Se você é um fotografo profissional ou amador ou apenas um adepto do ato de fotografar (Fanático por fotografia) e precisa de uma câmera mais leve e cheia de recursos para te acompanhar no dia a dia, a Sony NEX-7 acaba de chegar para ser sua opção nessa área.
O sensor é do tipo CMOS Exmor aPS HD no formato APS-C (23,5×15,6mm) e com uma resolução de 24,3 megapixels! O processador é o Bionz e permite à NEX-7 ter uma sensibilidade máxima de 16.000 ISO assim como um modo de disparo contínuo de 10 imagens por segundo.
A NEX-7 permite ao utilizar um total controlo criativo das fotos pois integra os modos P/A/S/M (outra coisa não seria de esperar…) assim como a possibilidade de captar vídeos Full HD 1080p 60p/25p.
Interessante também é o facto da Sony incluir na NEX-7 um flash integrado, com um número guia de 6, assim como uma sapata para um qualquer flash externo da marca. O ecrã é do tipo TFT LCD, tem uma diagonal de 7,5cm e apresenta uma resolução de 921.600 pontos! As fotos captadas podem ser guardadas em JPEG, RAW ou 3D MPO dado que a NEX-7 é também capaz de tirar fotografias em 3D.
Além disso temos ainda uma saída HDMI, uma entrada para um cartão de memória SD/SDHC/SDXC ou Memory Stick Pro Duo, os modos Sweep Panorama e 3D Sweep Panorama, sistema de focagem automática de 25 pontos, detecção de sorrisos e detecção de rostos.
Tudo isto vem num corpo que mede 119,9×69,9×42,6 milímetros para um peso de 291 gramas.
Com lançamento marcado para Novembro, esta NEX-7 terá um preço (elevado…) de €1.200 para o corpo nu ou €1.350 para o kit com uma NEX-7 e uma lente 18-55mm f/3.5-5.6.
A nova câmera da Olympus vai fazer você se sentir nas investigações da equipe dos seriados CSI. O modelo SP-820 UZ, anunciado recentemente, conta com um zoom óptico de 40x, perfeito para quem deseja registrar detalhes que passariam despercebidos para outros fotógrafos.
A ampliação exagerada, entretanto, é compensada com a falta de comandos totalmente manuais, o que pode afastar profissionais da área e quem gosta de personalizar todos os aspectos de um retrato.
Confira as especificações do modelo:
14 MEGAPIXEL CMOSUm incrível 14 milhões de pixels no sensor CMOS de alta resolução criar uma qualidade de imagem superior. Criar cópias tamanho pôster sem perder um único detalhe.
40X, 22,4 MILÍMETROS ULTRA GRANDE ANGULAR COM ZOOM ÓPTICO
Entrar com essa faixa de zoom 40x óptico impressionante - a mais longa zoom Olympus óptica até à data. Ele impulsiona você em ação quando você não pode chegar mais perto, como em um show ou uma arena de esportes, e é perfeito para encaixar fauna arisco.
80X ZOOM SUPER RESOLUÇÃO
Obter duas vezes mais perto. Duplicar o seu poder de zoom eficaz e ficar ainda mais perto de seus assuntos.
3.0 "LCD DE ALTA RESOLUÇÃO
O enorme LCD de 3,0 polegadas possui um ângulo de visão extra-larga para compor mais fácil e tiro, e perfeito para assistir a filmes de alta definição capturados.
1080P FULL HD
Um botão de um toque simples permite-lhe gravar vídeos com clareza surpreendente em alta definição diretamente de sua câmera. E com Linear PCM de gravação, a mesma tecnologia utilizada em gravadores profissionais da Olympus voz, seus vídeos HD será acompanhada por maior que CD-áudio com qualidade. Saída HDMI e controle faz com que a reprodução de vídeos em seu HDTV uma brisa. Quer gravação de alta velocidade para a reprodução em câmera lenta? O SP-820 é equipado com HSQVGA gravar até 240 imagens por segundo.
IHS TECNOLOGIA
Um poderoso, DSLR-qualidade TruePic V ™ Processador de Imagem e um sensor CMOS de vir juntos para melhorar drasticamente a qualidade de imagem com o desempenho de pouca luz espetacular, brilhando autofoco rápido, automático inteligente avançado para cena espetacular e reconhecimento assunto e Resolução-Super Zoom. É inteligente. É de alta velocidade. É Alta Sensibilidade. É IHS.
