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A Revista Fotomania esta promovendo mais um concurso de fotografia, dessa vez ligada à religião. Religião: Um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade e espiritualidade e seus próprios valores morais. Em um dos países mais populosos e diversificados etnicamente, esse tema oferece aos participantes de nosso concurso um vasto campo a ser pesquisado com uma grande infinidade de locais, praticantes e símbolos, para serem fotografados. Participem!

Regulamento - Concurso do Mês O concurso tem o intuito de criar um relacionamento entre os usuários do site e todos os amantes da fotografia, amadores e profissionais. Os interessados deverão ler e se inscrever se acordo com o regulamento abaixo. Boa sorte e bons cliques! Consulte o regulamento

 REGULAMENTO 

Regulamento do concurso

1 – O 1º Concurso da Revista Fotomania é aberto à participação de qualquer pessoa de qualquer região brasileira ou internacional. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente no site da revista www.revistafotomania.com.br, para isso basta se cadastrar e encaminhar suas fotos seguindo os passos descritos no site. Ao enviar suas fotos para a área do concurso automaticamente o usuário já estará participando.

2 – O tema do concurso será explícito na home do site com área determinada para o assunto.

3 – Não serão aceitas fotografias que já tenham sido publicadas, exibidas em público ou recebido algum prêmio.

4 – A responsabilidade de utilização de todo ou qualquer bem de titularidade de terceiros, protegido pela legislação de direitos autorais, cabe inteira e exclusivamente aos fotógrafos participantes. Porém o site não permite que sejam realizados downlouds das fotos inscritas.

5 – Cada fotógrafo poderá inscrever até 10 fotos em cada categoria. Caso sejam premiadas participarão de uma exposição realizada no final de 2012 onde serão expostos todos os trabalhos ganhadores. As premiadas serão solicitadas a entregar ampliações, no formato 10x15cm e deverão ser entregues junto com arquivo digital gravado em cd à Rua Rodolfo Belz, 185 – Morumbi – SP - CEP 05639-010.

6 – As fotos concorrerão no concurso decorrente sendo inscritas até o último dia do mês anterior a veiculação da revista em bancas. E a vencedora será publicada na edição posterior ao concurso. 

7 – Os dados de cada foto assim como o título deverá ser colocado no momento da inscrição em espaço respectivo para cada informação do site.

9 – Para a exposição do final de ano os arquivos digitais das fotos selecionadas pela comissão julgadora serão solicitados pelos realizadores do concurso, para verificar sua condição técnica e para a decisão final das melhores fotos que serão ampliadas para exibição.

10 – As fotos inscritas e as ampliações selecionadas para exibição não serão devolvidas. Também não serão disponibilizadas para download. A utlização da foto só será permitida dentro do nosso site ou em nossa revista impressa com os devidos créditos para o autor.

11 – Não poderão participar como concorrentes os funcionários da Case Editorial e os proprietários e empregados das empresas ligadas ao grupo. Assim como seus parentes de primeiro grau.

12 – Além das premiações mensais dadas ao ganhador de cada concurso Serão conferidos cinco prêmios pré estipulados pela revista para as 5 melhores fotos. Os prêmios serão pessoais e intransferíveis.

14 – O não cumprimento de quaisquer das regras deste regulamento poderá causar, a critério dos organizadores, a desclassificação da fotografia e do participante. O ato da inscrição neste concurso implica na aceitação de todos os itens deste regulamento.

15 – O julgamento das melhores fotos de cada concurso e da exposição final será realizado primeiramente por internautas que elegerão as 30 fotos mais votadas e visitadas, e em seguida um juri competente escolherá dentro de critérios técnicos a melhor foto.

 16- Cabe a Case Editorial selecionar previamente as fotografias antes de serem liberadas no site para que se evite fotos de conteúdo inconveniente ou fora do contexto do concurso.

