tema.

Hospede imagens, sem torná-las públicas


Facebook, o Orkut e o Flickr são exemplos de redes sociais que permitem a hospedagem de imagens e também possibilitam ao usuário escolher quem tem direito a acessá-las. Os dois primeiros sites citados possuem uma interface que torna possível aos usuários interagirem entre si e, também, o compartilhamento de fotografias, mas esse não é o principal serviço deles.

Para o Flickr, a publicação de fotos é justamente o foco principal das atividades por ele possibilitadas e, também, a interação entre os usuários da rede, por meio de comentários, favoritos e inscrições.

Compartilhe, mas escolha com quem

OS MELHORES SITES PARA HOSPEDAR SUAS IMAGENS



Fonte da imagem: Dani Starck/Baixaki

Cachorros não param de correr, gatos são curiosos, pássaros fogem... Estes são apenas alguns dos problemas ao fotografar nossos animais de estimação – e bichos em geral. E nem sempre temos em mãos uma câmera superpotente para amenizar a situação.

Para ajudar você a conseguir boas fotografias de seus animais de estimação, listamos algumas dicas que podem tornar o processo mais fácil e gerar imagens legais para você guardar de recordação.

Mesmo com as câmeras mais simples, é possível fazer boas imagens. Basta ficar atento ao animal, prestar atenção nele e clicar no momento certo!

Conheça bem seu bichinho


A primeira dica é saber a rotina do animal. Nossos bichos sempre têm cantos preferidos para dormir e passar o tempo, além de brinquedos favoritos e horários para comer, tomar água e passear.

fotografando animais de estimação


A fotografia, muitas vezes, deve deixar de mostrar apenas o que nós já vemos todos os dias com os olhos, para nos apresentar numa visão exclusiva do que a lente pode enxergar. É o caso da fotografia de silhuetas, que pode ir muito além do que nós conseguimos ver normalmente, mostrando um mundo de formas e contornos, cheio de mistério e diferentes emoções.

Ao fotografar a silhueta de um objeto (ou pessoa), quase não existem cores, nem texturas, e há pouca noção de profundidade. Tudo que o fotógrafo precisa, além da câmera, é de um contorno bem definido (uma forma bem conhecida ou inusitada), muita luz e um software de edição para pequenos ajustes de exposição e contraste.



Descubra a beleza das sombras e contrastes (Fonte da imagem: Ana Nemes)

COMO FOTOGRAFAR UMA SILHUETA



A fotografia é - como a origem grega do nome diz - a arte de desenhar com a luz. Curioso então perceber que muitas vezes as imagens mais bonitas não são completamente iluminadas, claras e com céus brilhantes. Além das horas intermediárias – nascer e pôr do sol – é comum encontrar fotos ímpares feitas à noite. Talvez justamente pela escassez da luz disponível, a fotografia noturna encanta, com seus fundos salpicados de pontos e traços de faróis.

Cuidados especiais

Calçadão da rua XV de Novembro, Curitiba. Antes mesmo de começar a falar de fotografia, deve-se sempre lembrar que as ruas das grandes cidades – mesmo durante o dia, mas especialmente à noite – não são totalmente seguras. Andar em grupo e evitar regiões reconhecidamente perigosas – parques e outras áreas não habitadas, por exemplo – são atitudes que podem garantir as belas imagens que você fará no decorrer de uma incursão fotográfica noturna. Como dizem os escoteiros: sempre alerta!

FOTOGRAFANDO A NOITE



Fotografar crianças é ao mesmo tempo a tarefa mais divertida e mais ingrata da fotografia. Divertida, pois permite ao fotógrafo brincar - com a luz e com a imagem - junto com a molecada, e ingrata porque este fotógrafo já não tem mais o mesmo pique. Para facilitar esse processo todo sem acabar com seu fôlego, confira a seguir algumas dicas de como se preparar - em termos de equipamento, local e principalmente estado de espírito - para obter fotografias marcantes dos mais novos.