TRUEPIC V
O Processador de Imagem TruePic V, inicialmente desenvolvido para profissionais SLRs digitais, sabe exatamente como entregar true-to-vida de cor, as maiores detalhes e menos ruído.
ALTA VELOCIDADE DE DISPARO SEQUENCIALFotografar como um profissional. Com 3 fps de alta velocidade de disparo explosão em resolução total, prego a foto perfeita, tendo uma seqüência rápida com o toque de um botão. Ainda com medo que você vai perder o momento? No 3MP, a taxa de quadros aumenta a surpreendentes 30 tiros por segundo. Você vai ter tantas ótimas fotos, você não será capaz de compartilhar apenas um.
BACKLIGHT HDR
Fotografar em contraluz normalmente resulta em imagens lavadas, excessivamente brilhantes. Ajuste de iluminação HDR leva uma colagem de imagens em níveis de exposição diferentes e mistura-los em um só, imagem perfeitamente exposta.
HAND HELD STARLIGHT
Captar cenas nocturnas vivas sem o uso de um tripé. Em situações de pouca luz, onde o desfoque de imagem é mais provável de ocorrer, de mão modo Starlight captura várias imagens e junta-as em uma única foto nítida e de tirar o fôlego.
MULTI-MOVIMENTO FILME É
Capturar claras, suaves graças vídeos para a estabilização de imagem recém-desenvolvido que minimiza o efeito tremido causado por movimentos grandes e pequenos, tais como andar, respirar ou panning em toda a sua matéria.
PANORAMA INTELIGENTECapturar deslumbrantes vistas panorâmicas de 360 ° e vistas apenas como você se lembra deles, todos em um quadro e com o toque de um botão, simplesmente panning a câmera na cena. Não precisa de computador!
FOTO COM VIDEO CLIP
Capture toda a ação antes e após o tiro! Quando a foto com o modo de clipe de vídeo é ativado no mostrador, a câmera captura automaticamente um pequeno vídeo antes e após o botão do obturador for liberado.
DUPLA ESTABILIZAÇÃO DE IMAGEM
Dupla Estabilização de Imagem combina Sensor-Shift Image Stabilization com alta sensibilidade ISO e velocidade rápida do obturador para capturar imagens nítidas e claras em qualquer situação.
APRIMORADA IAUTO
Identifica automaticamente a cena que está filmando, até 30 de cena diferente, incluindo Retrato, Paisagem, Noite + Retrato, Macro ou Esportes e ajusta as configurações para resultados ideais.
MODO DE BELEZA COM MAQUIAGEM MODO
Parece uma estrela! Deixe a câmera suavizar as sombras e rugas lisas e manchas no rosto do seu assunto com o Modo Beleza.Ou, digitalmente aplicar melhorias para seus retratos como sombra, branqueamento dos dentes e ossos da face com o levantamento Beleza Make-Up modo.
FILTROS MÁGICOS ARTE - STILL & VIDEO
Expresse sua criatividade com 12 efeitos especiais para suas fotos e vídeos em HD. Filtros Mágicos Olympus Arte infundir cenas familiares com humor novas e inesperadas que vão desde a emocionante para o sereno e do lunático para o misterioso. Escolha de Pop Art, Pin Hole, Desenho, Olho de Peixe, Soft Focus, Punk, Aquarela, Miniatura, Reflexão, Sparkle, fragmentada, e Dramática. (Os efeitos podem reduzir o tamanho da imagem não. Todos os efeitos são compatíveis com gravação de vídeo.)
Sensor CMOS de 14 MP;
Tela LCD de 3 polegadas;
Zoom óptico (40x) e zoom digital (4x);
ISO de 80 a 6400 ou automático;
Distância focal de 22.4 mm a 896 mm em fotografias 35 mm;
Suporta cartões SD, SDHC, SDXC e Eye-Fi;
Reconhecimento de rosto, 12 filtros e suporte a fotos panorâmicas;
Grava vídeos em Full HD (1920x1080).