17 – Qualquer dúvida a ser esclarecida ou modificações neste concurso poderão ser feitas pela Case Editorial por meio de aviso no site. Mas informações podem ser obtidas no site Fotomania (www.revistafotomania.com.br), pelo telefone: 11 3772-4303 ou ainda pelo e-mail: atendimento@fotomania.com.br

Religião é Tema de Concurso de Fotografia da Revista Fotomania

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Você gosta de fotografia ... gosta de usar o Photoshop para melhoras suas imagens ... então não deixe de assistir esta fime abaixo que mostra o mestre do Photoshop  Alexander Koshelkovem ação.
 


O vídeo que você acabou de ver acima, publicado no YouTube por Alexander Koshelkov, mostra o artista gráfico, que é um verdadeiro mestre do Photoshop, criando uma horripilante cena que reproduz as imagens de um desastre aéreo em uma rodovia, envolvendo um avião da companhia aérea fictícia Luftbanza, além de vários veículos e pessoas.
==> SAIBA MAIS SOBRE: Photoshop
Koshelkov utiliza uma seleção de pequenas imagens, com destroços de acidentes reais, turbinas, veículos destruídos, pessoas correndo desesperadas, muita fumaça e explosões para compor seu fascinante e dramático acidente. Visto assim, até parece fácil, e real.

Fonte: YouTube

´´ Alexander Koshelkov ``, O Mestre do Photoshop Em Ação.

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Panning: é o efeito ótico feito por uma câmera fotográfica com a velocidade de obturação lenta no qual é possível manter um assunto em foco ao mesmo tempo em que seu fundo fica com um efeito arrastado ou borrado.
panning1Fotografia pannning: efeito fica mais fácil ao fotografar esportes. (Foto: Reprodução).
Tudo está ligado à velocidade de obturação. Quando alta, você consegue captar imagens estáticas e congeladas. Quando lenta, você consegue um efeito de movimento.
Como fazer o efeito Panning em suas fotos
Para que você possa dominar esta técnica é preciso prática e treino, não desanime se não conseguir de primeira. Tente fazer várias fotos com diferentes velocidades e acompanhando diferentes objetos.
O primeiro passo é selecionar uma velocidade de obturação baixa nas configurações de sua câmera.
Diminuindo a velocidade, aumentará o tempo de exposição e assim você conseguirá borrar uma parte da cena fotografada.
O grande truque é utilizar algumas leis da física a seu favor: acompanhar com a sua câmera o objeto em foco irá anular sua movimentação. Deixando-o com efeito congelado e o fundo desfocado dará o tal efeito arrastado ou borrado, parecendo estar em movimento.
Aponte e foque o seu assunto que está se movendo e acompanhe a câmera junto com ele. Clique e comece a tirar a foto. Continue seguindo o seu assunto com a sua câmera.
A exposição irá terminar e, se você conseguir seguir a velocidade do assunto com sua câmera, ele deverá estar nítido enquanto o fundo ficou desfocado.
panning dogCachorro correndo ajuda a produzir o resultado (Foto: Reprodução).
Pode parecer complicado, mas com o tempo e com treino você pegará jeito. Há como fazer um efeito similar no Photoshop, porém os resultados feitos diretamente na sua câmera costumam ser bem melhores.
INFO: Tunai Caldeira/ TechTudo

O Que é e Como Fazer O efeito Panning

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EOS Rebel T4i DSLR Camera

A Canon anunciou hoje um novo modelo de câmera fotográfica semi-profissional, a EOS Rebel T4i (conhecida na Europa como 650D). Fisicamente, essa máquina é praticamente idêntica à sua antecessora, a T3i. Contudo, as suas especificações receberam consideráveis melhorias.

A novidade da Canon possui sensor CMOS (APS-C) de 18 megapixels, processador de imagem Digic 5 e faixa ISO estendida de 100 a 12.800 (expansível virtualmente para até 25.600 no modo H). Tais características permitem que o modelo seja capaz de executar capturas sequenciais com altíssima velocidade a cinco frames por segundo.