Perceba que a maneira de fotografar que este artigo apresenta é apenas uma de muitas possíveis, e deve servir de ponto de partida para que você experimente outras possibilidades em busca das melhores fotos sempre.

A parte adulta

Enfeite de natal - por D Sharon Pruitt

Sim, existe uma parte importante da fotografia de crianças que depende muito do bom senso e preparação do fotógrafo. Como aqui se fala principalmente das festas de fim de ano, a maioria das fotos é tirada em ambiente interno, com luz artificial. Claro que existem algumas famílias que preferem um churrasco em alguma chácara ou um piquenique perto de um rio ou lago, e mais pra frente isso também será comentado. Agora, entretanto, começa a preparação do equipamento para essa aventura – e acredite, é bem esse o termo mais apropriado.

COMO FOTOGRAFAR CRIANÇAS



Ninguém discorda que as máquinas digitais se tornaram uma febre, pois onde quer que se vá, lá estão elas. O item não é exclusividade apenas dos turistas japoneses (famosos por fotografar tudo), pois nós ocidentais somos igualmente apaixonados por flashes. A primeira câmera a fotografar sem filme surgiu por volta de 1975, inventada por um homem chamado Steve Sasson, nos laboratórios da Eastman Kodak Company.

É claro que aquela câmera estava longe de se parecer com o que estamos habituados hoje, pois ao invés de gravar as imagens em filme fotográfico, ela gravava em uma fita cassete. Como na época a possibilidade de tirar fotos sem filme pareceu um tanto quanto assustadora, os executivos da Kodak deixaram a ideia passar. Somente a partir dos anos de 1990 é que as câmeras digitais entraram no mercado e começaram a ser vendidas em larga escala.

Primeirca câmera sem filmeA Apple, Kodak, Casio Sony, Fugi, Olympus e outras marcas entraram com tudo na disputa por novas tecnologias e hoje podemos contar com câmeras cada vez menores, mas com qualidade de imagem inversamente proporcional.

Cause uma boa impressão

Depois de saber um pouco sobre a evolução das câmeras digitais, é possível perceber que a qualidade das imagens, recursos, efeitos e aprimoramento da qualidade das câmeras evoluem muito todos os dias. Porém, de nada adianta ter a câmera mais moderna, o rosto mais lindo ou a paisagem mais encantadora se na hora da impressão você escolher o papel errado.

Apesar de haver tanta tecnologia ao nosso redor, muitas pessoas não abrem mão de tocar suas fotografias, porque vê-las apenas na tela do PC é uma forma fria de recordar momentos incríveis. Desta forma, vamos tentar lhe ajudar a escolher o papel fotográfico ideal para suas fotos ajudarem a mostrar todo o seu talento atrás das câmeras.

COMO SAIR BEM NA FOTO



Parece fácil, não é mesmo? O sol se aproxima do horizonte aos poucos, o céu assume cores fantásticas, com tons dourados, alaranjados e vermelhos. Você tira sua câmera da bolsa de proteção, mira, aperta o botão e... nada do que você estava presenciando se mostrou na imagem.

Esse é um acontecimento do início da vida fotográfica da maioria das pessoas. Não é raro encontrar gente que – por azar, falta de preparo ou mesmo preguiça – perdeu o registro de uma das ocasiões com maior potencial de emocionar o observador.

Para que isso não aconteça mais com você, tenha em mente sempre essas pequenas dicas que servem tanto para quem vai fotografar com a câmera do celular quanto para quem possui uma dSLR último modelo.

Às cinco da tarde


WsilverEsteja sempre preparado. Com a câmera na mão, antes do sol descer, observe seu entorno, teste enquadramentos, verifique o local para conseguir o melhor lugar para fotografar. Se você esperar para se preparar nos poucos minutos em que o sol realmente está se pondo, você não conseguirá boas fotos. No momento em que o sol realmente se pôr, você já deve estar com tudo pronto, e fotografando. Tirar atenção da cena para pegar a câmera, para trocar a lente ou o cartão de memória tem o mesmo efeito de não sair para fotografar.

COMO FOTOGRAFAR O PÔR E O NASCER DO SOL?