O aparelho será lançado em outubro pelo preço sugerido de US$ 33
Lembra-se dos rumores de que a Sony poderia lançar as câmeras NEX-5R e NEX-6 com suporte a redes wireless embutido? Ainda que a empresa não tenha dito nada oficialmente, algumas imagens dos dois modelos caíram na rede para confirmar todos os boatos anteriores.
As fotos foram divulgadas pelo site chinês VR-Zone, que trouxe mais alguns detalhes sobre as máquinas fotográficas. Como já se imaginava, elas realmente possuem conexão Wi-Fi e ainda permitem ao usuário navegar pela internet ou baixar aplicativos específicos. Será que teremos uma espécie de Instagram nativo?
A página ainda afirma que a 5R nada mais é do que uma atualização da NEX-5N, ou seja, a mesma estrutura com apenas algumas melhorias — embora significativas. Entre as adições listadas, temos um sistema de controles físicos aprimorado, sensor de 16 megapixels e detector de autofoco.
Galeria de Imagens
Já a NEX-6 parece ser um modelo intermediário entre a 5R e a vindoura NEX-7. A câmera ainda traz várias características semelhantes às desta última, como o próprio corpo e a disposição dos botões. Em compensação, o visor OLED parece ter uma resolução um pouco menor.
Além disso, o site Sony Alpha Rumors trouxe mais algumas fotos retiradas do material de divulgação das câmeras. Pelo visto, os apaixonados por fotografia não têm do que reclamar desta vez.
A Nikon anunciou ontem que irá adicionar uma nova lente de 800 milímetros f5.6 lente supertelephoto a sua linha de produtos, ajudando a reduzir a competição entre Nikon e Canon sua rival. Nikon não mencionou quanto vai custar nem quando será lançado, mas estamos esperando algo em torno do mesmo preço de Canon EF f/5.6 L IS USM 800 milímetros, em torno de US $ 13.000.
Embora este parece ser um preço extremamente alto para um cliente médio, ele é definitivamente vale a pena para fotógrafos profissionais, especialmente aqueles que fazem fotografias da natureza, como observação de pássaros, e os fotógrafos paparazzi (obviamente que pode até ter lentes muito mais caras).
Nikon também mencionou que vai mostrar a lente 800 milímetros no show Photokina em Colônia, na Alemanha, em setembro. Vamos mantê-lo atualizado sobre o estado da lente supertelephoto 800 milímetros como mais informações em setembro.
Você já ouviu falar do formato de fotografias RAW? Se você nunca trabalhou com uma câmera profissional, ou mesmo uma semi, é bem provável que você não esteja familiarizado com este tipo de arquivo, que é considerado um “negativo digital”.
Mesmo sendo tratado como um formato de arquivo, o RAW não é necessariamente isso. Cada fabricante de câmeras possui uma extensão própria para as suas fotografias em RAW, porém a ideia e a forma de tratá-las é sempre a mesma.
Pense um pouco na fotografia analógica. Quando você batia uma foto, era preciso mandar revelar o filme para ter a imagem em mãos. O mesmo acontece com os arquivos RAW, eles não saem prontos da sua câmera, é preciso tratá-los usando um software (como o Photoshop ou o Adobe Lightroom), para que possam então ser utilizados.
Quando você bate uma foto em JPG, a “revelação” acontece antes que imagem seja capturada, através das configurações (manuais ou automáticas) como abertura do diafragma, ISO, temperatura de cor etc. Quando você passa o arquivo da câmera para o computador, apesar de ser possível fazer modificações posteriores, isso não é obrigatório.
O RAW é diferente. Quando você bate a foto, ele captura a cena como ela está sendo vista, sem compressão (por isso os arquivos são enormes, chegando a aproximadamente 30 MB em algumas câmeras) e sem ajustes anteriores. Você tem então a possibilidade de fazer uma edição posterior para ajustar o brilho, as cores, contraste e muito mais. Como um negativo, você só trata a foto depois de batida.
Comparação do antes (embaixo) e do depois (em cima) do tratamento de uma foto RAW (Fonte da imagem: Severin Sadjina)
O que vale a pena usar, JPG ou RAW?
Essa pergunta leva a outra, que precisa ser respondida antes: o que exatamente você quer fazer com aquela imagem? Apesar de a ideia de poder ter controle total sobre a imagem ser ótima, isso pode não ser nem útil e nem prático no dia a dia.