A EOS Rebel T4i possui também tela LCD touchscreen de 3 polegadas com suporte mecanismo de deslocamento e pode gravar vídeos em alta definição. Outra melhoria significativa aconteceu no sistema de autofoco, ampliando a capacidade de captura de imagem para até f/2.8. O modelo estará disponível a partir do final de junho por US$ 850 (R$ 1.730) – sem lentes especiais.

Fonte: Canon


Lançada a Câmera DSLR Canon EOS Rebel T4i

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Você já ouviu falar do formato de fotografias RAW? Se você nunca trabalhou com uma câmera profissional, ou mesmo uma semi, é bem provável que você não esteja familiarizado com este tipo de arquivo, que é considerado um “negativo digital”.
Mesmo sendo tratado como um formato de arquivo, o RAW não é necessariamente isso. Cada fabricante de câmeras possui uma extensão própria para as suas fotografias em RAW, porém a ideia e a forma de tratá-las é sempre a mesma.

"Negativo digital"


(Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Pense um pouco na fotografia analógica. Quando você batia uma foto, era preciso mandar revelar o filme para ter a imagem em mãos. O mesmo acontece com os arquivos RAW, eles não saem prontos da sua câmera, é preciso tratá-los usando um software (como o Photoshop ou o Adobe Lightroom), para que possam então ser utilizados.
Quando você bate uma foto em JPG, a “revelação” acontece antes que imagem seja capturada, através das configurações (manuais ou automáticas) como abertura do diafragma, ISO, temperatura de cor etc. Quando você passa o arquivo da câmera para o computador, apesar de ser possível fazer modificações posteriores, isso não é obrigatório.

O RAW é diferente. Quando você bate a foto, ele captura a cena como ela está sendo vista, sem compressão (por isso os arquivos são enormes, chegando a aproximadamente 30 MB em algumas câmeras) e sem ajustes anteriores. Você tem então a possibilidade de fazer uma edição posterior para ajustar o brilho, as cores, contraste e muito mais. Como um negativo, você só trata a foto depois de batida.

Comparação do antes (embaixo) e do depois (em cima) do tratamento de uma foto RAW (Fonte da imagem: Severin Sadjina)

O que vale a pena usar, JPG ou RAW?

              

Essa pergunta leva a outra, que precisa ser respondida antes: o que exatamente você quer fazer com aquela imagem? Apesar de a ideia de poder ter controle total sobre a imagem ser ótima, isso pode não ser nem útil e nem prático no dia a dia.
Algumas situações que pedem que você use o RAW: quando você está fotografando algo profissionalmente, como um evento ou mesmo um editorial; quando você não tem as condições perfeitas para fotografar (como iluminação e temperatura de iluminação); para retratos; e para criar uma fotografia HDR com um único disparo.

Para capturar todos os detalhes de um retrato, fotografe em RAW. (Fonte da imagem: Meredith Farmer)

Por outro lado, em alguns momentos é melhor optar pelo JPG e sua praticidade: quando você não tem tempo de tratar imagem por imagem posteriormente; quando a foto for destinada apenas para uso na internet; quando você tiver cartões de memória com pouca capacidade de armazenamento e precisar tirar várias fotografias; e quando você tiver que bater várias fotos rapidamente, já que o processamento de uma foto assim demora bastante.

Uma alternativa para os indecisos

Normalmente, no dia a dia, não vale a pena fotografar em RAW, a menos que você seja um fotógrafo profissional. Porém, isso é uma decisão bastante pessoal. Se você gosta de gastar tempo com a edição e quer ter mais possibilidades de mexer nas fotos depois, pode se esquecer do JPG então.
Para quem não consegue se decidir, no entanto, a melhor alternativa é usar o modo RAW+JPG, que captura um arquivo bruto e um compactado. É claro que isso exige cartões de memória com bastante espaço, porém consegue resolver o resto dos problemas.


INFO: TECMUNDO

quando devo usar o formato RAW?