Algumas situações que pedem que você use o RAW: quando você está fotografando algo profissionalmente, como um evento ou mesmo um editorial; quando você não tem as condições perfeitas para fotografar (como iluminação e temperatura de iluminação); para retratos; e para criar uma fotografia HDR com um único disparo.
Para capturar todos os detalhes de um retrato, fotografe em RAW. (Fonte da imagem: Meredith Farmer)
Por outro lado, em alguns momentos é melhor optar pelo JPG e sua praticidade: quando você não tem tempo de tratar imagem por imagem posteriormente; quando a foto for destinada apenas para uso na internet; quando você tiver cartões de memória com pouca capacidade de armazenamento e precisar tirar várias fotografias; e quando você tiver que bater várias fotos rapidamente, já que o processamento de uma foto assim demora bastante.
Uma alternativa para os indecisos
Normalmente, no dia a dia, não vale a pena fotografar em RAW, a menos que você seja um fotógrafo profissional. Porém, isso é uma decisão bastante pessoal. Se você gosta de gastar tempo com a edição e quer ter mais possibilidades de mexer nas fotos depois, pode se esquecer do JPG então.
Para quem não consegue se decidir, no entanto, a melhor alternativa é usar o modo RAW+JPG, que captura um arquivo bruto e um compactado. É claro que isso exige cartões de memória com bastante espaço, porém consegue resolver o resto dos problemas.
O Dispositivo de Carga Acoplada, sensor conhecido pela sigla em inglês CCD, é o coração de toda câmera digital. Esse componente é o responsável por captar a luz das cenas e transformá-la em imagens coloridas para o fotógrafo. Mas como eles funcionam?
No vídeo acima, o engenheiro Bill Hammack disseca, de maneira simples e acessível, o funcionamento do CCD. E como a produção está legendada apenas em inglês e francês, vale a pena explicarmos as etapas em bom português.
Capturando a luz de uma cena
O sensor CCD é responsável por capturar a imagem e transferi-la para o sistema de memória da câmera, que, por sua vez, deve gravá-la em um formato eletrônico. Quando exposto à uma cena, seções diferentes do CCD geram cargas elétricas de maneira proporcional à intensidade da luz percebida por elas. A partir disso, é possível medir essas cargas e saber com precisão o quão brilhante uma parte da imagem será.
Se ampliarmos uma imagem o suficiente na tela do computador, podemos ver que ela é composta por pequenos quadradinhos conhecidos como pixels. Medindo 8,84 mícrons x 11,79 mícrons, cada um desses pixels corresponde a uma única seção do sensor CCD. Esse é, basicamente, o funcionamento dele: milhões de quadradinhos feitos com silício fotossensitivo e organizados em forma de matriz com o objetivo de capturar uma imagem.
Repassando a imagem para a memória
Mas o que tornou esse tipo de tecnologia barata e acessível foi a forma como essas informações de luminosidade puderam ser repassadas para o sistema de memória da câmera. A maneira mais simples e primitiva seria interligar cada um desses pixels dos sensores com fios que pudessem transmitir as informações adiante.
Porém, esse modelo apresenta um problema. Ao transferir a informação do pixel para o fio, ela acaba sendo alterada, perdendo um pouco da sua carga original. Assim, o resultado era uma imagem repleta de interferências e distorções. Esse efeito é conhecido como acoplamento capacitivo (capacitive coupling) e piora à medida que o número de pixels aumenta. Isso seria péssimo para a indústria.
Para resolver esse problema, o sensor CCD usa a solução mais simples possível: nada de fios elétricos entre os pixels. Um sensor CCD é feito com uma placa de silício e, para criar cada um dos pixels da matriz, os engenheiros adicionaram canais de isolamento que dividem a placa em linhas. Depois, a superfície dela é coberta com uma fina camada isolante de dióxido de silício e são posicionadas tiras muito finas de alumínio de maneira perpendicular aos canais isolantes, criando assim os pequenos pixels.
O transporte das cargas elétricas
A imagem é transmitida linha a linha (Fonte da imagem: Reprodução)
Mas como dissemos anteriormente, a grande sacada da indústria foi descobrir uma maneira de transportar a imagem do chip de silício para a memória da câmera, sem usar fios elétricos e sem distorcê-la.
Sendo assim, o CCD passou a transportar as cargas de uma linha de uma vez só, até o final da placa de silício, região em que um segundo componente é responsável por ler essas cargas e, então, repassá-la para a memória da máquina. Dessa forma, a câmera pode identificar as cargas e construir a imagem com base nesses dados.
E como surgem as cores?
Porém, como você pode ter notado, esse sensor é responsável apenas pela medição da intensidade de luz da imagem, que pode ser útil para produzir fotos em preto e branco, mas não coloridas. Sendo assim, como as cores aparecem?
Para gerar uma figura colorida, é preciso separar a luz em verde, azul e vermelho. A opção mais simples seria usar três sensores CCD diferentes dedicados com exclusividade para essa função e, depois, combinar as informações levantadas por eles para criar uma imagem colorida.
As imagens são capturadas como um mosaico de três cores (Fonte da imagem: Reprodução)
Entretanto, os engenheiros surgiram com uma opção mais barata: em vez de três sensores CCD, usaram um pouco de matemática e conseguiram obter o mesmo resultado com apenas um sensor.
Normalmente, esse sensor está coberto por um filtro com seções do tamanho de pixels azuis, vermelhos e verdes. Assim, a câmera recebe uma imagem que é formada pelo mosaico dessas três cores. Posteriormente, a máquina aplica um algoritmo capaz de estimar a cor ideal para cada pixel, sempre com base no nível de cor dos quadrados adjacentes.
Por exemplo, se um determinado pixel aparece em verde, o software da câmera é capaz de calcular a intensidade de vermelho e azul ao redor desse pixel para encontrar a cor certa para ele. Parece estranho, mas isso acaba funcionando, já que os detalhes significantes de uma imagem costumam ser muito maiores do que os pixels do sensor.
Felizmente, todo esse processo acontece de maneira muito rápida, sem que interfira na diversão do fotógrafo.
[caption id="attachment_772" align="alignleft" width="300"] Este enquadramento não está no guia, mas é muito utilizado por fotógrafos. (Fonte da imagem: Marius Brede)[/caption]
Uma das principais e mais importantes habilidades de um fotógrafo não é saber o que mostrar na foto, mas sim saber o que esconder. A maior parte das pessoas sabe enxergar cenas que comporiam uma bela imagem, porém o que separa um fotógrafo casual de alguém com um olhar mais apurado é justamente o enquadramento.
Existem dezenas de maneiras de se retratar uma mesma cena, mas, se você souber onde cortar a imagem, ela pode deixar de ser apenas um registro casual para se tornar uma fotografia de revista. Em alguns casos, no entanto, isso é ainda mais importante.
Enquadrando retratos corretamente
Quando você vai enquadrar uma ou mais pessoas em uma fotografia, os conceitos de corte são fundamentais. Além, é claro, de saber como posicionar a pessoa dentro da imagem (veja este artigo sobre a regra dos terços), é importantíssimo saber onde você pode cortar alguma parte do seu corpo.
Por exemplo, em uma fotografia na qual você deseja cortar as pernas das pessoas, você sabe em qual ponto fazer isso sem deixar a foto com um aspecto estranho, parecendo que algo está faltando? Veja o diagrama a seguir para entender como você pode fazer o enquadramento da melhor forma possível:
Guia de cortes para enquadramento de retratos. (Fonte da imagem: J. Southard)
Como é possível perceber, existem posições do corpo que, quando enquadradas na área de corte, não tiram a naturalidade da fotografia. Porém, as áreas em vermelho mostram áreas que, quando cortadas, criam uma aparência estranha na sua imagem.
Os cortes em laranja mostram enquadramentos que só devem ser feitos se for muito necessário. Apesar de não ser mostrado nessa ilustração, um corte no meio do peito também é válido. Neste caso, os braços podem ficar bem levantados ou completamente para baixo.
Apesar de não existirem regras fixas na fotografia, observar o enquadramento é muito importante e pode sim ser um diferencial na qualidade da sua imagem. Se você tiver dúvidas na hora de fazer o corte, opte pelo padrão: corte na cintura ou no meio da coxa, deixando os braços cortados acima do cotovelo ou inteiros. FONTE: Tecmundo