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Olá meus bons, queridos e velhos (NO SENTIDO DE MUITO TEMPO LENDO O BLOG!) leitores e leitoras.
A partir de hoje essa é a nossa nova casa onde iremos postar para vocês com a mesma qualidade e o mesmo afinco todas as novidades do mundo da tecnologia para os amantes da fotografia e os mais variados tutoriais da área.
Afim de melhorar a nossa amizade e compartilhamento, contamos em nossa nova casa com a opção de comentar através do sistema do Facebook, o que vai garantir que a sua opinião seja vista, discutida e respondida por muito mais pessoas dentro da grande rede social.

SEJAM TODOS BEM VINDOS MAIS UMA VEZ, ASSINE NOSSO FEED, CURTE FAN PAGE, SIGA NOSSO BLOG E FIQUE BEM INFORMADO SOBRE O MUNDO DA FOTOGRAFIA E MUITO OBRIGADO A TODOS.

Sejam Todos Muito Bem Vindos, Essa é a Nossa Nova Casa!

O Dispositivo de Carga Acoplada, sensor conhecido pela sigla em inglês CCD, é o coração de toda câmera digital. Esse componente é o responsável por captar a luz das cenas e transformá-la em imagens coloridas para o fotógrafo. Mas como eles funcionam?

No vídeo acima, o engenheiro Bill Hammack disseca, de maneira simples e acessível, o funcionamento do CCD. E como a produção está legendada apenas em inglês e francês, vale a pena explicarmos as etapas em bom português.

 





Capturando a luz de uma cena

O sensor CCD é responsável por capturar a imagem e transferi-la para o sistema de memória da câmera, que, por sua vez, deve gravá-la em um formato eletrônico. Quando exposto à uma cena, seções diferentes do CCD geram cargas elétricas de maneira proporcional à intensidade da luz percebida por elas. A partir disso, é possível medir essas cargas e saber com precisão o quão brilhante uma parte da imagem será.

Se ampliarmos uma imagem o suficiente na tela do computador, podemos ver que ela é composta por pequenos quadradinhos conhecidos como pixels. Medindo 8,84 mícrons x 11,79 mícrons, cada um desses pixels corresponde a uma única seção do sensor CCD. Esse é, basicamente, o funcionamento dele: milhões de quadradinhos feitos com silício fotossensitivo e organizados em forma de matriz com o objetivo de capturar uma imagem.

Repassando a imagem para a memória

Mas o que tornou esse tipo de tecnologia barata e acessível foi a forma como essas informações de luminosidade puderam ser repassadas para o sistema de memória da câmera. A maneira mais simples e primitiva seria interligar cada um desses pixels dos sensores com fios que pudessem transmitir as informações adiante.

Porém, esse modelo apresenta um problema. Ao transferir a informação do pixel para o fio, ela acaba sendo alterada, perdendo um pouco da sua carga original. Assim, o resultado era uma imagem repleta de interferências e distorções. Esse efeito é conhecido como acoplamento capacitivo (capacitive coupling) e piora à medida que o número de pixels aumenta. Isso seria péssimo para a indústria.

Para resolver esse problema, o sensor CCD usa a solução mais simples possível: nada de fios elétricos entre os pixels. Um sensor CCD é feito com uma placa de silício e, para criar cada um dos pixels da matriz, os engenheiros adicionaram canais de isolamento que dividem a placa em linhas. Depois, a superfície dela é coberta com uma fina camada isolante de dióxido de silício e são posicionadas tiras muito finas de alumínio de maneira perpendicular aos canais isolantes, criando assim os pequenos pixels.

O transporte das cargas elétricas

A imagem é transmitida linha a linha (Fonte da imagem: Reprodução)
Mas como dissemos anteriormente, a grande sacada da indústria foi descobrir uma maneira de transportar a imagem do chip de silício para a memória da câmera, sem usar fios elétricos e sem distorcê-la.

Sendo assim, o CCD passou a transportar as cargas de uma linha de uma vez só, até o final da placa de silício, região em que um segundo componente é responsável por ler essas cargas e, então, repassá-la para a memória da máquina. Dessa forma, a câmera pode identificar as cargas e construir a imagem com base nesses dados.

E como surgem as cores?

Porém, como você pode ter notado, esse sensor é responsável apenas pela medição da intensidade de luz da imagem, que pode ser útil para produzir fotos em preto e branco, mas não coloridas. Sendo assim, como as cores aparecem?

Para gerar uma figura colorida, é preciso separar a luz em verde, azul e vermelho. A opção mais simples seria usar três sensores CCD diferentes dedicados com exclusividade para essa função e, depois, combinar as informações levantadas por eles para criar uma imagem colorida.

As imagens são capturadas como um mosaico de três cores (Fonte da imagem: Reprodução)
Entretanto, os engenheiros surgiram com uma opção mais barata: em vez de três sensores CCD, usaram um pouco de matemática e conseguiram obter o mesmo resultado com apenas um sensor.

Normalmente, esse sensor está coberto por um filtro com seções do tamanho de pixels azuis, vermelhos e verdes. Assim, a câmera recebe uma imagem que é formada pelo mosaico dessas três cores. Posteriormente, a máquina aplica um algoritmo capaz de estimar a cor ideal para cada pixel, sempre com base no nível de cor dos quadrados adjacentes.

Por exemplo, se um determinado pixel aparece em verde, o software da câmera é capaz de calcular a intensidade de vermelho e azul ao redor desse pixel para encontrar a cor certa para ele. Parece estranho, mas isso acaba funcionando, já que os detalhes significantes de uma imagem costumam ser muito maiores do que os pixels do sensor.

Felizmente, todo esse processo acontece de maneira muito rápida, sem que interfira na diversão do fotógrafo.

Fonte: EngineerGuy.com

VÍDEO: Como Funciona o Sensor CCD de Uma Câmera Digital?

[caption id="attachment_772" align="alignleft" width="300"] Este enquadramento não está no guia, mas é muito utilizado por fotógrafos. (Fonte da imagem: Marius Brede)[/caption]

Uma das principais e mais importantes habilidades de um fotógrafo não é saber o que mostrar na foto, mas sim saber o que esconder. A maior parte das pessoas sabe enxergar cenas que comporiam uma bela imagem, porém o que separa um fotógrafo casual de alguém com um olhar mais apurado é justamente o enquadramento.

Existem dezenas de maneiras de se retratar uma mesma cena, mas, se você souber onde cortar a imagem, ela pode deixar de ser apenas um registro casual para se tornar uma fotografia de revista. Em alguns casos, no entanto, isso é ainda mais importante.

Enquadrando retratos corretamente


Quando você vai enquadrar uma ou mais pessoas em uma fotografia, os conceitos de corte são fundamentais. Além, é claro, de saber como posicionar a pessoa dentro da imagem (veja este artigo sobre a regra dos terços), é importantíssimo saber onde você pode cortar alguma parte do seu corpo.

Por exemplo, em uma fotografia na qual você deseja cortar as pernas das pessoas, você sabe em qual ponto fazer isso sem deixar a foto com um aspecto estranho, parecendo que algo está faltando? Veja o diagrama a seguir para entender como você pode fazer o enquadramento da melhor forma possível:

[caption id="" align="alignright" width="156"] http://www.tecmundo.com.br/[/caption]

Guia de cortes para enquadramento de retratos. (Fonte da imagem: J. Southard)

Como é possível perceber, existem posições do corpo que, quando enquadradas na área de corte, não tiram a naturalidade da fotografia. Porém, as áreas em vermelho mostram áreas que, quando cortadas, criam uma aparência estranha na sua imagem.

Os cortes em laranja mostram enquadramentos que só devem ser feitos se for muito necessário. Apesar de não ser mostrado nessa ilustração, um corte no meio do peito também é válido. Neste caso, os braços podem ficar bem levantados ou completamente para baixo.

Apesar de não existirem regras fixas na fotografia, observar o enquadramento é muito importante e pode sim ser um diferencial na qualidade da sua imagem. Se você tiver dúvidas na hora de fazer o corte, opte pelo padrão: corte na cintura ou no meio da coxa, deixando os braços cortados acima do cotovelo ou inteiros.
FONTE: Tecmundo

Ao Fotografar Uma Pessoa Onde Eu Devo ´´Cortar`` O Enquadramento?

Já faz algum tempo que a tecnologia HDR (“High Dynamic Range” ou Alto Alcance Dinâmico, em português) está entre nós. O que antes era uma exclusividade das melhores câmeras digitais, agora pode ser encontrada na maioria dos celulares, gerando imagens belíssimas.

Mas, afinal de contas, como ativar essa função em seu smartphone? E existe alguma “regra” que deva ser seguida para conseguir boas fotos? Continue lendo este artigo para descobrir que, na verdade, usar todo o potencial do HDR pode ser bastante fácil.

Como fazer


Capturar uma cena em HDR é como tirar uma foto comum – ou quase isso. A diferença é que, para gerar a imagem, sua câmera tira, em sucessão, três fotos de uma mesma cena, usando diferentes níveis de exposição, combinando-as em uma única logo depois.

Por isso, a dica mais importante a ser seguida é não mover seu smartphone até que a imagem seja salva. Sim, isso é algo básico para qualquer foto, mas no caso do HDR o resultado pode ser desastroso pelo menor movimento, uma vez que a tecnologia precisa tirar três fotos diferentes.

Com o aviso dado, é hora de ativar o HDR de seu celular. Aqui, o processo a ser seguido é completamente diferente, dependendo do sistema operacional do seu aparelho.

iOS


[caption id="" align="alignleft" width="402"] feito com IOS[/caption]

Quem utiliza a plataforma da Apple não deve ter problema para ativar o sistema. Tudo que você precisa fazer é acessar o aplicativo da câmera, abrir o menu “Opções” e ligar o item “HDR”. Com isso, sempre que você tirar uma foto, seu iOS captura tanto a versão comum da imagem quanto uma com qualidade HDR.

Android


Já no caso do Android é um pouco mais complicado. O fato é que a plataforma não possui nenhum sistema de HDR embutido por padrão. Neste caso, você vai ter que baixar aplicativos como o HDR Camera ou o Camera360 Ultimate para tirar suas fotos.

Mesmo assim, alguns aparelhos com interfaces personalizadas de fábrica, como o caso de vários celulares da HTC, costumam vir com essa tecnologia pronta para ser usada. Mas você pode ter que vasculhar as configurações da câmera por algum tempo, já que não há um lugar exato em que a opção possa ser encontrada.

Vale lembrar que, embora o sistema de HDR dos celulares seja poderoso, ele ainda não é comparável ao de uma câmera profissional ou mesmo do que você pode conseguir usando softwares especializados. Por isso, clique aqui se quiser aprender a fazer uso de todo o potencial dessa tecnologia.

Fonte: CNET

Já Pensou Em Fazer DHR Com O Celular ... Saiba Como

No final do mês passado, a Adobe anunciou oficialmente o lançamento do Creative Suite 6 (pacote de programas que inclui o maior editor de imagens de todos os tempos, o Photoshop). Entre as novidades com maior destaque do software, estão a interface renovada, os motores gráficos mais avançados, as ferramentas mais intuitivas e o Creative Cloud – um serviço (pago) em nuvens que permite a sincronização de arquivos em tempo real.

Conforme relatado pelo site SlashGear, a suíte de aplicativos para desenvolvedores de mídias digitais já está a venda. Os preços variam de US$ 1,3 mil (R$ 2,5 mil) a US$ 2,6 mil (R$ 5 mil), dependendo da versão escolhida. Esses valores podem ser menores, caso você já possua uma licença de edições anteriores.

Clique aqui para acessar a página do Adobe CS 6 e conferir mais detalhes. Se você está interessado, não deixe de conferir este artigo com as principais novidades e melhorias do novo pacote da Adobe.

Fonte: SlashGear

O Photoshop CS6 Já Está Nas Lojas, Confira.

[caption id="attachment_757" align="alignleft" width="350"] a lua estará 14% maior neste sábado, aproveite e fotografe.[/caption]

Você gosta de fotografar a natureza, se sua resposta for sim esta semana os amantes da fotografia terão o prazer d fotografar o grande satelite do no belo plate azul.

A Lua de sábado à noite estará especialmente perto da Terra e vai estar cheia. Por isso, durante o seu nascimento, o astro vai estar maior e mais brilhante.

vamos as dicas

 “Às 5h da madrugada de domingo a Lua vai estar no seu perigeu, no ponto da órbita mais próximo da Terra”, diz ao PÚBLICO Susana Ferreira, astrónoma do Observatório Astronómico de Lisboa. O fato de a aproximação coincidir com uma Lua cheia, torna o fenómeno mais espectacular.

No perigeu, a Lua fica a 363 mil quilômetros de distância, em média, da Terra. No apogeu, quando o astro está mais longe, fica a 405 mil quilômetros. Esta diferença faz com que amanhã a Lua esteja 14% maior e 30% mais brilhante.

Mas a altura melhor para observar esta diferença será umas horas antes, ainda no sábado, durante o nascer da Lua, às 20h09, quando esta parece sempre maior.

O Observatório Astronômico de Lisboa não vai fazer nenhuma actividade de observação devido à nebulosidade anunciada para sábado.

Mas haverá mais oportunidades. Segundo Susana Ferreira, o fenômeno é cíclico. A última vez que aconteceu foi a 19 de Março de 2011 e as próximas oportunidades para se observar uma Lua tão grande serão a 19 de Março de 2013 e em 10 de Agosto de 2014.

Fotos Boas

Ter o prazer de fotografar a lua é um prazer único em se falando de fotografia, mais devemos lembrar de uma coisa: essas dicas são para fotos legais da Lua, mas que não se comparam às fotos feitas com equipamentos para foto de astronomia, ok? São dicas para tentar fazer uma foto bacana mesmo sem ter os equipamentos específicos (e caros) da fotografia de astronomia. Afinal embora as fotos de Lua fiquem muito parecidas (todo mundo está fotografando a mesma Lua, rs) é muito legal fazer a nossa própria :) Vamos às dicas:

A Lua é brilhante, mesmo

A primeira coisa que a gente pensa ao fotografar a Lua é que está de noite, então está escuro. Pois bem: a Lua é muito brilhante, muito mesmo. Então fotografá-la vai ser como fotografar algo de dia! ISO baixo, Velocidade alta, abertura pequena. Veja o Exif da minha foto acima para comprovar.

É por isso que fotografar com qualquer câmera de ajustes automáticos não vai dar certo: a câmera vai “ver” toda aquela escuridão e só um pontinho claro, e vai fotometrar tentando achar o meio tom. O resultado: o céu continuará escuro e a Lua vai virar uma machinha branca no meio daquela escuridão toda. Se você quer crateras, detalhes e definição o segredo é usar o modo manual de ajustes da sua câmera para manter o céu escuro e conseguir os detalhes na Lua.

Se você puder usar o modo de medição (metering modeSpot, melhor: assim o fotômetro interno da câmera vai saber que é justamente aquela bolinha no meio da escuridão que interessa. Se não sabe como mexer nisso dá uma olhada no seu manual :)

Use a Distância Focal mais longa que você tiver disponível

Eu tirei essa foto acima com uma lente 75-300mm, uma lente conhecida por ser de qualidade mediana. Porém os meus amiguinhos que tinham a fodástica 70-200mm não conseguiram uma foto assim :P Embora eu tenha precisado cortar a foto para que a Lua ocupasse mais do quadro, acredito que 300mm é o mínimo para conseguir uma foto bacana (mesmo que seja necessário cortar depois.)

E como estamos falando de tentar usar um equipamento possível para a maioria dos fotógrafos, provavelmente esse valor vai ficar entre 300 e 400mm. Somente fotógrafos de savana africana e astronomia vão ter lentes mais longas que isso no seu kit do dia a dia:)

Então pega lá a lente mais longa (no quesito distância focal, não tamanho rs) e faça sua foto. Depois, vá pro Lightrooom ou pro Photoshop e corta a foto sem medo de ser feliz. A foto acima eu fiz com uma 20d, que tem somente 8.2 mp de resolução e sensor “cropado – qualquer um com uma câmera mais moderna consegue um resultado melhor ainda.

Use um Tripé e Foco Manual

Eu vou ser super sincera: em todo lugar que li sobre isso se dizia para usar o foco manual. Na minha foto eu usei o foco automático e funcionou. Será que foi sorte? Não sei. Mas funcionou. A minha 20d não tem Live View, então fazer o foco manual nela sempre foi bem complicadinho. Já na 7d estou usando o Live View bem mais para fotos estáticas assim: você faz a composição, aproxima bem no Live View, e faz o foco manual. Assim fica perfeito. O tripé é fundamental pra esse foco não ser perdido.

Ps.: você vai precisar mudar a posição do tripé constantemente, a Lua se mexe rapidinho! A cada foto que eu ia tirar a lua ia fugindo do quadro, acho que ela é tímida ;)

Como é possível conseguir aquele efeito de lua enorme?

Algumas fotos que vemos nas revistas mostram uma Lua gigantesca. Mas não é preciso esperar 18 anos para isso: o segredo dessas fotos está na distância focal, e não na distância da Lua.

Lembra que quanto maior a distância focal mais próximos os objetos parecem estar entre si? Então, o mesmo acontece com a Lua: se você está longe de uma paisagem e também está longe da Lua, ao usar uma distância focal super longa a Lua vai parecer maior, pois parecerá mais próxima da paisagem. Mais ou menos como no meu rascunho tosquíssimo abaixo:

[caption id="" align="aligncenter" width="640"] grande lua/Por C. Regina[/caption]

 

Ah: alguns dizem que a Lua fica maior quando está mais próxima do Horizonte, mas isso é pura ilusão de ótica. Como nossas lentes não se iludem oticamente como nossos olhos, isso não faz diferença para a fotografia :)

Encontrei algumas fotos que exemplificam bem a técnica no Flickr, mas são com direitos reservados, então só vou linkar:

1. Esta foto foi feita com uma 10mm, vê como a Lua aparece pequenina?

2. Esta foto, embora com uma qualidade baixa, mostra exatamente o que acontece se ao invés de 10mm você usar uma 400mm: a Lua parece enorme (ela foi cortada, mas dá para ter ideia.)

3. E, para comparação, esta é uma foto totalmente impossível e Photoshopada.

Agora você saberá distinguir uma foto de Lua + Paisagem photoshopada ou real :) Essa aqui, por exemplo, não tem Exif (maltidos fotógrafos que desabilitam o Exif no Flickr), mas tenho (quase) certeza que é verdadeira.

Mesmo ficando sempre bem parecidas é muito divertido fazer a própria foto da Lua. Vamos aproveitar que ainda estamos na Lua cheia e bora fotografar!

Para quem mora em Aracaju  poderá se dirigir até o planetário para observar através de telescópios esse lindo fenômeno, no endereço abaixo.

Instituição: SEMED - Secretaria de Educação do Município
Endereço: Av. Oviêdo Teixeira, 51
Estado: SE Cidade: Aracaju Bairro: Jardins CEP: 49.026-100
Telefone: 79 3217-3370
Web Sitehttp://www.cctecaplanetario.blogspot.com/.

Quer Fotografar a Lua ... Amanhã é o Dia Certo Para Isso.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Fme7uwd1X6w]




Até Onde Você Iria Para Tirar A Fotografia Perfeita?